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A Babá Proibida do CEO romance Capítulo 42

“Lucas Sinclair”

Eu disse a mim mesmo que não viria. Que ia beber o resto do whisky no quarto, tomar um banho frio e dormir para esquecer essa merda toda.

Mas aqui estou.

Como um idiota.

Com o sangue fervendo só de lembrar dela rindo para o Eric a noite inteira.

A porta se abre devagar… e Ivy aparece.

Enrolada numa toalha branca, com os cabelos molhados escorrendo pelas costas e a pele ainda corada do banho quente.

Porra.

Ela está linda demais assim, tão natural.

Os olhos dela se arregalam quando me vê.

— A gente precisa terminar aquela conversa — digo, sem rodeios.

Ivy arregala um pouco mais os olhos e coloca a cabeça para fora da porta, olhando o corredor vazio, como se alguém pudesse aparecer a qualquer momento.

— Conversar? A essa hora? — pergunta, baixinho. — Lucas, são quase uma da manhã.

Não respondo, só dou um passo à frente, forçando-a a recuar.

Entro no quarto e fecho a porta atrás de mim, sem desviar os olhos dela nem por um segundo. Ivy aperta a toalha contra o peito e levanta o queixo.

Atrevida. Como sempre.

— Eu avisei — digo, encostando na porta. — Te disse que se continuasse me provocando, eu ia esquecer todos os motivos que inventei para ficar longe de você.

— E eu te avisei que não sou sua — ela retruca, mas a voz sai baixa, quase um sussurro. — Não vou me afastar do Eric só porque você acha que pode mandar em mim.

Solto uma risada curta, sem humor.

— Sabe… a Sophia tem razão — continuo, me aproximando até ficar a poucos centímetros dela. — Você deve ser mesmo uma bruxa. Porque não é normal um homem como eu enlouquecer por causa de uma noite.

Ivy morde o lábio, e vejo o peito subir e descer mais rápido.

— Um beijo — murmuro, passando a mão pelos cabelos. — Um beijo numa boate. E agora estou aqui, batendo na sua porta de madrugada, como se tivesse esse direito.

— Acho que você está enlouquecendo pela mulher errada, Lucas — ela sussurra. — Procure a Blair. Porque eu não vou ser um brinquedo que você usa quando está entediado.

Isso incomoda, mas não o suficiente para me fazer parar.

Em vez disso, me inclino mais, roçando a boca na orelha dela.

— Você não é meu brinquedo — digo, rouco. — Você é o problema que eu não consigo mais evitar.

Ela respira fundo e sinto o corpo dela tremer contra o meu. É aí que perco o resto do controle.

Seguro o rosto dela com as duas mãos e a beijo com fome. As mãos dela sobem para o meu peito, primeiro como se fosse me empurrar, depois agarrando minha camisa, me puxando mais para perto.

Ela retribui com a mesma intensidade que sinto há semanas.

Agarro sua cintura, apertando a pele macia por baixo da toalha fina. O tecido cede fácil demais e cai no chão, deixando-a completamente nua contra mim.

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