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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 65

"José Miguel"

Eu observei a Eva trancar a porta e caminhar em minha direção com graça e leveza. Ela estava linda usando uma saia alfaiataria em tom caramelo e uma camisa masculina branca, que parecia grande para o tamanho dela, mas ainda assim ficava linda, com as mangas dobradas até os cotovelos. Eu a observei se aproximar, virar a minha cadeira de frente para ela e de forma delicada suspender um pouco a saia e se sentar no meu colo. Eu estava hipnotizado!

- Oi, amorzinho! - Eu sorri para ela e a segurei pela cintura. Eu estava ansioso para saber como ela me provocaria agora.

- Oi, Sr. Rossi! Nós ainda temos essa conversa pendente. - Ela sugeriu e eu deixei as minhas mãos vagarem para as suas pernas.

Enquanto as minhas mãos escorregavam debaixo do tecido da sua saia eu depositei um beijo no seu colo, onde os botões da camisa estavam abertos. Minhas mãos subiam lentamente por suas coxas, meus dedos traçando movimentos circulares em sua pele. Os dedos dela afrouxaram a minha gravata até desfazer o nó e abriram os botões da minha camisa, ela se curvou para beijar o meu pescoço, espalmando as mãos no meu peito, causando um arrepio que desceu pelo meu corpo. Era como se ela tivesse um controle nas mãos que me fazia voltar a vida, como se ela pudesse me ligar e desligar quando quisesse.

- Você esqueceu a calcinha de novo, Srta. Sanchez? - Eu sorri quando os meus dedos encontraram o seu monte de vênus desnudo por baixo da saia.

- Eu ando tão esquecida, Sr. Rossi! - Ela comentou com fingida inocência, enquanto eu puxava a sua saia para a cintura, embolando junto com a barra da camisa que realmente era grande demais para ela, mas ficava tão perfeita!

E quando eu embolei a camisa na cintura dela eu vi as iniciais bordadas na barra, JMR! Isso me fez abrir um sorriso tão grande que quase dividiu o meu rosto ao meio.

- Mas olha como a senhorita é cara de pau! Roubou a minha camisa e agora a está esfregando na minha cara! - Eu ri e dei um beijo no seu queixo.

- Eu posso devolvê-la agora, Sr. Rossi!

Ela abriu os botões da camisa, revelando um sutiã de delicada renda branca, com bojo estruturado, que abotoava na frente e deixava os seus seios ainda mais incríveis. Eu engoli em seco!

- Não, pode ficar com ela, fica muito melhor em você! Fica linda! - A verdade é que eu sentia orgulho por ela estar ostentando algo meu e isso atiçou meus instintos mais primitivos de posse. Eu sentia que ela era minha, só minha! - Você é muito linda, Eva! - Eu contornei com os dedos o decote formado pelo sutiã dela.

- Você também não é nada mal! - Ela se remexeu no meu colo e me beijou outra vez.

- É só você me segurar, eu não vou a lugar algum! - Ela sussurrou como uma promessa e o meu coração se aqueceu com o que ela me oferecia.

Eu segurei as suas mãos sobre a sua cabeça, nossos dedos se entrelaçando como se nos atassemos por uma corda, acelerei os meus movimentos, sentindo que o controle escapava de mim e que crescia a necessidade de urgência, de possuí-la como um vendaval que passa e revirava tudo, sem deixar nada no lugar. Eu queria deixá-la como ela me deixou, completamente fora de prumo,desesperado por ela!

- Olha pra mim, amorzinho. - Eu pedi e os seus olhos se abriram. o sorriso surgiu lentamente em seu rosto e me cativou por completo.

Eu prendi os olhos dela nos meus enquanto eu possuia o seu corpo e ela segurava o meu coração. Eu senti os espasmos do corpo dela, sua intimidade apertando o meu membro, como se me quisesse ainda mais denntro dela. Seus lábios se curvaram em um "O" perfeito, ela lutou com todas as sensações para manter os olhos abertos pra mim, apenas os semicerrando por um momento para absorver tudo o que sentia enquanto gozava e me atirava com ela naquele mar de sensações maravilhosa. E quando eu me derramei dentro dela, eu abafei o meu gemido de prazer na curva do seu pescoço, sentindo a delicadeza da pele dela entre os meus lábios.

As mãos dela estavam em minhas costas, por dentro da camisa, e era um toque delicado e profundo em mim. Nossas respirações estavam descompassadas, meu coração estava disparado, em minha mente apenas ela. Eu a segurei firme em meu peito e a levei comigo de volta para a minha cadeira.

Eu a segurei contra mim, de olhos fechados, sentindo o meu corpo voltar para a terra enquanto os dedos dela traçavam sutilmente a tatuagem no meu peito. O silêncio confortável entre nós, nossas peles se tocando e se possuindo como se pertencessemos um ao outro. Pelo menos eu pertencia a ela, queria que ela pertencesse a mim. E o resto? Eu não tinha idéia do que fazer com o resto, eu só sabia que não podia perde-la, ela não!

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