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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 114

"Gabriele"

Eu abri os olhos com a luminosidade dos raios de sol que atravessam a cortina leve na janela. Meu corpo todo doía, um lembrete que esse Carrapato me possuiu de mais maneiras do que eu esperava. Eu ainda estava aninhada no peito dele e esfreguei o meu nariz, sentindo o cheiro da sua pele e inalando profundamente o aroma viciante amadeirado e irresistivelmente masculino. Era relaxante e íntimo.

- Bom dia, minha Peste linda. Dormiu bem? - Eu escutei a sua voz rouca e cheia de carinho e levantei a cabaça para encará-lo.

- Que pergunta boba, Carrapato, você não me deixou dormir quase nada! E agora o meu corpo inteiro me lembra que eu estou acordada e ele está dolorido da melhor maneira possível. - Eu confessei e ouvi o seu risinho fácil. - E você?

- A melhor noite em muito tempo, realmente eu não sei porque dormimos, talvez eu devesse ter aproveitado melhor você, Peste! - Ele p0assou as mãos pelas minhas costas, apertando o meu corpo contra o dele.

- Carrapato safado! - Eu dei um tapinha no peito dele e ele se virou sobre mim.

- Sim, Peste, eu tenho a mente safada e você está nela, sem roupa! Ô, meu Deus, que delícia! Mas você também não é santa, gosta muito de mordidas, t***s- na bunda e palavras ousadas e eu tenho tudo isso pra te dar! - Ele suspirou e me deu um beijo rápido. - Huumm! Somos perfeitos um para o outro e você estava perdendo tempo, Peste.

- Somos perfeitos? - Eu o encarei com as sobrancelhas levantadas. - O problema, Carrapato, é que eu gosto de tudo isso, mas você segue carreira solo!

- Então vem ser participação especial na minha carreira solo, Peste! - Ele sugeriu com aquele sorrisinho sacana.

- Até poderia, mas cuidado com o que você deseja! - Eu sugeri enquanto sentia a boca dele deslizar pelo meu pescoço e o corpo quante dele sobre o meu.

- Peste, estou pronto e preparado. E no momento eu desejo você de quatro. - As mãos dele deslizaram pelas laterais do meu corpo.

- Presta atenção, Carrapato, eu estou falando sério! - Eu respondi e ele ergueu a cebeça para me olhar. - Eu não gosto de filas, sou péssima com listas de espera e não tenho paciência. Eu gosto de agenda limpa, não aceito ser a terceira da terça, muito menos a surpresa da quinta. Meu ego de diva não permite isso!

- Ah, mas você foi a melhor surpresa de quinta feira a noite da minha vida, Peste! - Ele beijou o canto da minha boca.

- É sério, Carrapato! Eu gosto de evento exclusivo, não de buffet coletivo. E se quiser uma próxima temporada comigo, é só comigo! - Eu avisei e o sorriso dele se alargou.

- Entendido, Peste, a fila foi oficialmente desativada e a agenda está em branco! É só você, pelo tempo que você quiser. Mas já te aviso, vou ficar com muito tempo livre! - Ele respondeu enquanto sua boca deslizava do meu queixo para a minha clavícula.

- Ah, que bom, talvez você consiga trabalhar um pouco pra variar! - Eu brinquei e ele deu um tapa- na minha coxa que me fez rir, enquanto sua boca começava a descer para os meus seios, mas então eu me lembrei justamente do trabalho, dei uma olhadinha no relágio que ficava no criado mudo dele e o empurrei de cima de mim. - Ah, merda!

- Pra alguém que não se apega, isso parece ciúme, hein, Carrapato?!

- Agenda vazia e fila zero funciona para os dois lados, Peste! E de jeito nenhum eu vou deixar o meu evento exclusivo se exibindo para o buffet coletivo no trabalho! - Ele respondeu e me puxou da cama. - Vem, delícia, vem passar a mão no meu corpinho molhado e ensaboado.

O banho não foi só um banho, o café da manhã foi um café completo e passar na minha casa para trocar de roupa foi uma péssima idéia porque as mãos dele não saíam do meu corpo enquanto eu me trocava. E entre ele me agarrar e eu tentar resistir como se fosse uma chocólatra segurando a caixa de chocolate, eu cheguei ao trabalho com uma hora de atraso.

- Peste! - Ele chamou e me puxou de volta para o seu peito. - Eu gosto muito do meu evento exclusivo! - Ele me deu um daqueles beijos que desligavam o meu cérebro da boca. - Você vai passar o dia sem roupa na minha cabeça.

Eu sorri e dei mais um beijo nele e os beijos dele eram um acontecimento. Havia uma promessa implícita naquele beijo, que durou o necessário para fazer o meu corpo formigar de vontade de voltar pra casa com ele. Mas eu não podia! Eu era uma adulta funcional e responsável, não uma massa de hormônios que só pensava em sexo, mesmo que agora eu só estivesse pensando nas coisas que aquele Carrapato fez comigo. Eu me afastei e a dois passos de distância eu olhei para ele por cima do ombro.

- Você foi insuperável, Carrapato. - Eu vi o sorrisinho convencido dele ficar maior. - Mas eu sou inesquecível.

Eu caminhei para o escritório com a confiança de que eu tinha atingido algo naquele homem que gostava tanto de ser livre.

Eu corri para o escritório e, para a minha sorte, a secretária me contou que o meu chefe estava na sala do chefe dele desde que chegou à empresa e nem teve tempo de procurar por mim. Era tudo o que eu precisava, começar o meu dia sem aquele chato pegando no meu pé.

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