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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 121

"Matheus"

Eu estava esperando a Gabriele sair do trabalho. Nós tivemos um final de semana perfeito e aquela peste era uma mulher fora do comum, toda comportada, inteligente e divertida, mas no quarto era uma delícia de safada e tinha me deixado louquinho por ela.

Desde o dia em que a Eva a empurrou para dentro da minha casa, nós não tínhamos dormido nem um dia separados e eu odiava ter que deixá-la no trabalho, eu não entendia porque ela não vinha trabalhar comigo, ia ser tão mais divertido!

Talvez eu devesse arrumar um escritório no prédio em que ela trabalhava, mas se eu fizesse isso ela ia surtar, porque ela estava agarrada a idéia de me deixar longe do trabalho dela, parecia o Rossi, que não misturava trabalho e prazer e agora estava fazendo uma bela mistura, com muito prazer. Mas esse ainda me preocupava, porque eu saba que ele ainda não tinha se livrado totalmente da nascida do inferno e ela ia aprontar.

A Gabriele saiu do prédio conversando com a secretária que me deu um adeusinho depois de se despedir da Gabriele.

- Oi, Carrapato! Sentiu a minha falta?

- Peste linda e gostosa! Eu passei um dia meserável sem você, só pensando nessa calcinha minúscula que você está usando. - Eu respondi e ela deu uma risada.

- Se você tiver sorte, você vai poder tirá-la! - Ele me deu um beijo que quase me fez esquecer que nós estávamos em público.

- Se você tiver sorte eu não vou rasgá-la! - Eu falei no ouvido dela.

- Tomara que eu não tenha sorte nenhuma! - Ela me provocou e que me virei e a coloquei no carro depressa.

- Tomara que eu não bata esse carro e consiga chegar em casa, Peste atrevida!

- Carrapato, que bolsa é essa no banco de trás? - A Gabriele perguntopu assim que eu entrei.

- É sua, minha gostosa! Eu almocei com a Evita e nós passamos na sua casa, ela me ajudou a organizar umas coisas suas para levar para a minha casa.

- Como é que é, Carrapato? Você agora corrompe a minha amiga para que ela te ajude nas suas idéias idiotas? - Ela me olhou irritada e eu comecei a rir, eu sabia que ela ia ficar muito brava.

- A Evita é minha perceira no crime, Peste, se conforme! E sim, ela me ajuda porque ela sabe que eu sou a sua felicidade, delícia.

- Sei! Convencido você não é não, né?!

- Convencido? Não, nem um pouquinho. Peste linda, eu sou muito humilde, mas o que eu posso fazer se eu sou perfeito?! Você mesma disse que o Rossi e eu somos de uma sociedade secreta. Então, somos de uma sociedade secreta de homens perfeitos, que fazem a cama tremer e dão tremedeira nas pernas.

- Eu mereço! Eu mereço! - Ela me olhou como se não acreditasse no que estava ouvindo, enquanto eu ria como um idiota.

- Peste, relaxa, nós vamos lá pra casa, eu pensei que seria melhor você ter coisas suas lá, ao invés de sair correndo todas as manhãs e ter que ir no seu apartamento.

- Eu não precisaria ter que correr se ficássemos no meu apartamento. - Ela cruzou os braços toda emburradinha.

- Gabriele, está muito difícil de você entender que eu quero as suas calcinhas na minha gaveta, suas roupas no meio das minhas, você se maquiando de manhã no meu banheiro enquanto eu beijo o seu pescoço, o seu perfume impregnado na minha casa e no meu corpo? É muito difícil entender que eu quero a sua presença lá mesmo quando você não estiver? - Eu a encarei sério e ela estava rindo.

- Ai, Carrapato, que lindo! Acelera esse carro antes que eu pule no seu colo.

- Peste delícia! - Eu me curvei e dei um beijo nela. - Alguma chance de nós trabalharmos em home office uns dias?

- Nenhuma! - Ela riu, enquanto jogava um balde de água fria nas minhas intenções. Talvez eu devesse fazer essa peste tirar férias. - E então, nós vamos terminar de ler aquele diário hoje?

- Sim, nós precisamos. Eu preciso conversar com o José Miguel. O Nelson me ligou hoje, me falou que eu posso contar a ele e mostrar o diário que ele está pronto para isso. E hoje nós vamos ler o início. Aquele diário me irrita, Gabi! A Carmem me irrita! A Cora está morta, mas eu a odeio ainda mais.

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