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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 69

"Matheus"

No momento em que eu vi a Gabriele na casa da Eva e ela me recebeu toda meiguinha e carinhosa, eu achei que ela estava armando alguma para se divertir as minhas custas, porque é claro que eu sei que essa peste não vai facilitar a minha vida. Mas aí eu prestei atenção e a verdade é que ela estava mesmo aprontando, mas não era comigo, eu só precisava descobrir com qual deles.

Obviamente eu entrei no jogo dela, era uma ótima oportunidade para mim, poder tocá-la, beijá-la e mostrar que comigo seria mais gostoso, sem que ela ficasse na defensiva. E eu aproveitei o momento! É claro que eu observei também e só tinha uma pessoa naquela mesa irritada e olhando torto, mas não era para a irmãzinha dele que ele estava olhando. E a confirmação veio quando ela foi ao banheiro. Ah, peste, o seu joguinho de ciúme teria um preço!

- Por favor, minha estrela! - Eu abri a porta do carro para ela entrar e dei uma olhadinha só para ter certeza, que estavam todos de olho em nós.

- Obrigada, meu céu! - Ela sorriu pra mim e se acomodou no banco do meu carro, um SUV grande e alto que facilitava muita coisa.

Eu me inclinei para dentro do carro e olhei bem para ela, que levou um susto com a minha proximidade.

- Estrelinha, se mantenha no personagem, ainda estão todos olhando. - Eu sorri e ela abriu a boca para negar, mas eu não esperei que ela falasse, toquei carinhosamente o rosto dela, deixando o meu polegar sobre os seus lábios por um segundo. - O que aconteceu quando você foi ao banheiro? - Eu estava sorrindo, mas por dentro eu estava fervendo de raiva. - E não minta pra mim ou eu volto e conto para a sua amiga, que parece não saber de nada. Quer me usar, tudo bem, mas não minta pra mim!

- Merda! - Ela xingou.

- Que boquinha suja! Eu gosto! - Eu estreitei meus olhos. - Vou contar até três, Gabriele! Um...

- Não aconteceu nada! Ele é casado e eu jamais deixaria ele me tocar de novo! - Ela respondeu apressada e eu a estudei por um momento.

- Que bom que eu não sou casado! - Eu me abaixei até a boca dela e a beijei.

Eu encostei a minha boca na dela e como aquela boquinha era macia. Ela levou o maior susto e ficou imóvel, eu passei a ponta da língua sobre os seus lábios, como se a provasse, mas não foi suficiente e eu mordisquei o lábio inferior dela. Ela abriu a boca, certamente ia protestar, mas eu aproveitei o momento e invadi a sua boca com a minha língua exigindo a sua.

Por um momento eu achei que estava beijando uma estátua, mas eu senti a língua dela se mover sobre a minha e as mãos dela tocarem a minha nuca, como se me segurasse na boca dela e aquele beijo aconteceu. Nossas línguas se emaranharam e eu me perdi completamente no momento. E eu terminei aquele beijo dando mais uma mordidinha naquela boquinha que para o meu castigo era muito gostosa.

Eu entrei no carro e, enquanto dirigia até a casa dela, minha cabeça dava voltas. Entre aquele beijo, toda a encenação do jantar e descobrir que tinha uma história entre ela e o irmão do meio da Eva, eu comecei a pensar que talvez estivesse colocando a mão em um vespeiro e que era melhor eu desistir dessa peste. Mas que inferno! Depois daquele beijo talvez fosse tarde demais.

- Obrigada pela carona. - Ela agradeceu quando saiu do meu carro em frente ao prédio onde morava.

Mas ela estava enganada se pensava que era só isso. Eu fechei a porta, tranquei o carro e caminhei atrás dela.

- Olha, Carrapato...

- Olha, Peste, você me usou como bem quis, agora eu vou subir até o seu apartamento e nós vamos conversar. - Eu a encarei totalmente sério. - Gabriele, o mínimo que eu mereço são respostas!

- Não sabia que você era tão sensível, Carrapato. - Ela comentou e eu tive vontade de mostrar para ela ali na rua mesmo o quanto eu era sensível, mas eu fechei os olhos e respirei fundo, eu ainda era um cavalheiro.

- Abre, Gabriele!

Ela abriu o portão e nós entramos. Eu caminhei com ela até o elevador e nós subimos até o apartamento em silêncio. O apartamento dela era pequeno e confortável. Eu me sentei no sofá creme que era confortável e combinava com toda a paleta de cores claras da sala. A única cor escura era a da porta francesa preta com vidros quadrados emoldurados, que dava para uma pequena sala de jantar, onde se via uma cristaleira vintage preta e uma mesa de quatro lugares de madeira clara.

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