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A Redenção do Ogro romance Capítulo 11

Bernardo Thomson

Ela chega na porta do closet e para ali, completamente nua e com os olhos bem marcados pela maquiagem, deixando ela mais madura, com cara de mulherão.

Meu pau tem um espasmo dentro da calça de tão erriçado que fica em ver aquele passarinho.

Aquele corpo que parece um violão. Ela tem curvas nos lugares certos.

Pernas torneadas por causa da dança. Uma pele branca e sem nenhuma marca visível, pronta para ser pintada por mim. Seus seios são médios, aqueles que não pesam quase nada, mais arredondados simetricamente. Suas auréolas são rosadas e os biquinhos isolados, aqueles que temos que chupar bastante para caber um prendedor de mamilos. Finja-me fartar com eles, todos os dias, se puder.

Camila mexe com o meu libido, principalmente com a minha imaginação. Eu não vejo a hora de torturar ela até ela chorar nos meus braços.

Porque é isso que vou fazer na primeira oportunidade que tive. Torturá-la, sentir seu corpo estremecer, o suor tomar conta de tudo. Eu quero ver a Camila toda bagunçada por mim... E isso me excita pra caralho.

Desço o olhar e vejo aquela barriguinha saliente. Não sei quem foi que disse para as mulheres que sexy é barriga chapada. Não, não é... Ela tem que ser feminina, e nada como uma gordurinha ali para apertar e morder. É minha perdição! Camila nunca fez uma lipo... Seu corpo é natural e eu dou graças a Deus por isso... Minha libido também.

Faz sinal para que ela se aproxime, e ela vem a poltrona onde estou sentada com até o mesmo copo de uísque que trouxe lá de baixo. Ela se aproxima, e me concentra naquela boceta linda.

Pequena eu diria… discreta. Seus grandes lábios escondem tudo. E o que se esconde dentro dos grandes lábios? Uma vagina quente e molhada, com um clitóris também pequeno e toda rosadinho, como suas auréolas.

O que me excita não é toda essa coisa de que existe boceta bonita e feia. Não é isso... Pra mim todas elas são perfeitas, cada uma com suas particularidades. O que me excita é que ela é tão pequena, e me acomoda como se eu tivesse sido feito para ela. Não há emoção para essas coisas.

Apesar de ainda sentir ela travada algumas vezes, ainda sim... Compartilhamos de uma conexão que não é sempre que acontece.

Toco ali com o meu dedo que parece maior do que aquele pequeno botão, e esfregou ele. Ela geme...

-Você é perfeito passarinho!

-O mestre também...

-Quero que nunca mais se diminua ou faça piada com o seu passado. Precisa ter orgulho do que se tornou, pois fez isso da melhor maneira possível.

Continuo apertando seu botãozinho, recolhendo seu líquido no caminho. Beijo sua barriga e mordo exatamente na gordurinha que eu amei.

Ela geme e não me toca.

-Pode me tocar Camila. Quando não quiser que me toque, eu avisei... Aliás, quando não quiser que você faça algo eu falarei... Não precisa pedir permissão para essas coisas.

-Sim mestre!

Ela põe as duas mãos no meu ombro e começa a subir por eles em direção a minha nuca e cabelo.

Dou mais um beijo em sua barriga e olho para cima.

Ela está olhando para baixo com os olhos brilhantes.

Pego uma de suas pernas e coloco seu pé em cima da minha poltrona deixando sua boceta aberta.

Puxo ela um pouco mais para mim, e abro seus grandes lábios com minhas duas mãos.

Me abaixo, e caio de boca naquela carne suculenta. Passo a língua em seu clitóris e ela ronrona passando as mãos pelo meu cabelo, despenteado mais o que já estava despenteado.

A coisa vai ficar intensa. Quanto mais passeio com minha língua em sua boceta mais vontade eu tenho de me concentrar ali.

Pego ela pela cintura de surpresa e ela dá um grito de susto, quando a suspensão.

-Monta no meu ombro.

Ela faz o que digo. Enviando com a boceta de frente para o meu rosto. Eu seguro ela pela bunda, me encostando no sofá e começo a lamber ela o mais profundo que posso. Lambo, beijo, chupo, mordo. Tudo que eu posso, é um pouco mais. Esfrego meu rosto ali, cutuco seu clitóris com o nariz.

