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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 66

"Eva"

Eu estava completamente abalada com o que havia acabado de acontecer, as coisas que ele me falou, a forma como ele me tocou, como ele me olhou! Aquilo que ele fez comigo não foi sexo, foi como um ritual para me prender completamente a ele. Eu estava muito ferrada, quando esse homem fosse embora eu estaria acabada, reduzida a nada, atirada na miséria de um mundo em preto e branco, sem sabor e sem cheiro.

Não, eu não pensaria nisso agora! Agora eu o tinha aqui, com os braços em torno de mim e seus beijos delicados na minha cabeça. Eu ouvia o seu coração bater, forte e acelerado, eu sentia o seu peito subir e descer, estabilizando a respiração, eu sentia o calor da sua pele na minha, eu tinha aquelas asas de anjo sob as pontas dos meus dedos. E foram vários minutos que ficamos ali assim, abraçados como se não existisse mais nada no mundo, como se não pudéssemos nos afastar, suas mãos me tocando carinhosamente.

- Entendeu as intruções, Srta. Sanchez? - Ele perguntou com uma pitada de diversão na voz.

- Foram instruções bem detalhadas, Sr. Rossi, talvez o senhor precise repeti-las pra mim! - Eu brinquei e ouvi seu riso reverberando no seu peito.

- Eu sempre vou repetir, amorzinho! - Ele deu mais um beijo na minha cabeça. - Você está bem?

- Esplêndida! - Eu sorri e observei aquelas asas mais uma vez, enquanto os seus braços me apertavam um pouco mais. - Posso fazer uma pergunta?

- Sobre as tatuagens? - Sua voz pareceu tensa.

- Sim, mas só se não for um problema.

- Pode perguntar.

- As asas, você perdeu alguém importante?

- Muito importante. - Ele respondeu com um suspiro e talvez não tivesse sido uma boa idéia perguntar, eu não queria estragar aquele momento tão relaxado e de carinho que estávamos.

- E o lobo, por que?

- Os lobos andam em matilha, é um símbolo de laços familiares, eu fiz quando os meus pais morreram, depois que a minha mãe morreu, porque eu me senti à deriva, como se não pertencesse a lugar nenhum e o lobo me lembra que eu pertenço, me lembra quem eu sou. - Ele estava ficando melancólico e eu não queria isso.

- Pensei que fosse uma homenagem ao Cachorrão! - Eu brinquei e funcionou, ele deu uma grande gargalhada, uma que aqueceu o meu peito e me fez rir com ele.

- Ainda bem que ele nunca pensou nisso! - Ele riu mais um pouco.

- Ele esteve aqui hoje.

- É mesmo? Eu não sabia. Geralmente ele me liga se não me encontra.

- Mas ele veio falar comigo, não com você.

- E eu posso saber o que o Cachorrão veio falar com a minha garota? - Seu tom divertido e possessivo me fez sorrir.

- Veio pedir a minha ajuda com a Gabi.

- Ele ainda não percebeu que está de quatro por ela!

- Não sei se é bem assim, ele estava com outra no fim de semana. - Eu me lembrei e ele riu como se soubesse de um segredo.

- É, mas não do jeito como ele quer estar com a Gabi. - Ele contou e eu sabia que tinha mais nessa história, mas ele não entregaria o amigo. - E o que você vai fazer? - Ele afastou o meu cabelo do meu rosto, prendendo atrás da minha orelha.

- Eu vou ajudá-lo, porque eu gosto do Cachorrão! E a Gabi está muito sozinha já tem muito tempo.

- Ele também gosta de você e eu fico feliz com isso, ele é como um irmão pra mim, é importante que vocês se dêem bem.

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