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A prometida do Capo italiano romance Capítulo 76

CAPÍTULO 83

Alexander Caruso

Rapidamente o fogo tomou conta da cabeça dela, então vi Laura com a mangueira, apagando o fogo com a água, também a deixando enxarcada.

— Não tão cedo, maledetta! — Laura falou enquanto Anita gritava, sua cabeça ficou horrível.

— AHHHHHH! VOCÊ É O PRÓPRIO DIAVOLO! O PRÓPRIO DIAVOLO! ENFEITIÇOU O ALEXANDER, COMO CONSEGUIU MENTIR PRA ELE? — Anita continuava com o escândalo, Laura me olhou.

— ELA NÃO MENTIU COMO VOCÊ MENTIU! EU VI, ANITA! EU VI COM OS MEUS PRÓPRIOS OLHOS, VOCÊ COM O MEU PAI! AINDA VAI SER ESTÚPIDA DE CONTINUAR MENTINDO? — gritei e vi o desespero nos olhos dela, ainda amarrada, tentando levantar.

— Foi ideia do Albert! Eu nunca quis o seu pai, Alex... eu juro! — dei um tapa na cara dela.

— Falsa, mentirosa! Eu ouvi muito bem, era “eu” quem você não suportava! O que queria? Dinheiro? Valeu a pena destruir a sua vida por dinheiro? — apertei o seu pescoço e depois soltei.

— Para Alex! — ela chorava.

Laura foi até a porta, buscou um machado que estava encostado na parede, e veio arrastando aquilo no chão. Ela estava com sapatos pretos de solado cor vermelha, sua postura era impecável, seu semblante biabólico, caminhando com perfeição, deixando o machado à mostra.

— Você comece a dizer o que planejaram, porquê dependendo da demora, a sua tortura será pior! — Laura falou segurando o machado com uma mão e a outra na cintura, enquanto Anita chorava.

— A minha cabeça está queimando, é insuportável! Eu quero morrer! EU QUERO MORRER! — Laura ergueu aquele machado com tudo, e simplesmente bateu, acertando a beirada do pé de Anita, arrancando a ponta do sapato com a ponta do dedão dela.

— Confessa! — insisti. Eu queria ouvir da boca dela o que fez com o meu pai, e os motivos. — PORQUÊ FEZ ISSO?

— AHHHH! EU QUERIA UMA BOA VIDA, SEU IDIOTA! SEU PAI PODERIA ME DAR, SÓ QUE NÃO QUIS ME ASSUMIR, EU QUERIA UM CASAMENTO! — balancei a cabeça, a repugnando.

— E, daí iria enganar o idiota, aqui? Porquê me jurava ser pura, falava pouco, e no fim... estava rodeada de mentiras! Sendo vulgar ao ponto de se relacionar com seu tio, só por causa de dinheiro? — ela balançava a cabeça e chorava.

De relance vi a Laura enchendo o Albert de choques, sempre que ele tentava se levantar, ela dava outro choque, que com o corpo molhado se intensificava, então ela pegou pesado com área das mãos dele.

— Quem matou o meu pai? VAMOS! É A SUA ÚLTIMA CHANCE, ALBERT! — agora olhei para ele, que cuspiu sangue com pedaços de vidros, pelo visto tirou os pregos sozinho, mas não falou.

Laura pegou a faca e começou a cortar o corpo dele por onde ainda dava.

— EU NÃO VOU DIZER! NÃO VOU DIZER! FUI EU QUEM INCENTIVOU, MAS NÃO DIGO QUEM FOI!

— Então confessa que não foi você? — bufei, ficando de costas, a cada segundo tenho mais vontade de matar esses maledettos.

O infeliz sorriu, e precisei me controlar, porque num soco o mataria nas condições em que estava.

— Não foi fisicamente, mas coloquei veneno o suficiente na cabeça do idiota! — sorriu enquanto cuspia mais sangue. — Essa será a minha vingança, Alexander... nunca vai descobrir, pois quem fez jamais contará!

Laura pegou o maçarico e se aproximou, começando agora a torturar, queimando a sua pele.