Ela só geme segurando meu cabelo com força, puxando os fios. E quanto mais ela puxa, mas eu me empolgo na sua exploração.

Com o passar do tempo seu corpo todo começa a tremer. Ela ronrona igual a uma gata e se derrama em minha boca. Depois que limpo todo seu gozo, eu a deixei escorregar para meu colo e beijo a sua boca com o gosto dela...

Olho para ela e digo:

-Está na hora de eu pintar minha tela, passarinho... De descendentes...

Ela confirma e começa a sair do meu colo se ajoelhando em minha frente .

Ela vai direto para o botão da minha calça e desabotoa como uma menina obediente.

Me ajuda a descer a calça e ela mesmo, tira os sapatos, as meias e a calça.

Pego o copo de uísque e tomo toda a dose restante, colocando-o em cima da mesa.

Ela começa a chupar a cabecinha com força, sugando com a boca, e com as duas mãos começa a me masturbar.

Eu reúno seus cabelos num rabo de cavalo.

-A mão nas costas passarinho, e abra a boca.

Ela faz o que digo e eu chego meu corpo para a beirada do sofá, deixando ela ajoelhada entre as minhas pernas. Comando sua cabeça até meu pau e começo a entrar e sair de sua boca com movimentos feitos pelo quadril.

Ela é brava! E se esforça, mas é bem difícil ela conseguir levar meu pau todo em sua boca pequena. Poucas conseguem. E eu não me importo, desde que se dediquem à tarefa. Se esforcem!

E ela se esforçou. Sinto sua garganta com apenas metade do pau dentro dela, e cutuco ali, retirando ele todo. Ela joga e respira fundo.

Eu esperei muito tempo por isso!

Agora é minha vez...

-Essa boceta vai arrombada passarinho...De tanto eu te comer... Não vou sair de dentro dela nunca mais... -Ela geme e eu sinto seus músculos vaginais me apertando.

Eu rosno com o movimento falando em seguida:

-Gosta de ouvir uma putaria não é mesmo passarinho?

-Sim mestre!

Continuo metendo até que me derramo dentro dela, e ela geme denunciando um orgasmo quase ao mesmo tempo. Ficamos parados por um tempo até nossas respirações voltarem ao normal.

Passo minha mão pelo seu corpo suado e gostoso, apertando seus seios. E ela estremece mais uma vez.

Seguro ela no colo e a levo até a cama.

-Vou no banheiro. Se recomponha e fique de quatro. Ainda não terminei com você.

Viro as costas para a cama e vou em direção ao banheiro.Não mesmo!!! Olho para meu pau encapado e suspiro. Ele continua semi ereto e eu quero mais... Muito mais...

Se Deus quiser semana que vem não precisarei mais disso... Retiro a camisinha e jogo no cesto de lixo. Não vejo a hora de entrar nela sem isso, mas para o que isso aconteceu, preciso contar para os meninos que estou com um novo contrato. Porque só confio no Paulo para cuidar dela.

O duro vai ser os dois me zoando, porque é bem difícil eu estar comprometido. Ainda por cima por meses seis. Eu e Arthur somos atendidos a contratos curtos, pois gostamos de variar.

Só isso já vai ser uma boa novidade para eles me zoarem por meses. A segunda coisa é que eu não posso contar a eles sobre o passado da Camila. E vai ser a primeira vez que esconderei algo. Estou apreensivo, porque não sei se conseguirei. Mas eu prometi a Camila que não contaria pra ninguém. Eu preciso manter a promessa

Eles não precisam saber disso.

Será que eu estarei pecando com minha lealdade a eles, se esconder isso?

Não né...

Meus irmãos são as pessoas mais importantes da minha vida depois dos meus pais. Eu valorizo ​​muito essa amizade.

Mas o segredo é da Camila. Não é meu. Então eu não tenho direito de contar nada.

Jogo um pouco de água no rosto e suspiro, me olhando no espelho.

Pela primeira vez eu estou encantado de verdade. E quero fazer as coisas certas. Não sei se é porque eu sei o quanto ela já sofreu na vida, só sei que pela primeira vez, eu me importo em fazer as coisas darem certo!

Eu não sei se essa relação vai durar... Mas eu me esforçorei. Ela merece um pouco de sossego nessa vida fudida que ela teve até hoje. E eu pretendo fornecer isso a ela.

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