Thomas levantou a mão e fez um gesto lento e preciso.
— Retire o que está vestindo. Dobre a peça cuidadosamente e coloque-a sobre o sofá. Mantenha os olhos em mim.
Sofia obedeceu sem hesitar.
O vestido foi retirada. A nudez era fria por um instante, até que o calor sua atenção a envolveu. Ela se moveu com uma graça nervosa, dobrando a seda conforme instruído, cada movimento demorado e exposto sob seu olhar intenso.
Ele fez ela sentar.
Depois ajoelhou à frente dela.
Thomas se ajoelhou diante dela.
Não em submissão —
mas em controle total da própria presença.
O coração de Sofia disparou.
Ter aquele homem ali, tão perto e tão atento a cada reação dela, foi o bastante para o corpo inteiro acender.
Ele segurou os tornozelos dela com suavidade, como se cada movimento fosse pensado com antecedência.
— Primeira regra — murmurou. — Você mantém os olhos em mim.
— Segunda regra — ele passou o polegar na pele quente acima do joelho dela — se algo incomodar, você fala.
— Terceira regra — a mão dele subiu um pouco mais — deixa eu te conduzir.
Sofia sentiu o ar desaparecer do quarto.
Thomas pegou uma pequena pena e a deslizou pela pele dela, em contraste com o calor da própria mão.
Um toque de ar frio nos seios — delicado, preciso — seguido pelo calor úmido de um beijo.
A tortura da sensualidade a fez se contorcer — e o toque dele, firme, lembrava quem estava no comando.
O toque dele era firme, mas cuidadoso.
Era controle, mas sem invasão.
Ela estava completamente consciente — e completamente entregue.
Thomas acompanhou cada reação dela.
Cada respiração.
Cada arrepio que subia devagar pela pele.
— Você é sensível aqui… — ele observou em voz baixa. — E aqui também…
— Thomas… — ela sussurrou.
Ele ergueu o rosto e prendeu o olhar dela.
— Confia em mim?
— Confio.
Ele sorriu de leve.
— Então deixa eu te mostrar quem você é comigo.
E o mundo dela pareceu afrouxar.
Thomas guiou o corpo dela com firmeza e cuidado, virando-a devagar, até que Sofia estivesse de bruços, entregue ao toque dele, com a palma aberta, ele a atingiu com um tapa firme, mas calculado. Não era para doer, era para marcar.
O choque a fez soltar um grito que não era de dor, mas de absoluta surpresa. A pele ficou vermelha rapidamente.
— Isso é meu. Você é minha ruivinha. — Ele declarou, e o peso da frase a atingiu mais do que o tapa.
Ele repetiu o movimento, e desta vez, Sofia soltou um gemido mais aceitador, quase extático. Ela entendeu. Essa era a linguagem deles, e ela estava aprendendo a falar.
O corpo dela se derreteu.
O desejo cresceu com a forma como Thomas guiava cada sensação com palavras, presença e intenção.
O domínio estava no olhar.
No tom.
Na maneira como controlava o ambiente e, ao mesmo tempo, devolvia segurança.
Thomas intensificou o ritmo e a profundidade da sessão, cada toque e comando levando-a mais perto do abismo. Ele se moveu para a parte interna de suas coxas, provocando e testando sua resistência.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário
Caraca vários capítulos não abrem. Muito ruim assim. mailto:[email protected]...
Quando vai liberar os próximos capítulos, please??????...
Libera mais capítulos pff...