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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 288

A noite já caía quando Thomas estacionou a Hilux diante do portão do hotel fazenda.

As luzes aconchegantes refletiam no lago e a brisa trazia cheiro de madeira e silêncio.

Sofia olhou ao redor, confusa.

— Onde… onde a gente tá?

Thomas desligou o motor, virou o corpo para ela e deu aquele sorriso que desmontava tudo dentro dela.

— Vem, ruivinha.

Hoje é por minha conta.

Ela engoliu seco.

Ele desceu, abriu a porta para ela e estendeu a mão.

— Confia em mim?

Sofia colocou a mão na dele.

— Sempre.

Thomas sorriu como quem esperava exatamente essa resposta.

Ele a guiou até a entrada da cabana de madeira — uma suíte enorme, afastada, iluminada só pela luz âmbar das lanternas externas.

Parou diante da porta, puxou do bolso um pedaço de cetim preto e levantou devagar.

A respiração dela falhou.

— Thomas…

— Shh. — a voz veio baixa, profunda. — Só a venda, ruivinha. Nada além disso.

Ele aproximou o pano suave do rosto dela.

— Não corre.

Não tropeça.

Eu tô aqui. — ele murmurou perto do ouvido, guiando a venda pelos olhos dela.

Sofia sentiu o corpo inteiro responder.

— Thomas… o que é isso?

— Uma lembrança. — ele respondeu. — E uma promessa.

Ele segurou firme a mão dela e a guiou para dentro.

O som da porta se fechando ecoou macio — madeira contra madeira.

— Fica parada. — ele disse. — Deixa eu preparar você.

Ela ouviu passos circulando.

Ouviu o estalo de um fósforo.

Depois outro.

O cheiro de vela acesa preenchendo o ambiente.

Ouviu o arrastar suave de algo no chão — talvez flores, talvez tecidos.

Ouviu música baixa começar a tocar — violino suave, sem letra, só emoção.

Depois, Thomas voltou para perto dela.

Tão perto que ela sentiu o calor do corpo dele.

— Pronta?

— Eu… acho que sim.

Thomas tocou a nuca dela com cuidado e soltou o laço da venda.

O tecido deslizou.

A luz entrou.

E Sofia perdeu o ar.

A suíte parecia saída de um filme.

Velas por toda parte.

Pétalas de rosa formando um caminho até a cama grande.

Uma mesa com taças, vinho, frutas, chocolate.

A varanda aberta, mostrando um céu cheio de estrelas refletidas no lago.

Cortinas leves balançando com a brisa.

E no centro de tudo…

Thomas.

Camisa negra, mangas dobradas, olhar firme — mas suave de um jeito que só ela via.

Era íntimo.

Era elegante.

Era deles.

Sofia levou a mão à boca.

— Thomas… isso tudo…?

Ele deu um passo na direção dela.

— Fiz pra você.

Porque você merece.

Porque eu queria te dar uma noite que você nunca teve.

Sem medo.

Sem passado.

Só nós dois.

O coração dela vibrou no peito como se estivesse tentando sair.

— Eu… não sei o que dizer.

— Não precisa dizer. — ele murmurou, segurando o rosto dela. — Só sentir.

Ele aproximou a boca da dela sem beijar — só tocando, só prometendo.

— Sofia… você tem ideia do que faz comigo?

Ela sorriu fraco, tremendo.

— Acho que tenho…

Thomas sorriu também — aquele sorriso raro, pequeno, que aparecia só quando ele estava completamente vulnerável.

Ele se aproximou devagar, como quem se aproxima de algo sagrado.

— Gostou? — perguntou baixo.

CAPÍTULO 11 — A NOITE QUE ELE PREPAROU PARA ELA 1

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