"José Miguel"
Eu observei a Eva trancar a porta e caminhar em minha direção com graça e leveza. Ela estava linda usando uma saia alfaiataria em tom caramelo e uma camisa masculina branca, que parecia grande para o tamanho dela, mas ainda assim ficava linda, com as mangas dobradas até os cotovelos. Eu a observei se aproximar, virar a minha cadeira de frente para ela e de forma delicada suspender um pouco a saia e se sentar no meu colo. Eu estava hipnotizado!
- Oi, amorzinho! - Eu sorri para ela e a segurei pela cintura. Eu estava ansioso para saber como ela me provocaria agora.
- Oi, Sr. Rossi! Nós ainda temos essa conversa pendente. - Ela sugeriu e eu deixei as minhas mãos vagarem para as suas pernas.
Enquanto as minhas mãos escorregavam debaixo do tecido da sua saia eu depositei um beijo no seu colo, onde os botões da camisa estavam abertos. Minhas mãos subiam lentamente por suas coxas, meus dedos traçando movimentos circulares em sua pele. Os dedos dela afrouxaram a minha gravata até desfazer o nó e abriram os botões da minha camisa, ela se curvou para beijar o meu pescoço, espalmando as mãos no meu peito, causando um arrepio que desceu pelo meu corpo. Era como se ela tivesse um controle nas mãos que me fazia voltar a vida, como se ela pudesse me ligar e desligar quando quisesse.
- Você esqueceu a calcinha de novo, Srta. Sanchez? - Eu sorri quando os meus dedos encontraram o seu monte de vênus desnudo por baixo da saia.
- Eu ando tão esquecida, Sr. Rossi! - Ela comentou com fingida inocência, enquanto eu puxava a sua saia para a cintura, embolando junto com a barra da camisa que realmente era grande demais para ela, mas ficava tão perfeita!
E quando eu embolei a camisa na cintura dela eu vi as iniciais bordadas na barra, JMR! Isso me fez abrir um sorriso tão grande que quase dividiu o meu rosto ao meio.
- Mas olha como a senhorita é cara de pau! Roubou a minha camisa e agora a está esfregando na minha cara! - Eu ri e dei um beijo no seu queixo.
- Eu posso devolvê-la agora, Sr. Rossi!
Ela abriu os botões da camisa, revelando um sutiã de delicada renda branca, com bojo estruturado, que abotoava na frente e deixava os seus seios ainda mais incríveis. Eu engoli em seco!
- Não, pode ficar com ela, fica muito melhor em você! Fica linda! - A verdade é que eu sentia orgulho por ela estar ostentando algo meu e isso atiçou meus instintos mais primitivos de posse. Eu sentia que ela era minha, só minha! - Você é muito linda, Eva! - Eu contornei com os dedos o decote formado pelo sutiã dela.
- Você também não é nada mal! - Ela se remexeu no meu colo e me beijou outra vez.

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