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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 33

“José Miguel”

Eu precisava falar com a Srta. Sanchez e me desculpar com ela pelo meu comportamento no elevador. Ela devia estar furiosa comigo, se manteve trancada na sala dela o dia todo praticamente.

- Ah, vai José Miguel, deixa de ser covarde! É uma mulher! Se desculpe, seja gentil, garanta a ela que não vai se repetir e que o Enzo será discreto. – Eu bufei, aquele garoto não era discreto.

Mas eu precisava me desculpar. Eu me levantei para ir a sala dela, mas mudei de idéia, aquela sala era pequena demais e nós ficaríamos muito perto, eu não conseguiria resistir, já estava convencido de que eu era um fraco que não conseguia ficar perto daquela mulher sem beijá-la. Era melhor chamá-la na minha sala, era maior e ela ficaria do outro lado da mesa. Isso, minha mesa, meu escudo!

Eu enviei uma mensagem para ela e esperei. Alguns minutos depois ela entrou e fechou a porta, eu deveria ter pedido para que ela deixasse aberta, mas ela estava tão linda naquele vestido, os cabelos negros caindo pelas costas, o caminhar dela até a minha mesa… eu acabei me distraindo e quando ela parou em minha frente era tarde demais para que eu pedisse que abrisse a porta.

- Me chamou, Sr. Rossi? – Ela perguntou com aquela voz doce, que eu só ouvi dela no meu apart, não aqui no escritório, e isso me distraiu com lembranças que eu deveria esquecer. Eu limpei a garganta, tentando encontrar a minha voz no fundo dela.

- Sim, Srta. Sanchez, por favor, sente-se, precisamos conversar.

Eu indiquei a cadeira a minha frente,mas ela deu a volta na mesa, subiu o vestido um pouco, apoiou uma das mãos em meu ombro e se sentou no meu colo, uma perna em cada lado do meu corpo, seu calor irradiando em mim. Eu arregalei os meus olhos, aquilo foi totalmente inesperado.

- Vai me dizer de novo pra esquecer o que aconteceu? – Ela falou sedutoramente no meu ouvido e deixou um beijo ali. – Vai dizer que nós temos um acordo? – Ela falou no meu outro ouvido e deu mais um beijo ali. – Sabe qual o problema, Sr. Rossi? – Ela segurou o meu rosto com as duas mãos, a boca tão perto da minha que eu podia sentir o seu hálito quente me provocando. – O problema é que o senhor não é muito bom em cumprir acordos. O senhor tenta e falha miseravelmente. E sabe onde isso nos leva?

- O-on-onde? – Eu perguntei totalmente seduzido por aquele canto de sereia.

- Nos leva a ser flagrados… na minha sala… - ela deu um beijo no canto da minha boca… - no elevador… - ela beijou o outro canto da minha boca… - admita, Sr. Rossi, o senhor não pode esquecer o que aconteceu.

- Eu preciso, Eva! – Eu sussurrei.

- Hum, precisar é diferente de querer. – Ela passou a língua sobre os meus lábios. – Me diz, por que você precisa? – Ela perguntou, mas prendeu o meu lábio inferior entre seus dentes e o sugou de uma maneira totalmente deliciosa. Era tarde demais, eu já estava sucumbindo de novo ao meu vício.

Eu passei os meus braços pela sua cintura e a beijei. Ah, como era deliciosa aquela boca! Eu exigi tudo o que ela me oferecia nos seus lábios, senti a maciez daquela boca que se abria para me receber com o mesmo desejo com o qual eu queria possuí-la. Minha língua a invadiu e percorreu cada canto, tomando o seu gosto doce, sentindo o meu corpo voltando a vida, o coração acelerando no peito, o sangue martelando em meus ouvidos e, quando ela rebolou no meu colo, eu senti a minha ereção ficar maior e desejar o calor do corpo dela.

- Eva, não faz isso comigo! – Eu supliquei, ainda em seus lábios, mas ela riu, aquela risadinha de que ia fazer comigo tudo e mais um pouco e que depois eu que lutasse para tentar esquecê-la, mas ela me avisou, esquecê-la era impossível!

- Você me disse no elevador que precisava de mais um. – Ela sorriu. – Agora sou eu que preciso de mais um!

Ela me beijou, eu já estava completamente rendido. E enquanto ela me dava aquele beijo que me deixava alucinado e que fazia o resto do mundo desaparecer, minhas mãos tocaram suas pernas, escalando por debaixo do vestido e o empurrando para cima. Eu toquei o seu traseiro e a segurei forte contra o meu corpo, ela se mexeu provocando um atrito que me deixou louco. Ela estava tão quente! Eu precisava tocá-la e sentir o seu calor em mim.

Eu subi o seu vestido, até que estivesse enrolado em sua cintura e minhas mãos deslizaram, tateando, procurando a sua calcinha, enquanto eu estava rendido naqueles lábios.

- Porra, Eva, cadê a sua calcinha? – Eu perguntei, sentindo seu sexo quente e úmido na ponta dos meus dedos e ela deu aquela risadinha outra vez.

- Ops! Esqueci na minha sala! – Ela brincou e eu gemi.

- Você sabe muito bem o que está fazendo, não é?! – Eu não pude evitar o meu sorriso.

Capítulo 33: Isso nos leva a ser flagrados 1

Capítulo 33: Isso nos leva a ser flagrados 2

Capítulo 33: Isso nos leva a ser flagrados 3

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