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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 113

"Matheus"

Aquela Peste era uma força irresistível. A atração que eu sentia por ela era tão poderosa que qualquer tentativa que eu fazia de controlar o meu desejo por ela era jogada pela janela quando ela se aproximava. Era uma luta perdida tentar não tocá-la e a tensão sexual entre nós era palpável.

Quando nossas bocas se encontraram, se encaixando com perfeição, absorvendo a urgência e o prazer daquela colisão intencional, havia uma ânsia em mim por consumí-la e acabar com qualquer distância que ainda existisse entre nós. Nossas línguas se enroscavam com impetuosidade, necessidade e uma dose de desespero. Minha mão agarrou a sua cintura, enquanto a outra subiu e puxou o seu cabelo para trazê-la ainda mais para perto de mim.

Meu corpo todo gritava por mais, minha mente parecia submersa em um poço sem fim de desejo e eu era todo impulso primitivo. Meu mundo se resumiu, por um minuto, a sensação do corpo dela preso no meu, seu cheiro doce invadindo o meu olfato, o sabor da sua boca.

Um gemido abafado escapou da sua boca e nós nos afastamos por uma fração de segundo, uma respiração pesada nos escapou e foi possível ouvir um pequeno barulho de lábios se separando e voltando a se tocar, com força, com mais vontade, roubando não só o fôlego, mas as forças e deixando apenas o desejo para me consumir.

E quando nós nos afastamos, puramente por necessidade de respirar, estávamos os dois ofegantes. Ela estava ainda mais linda com os lábios brilhantes e agora com o batom borrado, mas o seu olhar totalmente perturbado foi o que virou de vez o meu juízo e me fez mandar para o quinto dos infernos a idéia idiota de que eu não deveria levá-la para a cama.

- Peste, não provoca desejos pra depois renunciar que é pecado! - Eu passei o polegar pelo rosto dela sem desvencilhar o meu braço da sua cintura.

- Tá, escuta, eu estou cansada de pensar e eu admito que não consigo tirar você da minha cabeça. Então eu quero fazer o que você sugeriu. Mas você tem que dispensar a periguete. - Ela falou, parecendo meio atordoada e eu ri sem entender nada, apenas registrei que ela não me tirava da cabeça e isso já era melhor que tudo que ela já tinha me dito.

- Calma, Peste, primeiro me diz quem eu tenho que dispensar e depois me diz o que eu sugeri. - Eu pedi e tinha certeza que o meu sorriso era meio bobo.

- Não se faz de bobo, Carrapato, dispensa a periguete que você está esperando. Ou que já está aí. Não sei! Só sei que o Rossi me disse que você ia voltar aos seus velhos hábitos...

- Peste, eu estava esperando você! Só você! - Eu declaro e não consigo parar de sorrir. Os olhos dela são pura confusão. - Para de pensar, Peste, me leva pra cama e fode comigo, marca o meu corpo inteiro até que eu só consiga dizer o seu nome e implorar os seus beijos a cada vez que eu respirar.

Eu segurava o rosto dela bem perto do meu, meu braço ainda prendendo a sua cintura. Ela deu um pequeno sorriso, o peito arfante e os olhos presos aos meus.

- Foi pra isso que eu vim, Carrapato, pra passar a noite presa em você, pra você me fazer gemer de verdade. Eu vim pra roubar o seu ar até você esquecer que existem outras mulheres na face da terra e pensar só em mim. Me mostra o que tem na sua mente safada, Carrapato!

O pedido dela foi o comando final que eu precisava. Ela estava ali para ser minha finalmente, pelo menos por esta noite ela seria minha! Ainda com o braço em sua cintura eu a tirei do chão e suas pernas se enroscaram na minha cintura, fazendo aquele vestido sexy subir e expor a sua pele. Entre beijos e passos apressados eu a levei para o meu quarto.

- Daqui não tem volta, Peste, você é minha!

- Quem disse que eu quero voltar?

Ela saiu do meu colo, abriu o zíper do vestido e o deixou cair ao chão. Era apenas ela e um calcinha minúscula à minha frente. O corpo mais lindo que eu já tinha visto, curvilíneo, perfeito em cada detalhe. Eu puxei minha camisa sobre a cabeça e a joguei pelo quarto. Peguei a minha peste outra vez pela cintura, sentindo os seios dela contra o meu corpo, pele com pele, o calor dela em mim. Minha boca a devorou mais uma vez.

- Ah, peste, eu tenho planos pra você e t***s para a sua bunda, porque aqueles gemidos na casa do Rossi, gostosa, eles foram bem de verdade que eu sei.

- Carrapato convencido! - Ela riu, enquanto suas mãos abriam o zíper do meu jeans e tocavam o meu pau que estava duro como aço para ela e o seu leve toque me fez gemer. - Você fala como se você não tivesse gemido de verdade. Como se você não tivesse ficado excitado.

- Você sabe que eu fiquei e eu sei que você também ficou... como está agora.

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