— AHHHHHH! AHHHHHH! — ela queimava um lugar, depois tirava e queimava outro, enquanto Anita só chorava.

— Vou pegar álcool! — Laura falou, então guardou o maçarico e simplesmente atacou o álcool sobre ele e ligou um ventilador de teto para que queimasse.

— AHHHHHH! AHHHHHH!

— Laura, cuida da Anita, vou enviar mais um para o diavolo! — ela assentiu, e pegou um alicate, certamente arrancaria as unhas da Anita.

Saí arrastando o Albert, ouvindo seus gritos, mas não me importei.

Amarrei as mãos do maledetto, o prendi numa corda que estava presa no carro de um soldado.

— Vai precisar correr maledetto! — falei e mandei o soldado ir dar uma volta com o infeliz.

— NÃO! ISSO É TERRÍVEL, ME DÊ UM TIRO! ME MATAAAA!

Logo que o meu soldado saiu, Albert tentou andar e depois correr para não ser arrastado, porém isso não durou quase nada, pois ele já estava todo machucado e com costelas quebradas, então logo depois ele já estava sendo arrastado pelas pedras.

Meu soldado começou a dirigir em círculos e o Albert estava tentando levantar, mas caía de novo... eu observei até que vi seu corpo parar de tentar, então assoviei.

— PARE! — o soldado parou e eu fui ver de perto. — Ainda está vivo, coloque fogo! Ou vai me contar quem matou o meu pai, e ter uma morte rápida? — tentei uma última vez.

— Vai... se... foder...

— FOGO! — gritei, então vi a correria dos soldados, que em instantes, estavam lá, fazendo o que eu pedi, e agora eu iria terminar de acertar as contas com a Anita, aposto que ela me conta quem matou meu pai!

CAPÍTULO 84

Laura Strondda

Quando o Alex saiu, me senti melhor. Fiquei mais a vontade, encarei aquela bigato de goiaba bem de perto.

— É, agora não adianta me olhar com esses olhos de bulicas, a sua chance já passou a muito tempo, a sua hora chegou! — fiquei brincando com um alicate, e o machado ainda estava encostado nas minhas pernas, parcialmente sujo com o sangue dela.

— Pode pegar pra mim, amore mio?

— Vai deixar a sua família esperando?

— Sim, que esperem! Se tiverem pressa, podem voltar amanhã. — sorri e vi um leve sorriso do Alex, então cochichou com alguém na porta, e foi pegar o pote.

— É o Tony, né? — perguntei.

— Sim, veio com a família!

— Então vou me apressar, Fabiana não merece esperar! Adoro esses besouros, são carnívoros, com os cortes da boca dela, vão se divertir! — falei.

— Que cortes? Que besouros? Como assim? — Anita estava assustada.

— Esses...

Peguei a faca, segurei a sua cabeça e fiz cortes na sua boca, então peguei os besouros.

— Alex! Deite a cadeira dela no chão, assim mesmo como está! — pedi.

Alex praticamente a derrubou no chão, deixando amarrada e joguei todos os besouros em cima dela.

— SOCORRO! ME TIREM DAQUI! SOCORRO! — ela ficou gritando.

— Peça ao soldado que se certifique, e os besouros fiquem no rosto dela!

— Ok.

O nome de bombardeiro se dá ao fato de que quando se sente ameaçado bombardeia, em qualquer direção em que se encontre seu predador, com o jato de um líquido que sai do seu abdome. Esse líquido expelido sai fervendo e com um cheiro bastante forte e desagradável, na pele humana causa uma ardência.

Vi o Alex fazer uma ligação, então logo um soldado apareceu, e saímos do local.

— Quer tomar um banho, antes? — levei um leve susto, quando Alex abraçou a minha cintura, meu coração se agitou.

— Não, vamos ver do que se trata, depois iremos descansar! — ele assentiu, continuou segurando na minha cintura, e foi diferente.

Quando cheguei na sala, Antony estava em pé... Fabiana sentada no sofá com o meu sobrinho, mas ele tinha uma postura muito séria... o que será que queria, agora?

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