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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 567

Alana já estava na quarta taça de vinho quando o celular vibrou novamente sobre a pequena mesa da sacada.

Ela pegou o aparelho sem muita vontade.

Achando que talvez fosse Sofia.

Ou Emma.

Mas no instante em que viu o número desconhecido…

o coração apertou imediatamente.

Porque já sabia.

Eduarda.

Alana abriu a mensagem devagar.

E imediatamente se arrependeu.

-> “Tive que me segurar muito pra cumprir nossa regrinha. Mas o Enzo ficou subindo pelas paredes.”

Silêncio.

Completo.

Alana ficou imóvel encarando a tela por alguns segundos.

O peito apertou forte.

Porque a frase tinha sido escrita exatamente para aquilo.

Para provocar.

Para entrar na cabeça dela.

E pior?

Funcionou.

Muito.

Ela bloqueou o celular rapidamente antes de tomar mais vinho direto da taça.

Grande demais.

Rápido demais.

— Ela tá mentindo.

Murmurou para si mesma imediatamente.

Mas a própria insegurança respondeu:

“Será?”

Porque agora sua imaginação já tinha perdido completamente o controle.

Enzo irritado.

Tenso.

Eduarda no apartamento dele.

Os dois sozinhos.

Meu Deus.

Alana fechou os olhos imediatamente antes de apoiar a cabeça na cadeira.

— Eu odeio essa mulher.

O celular vibrou outra vez.

Ela arregalou os olhos imediatamente.

O coração disparou.

Pegou rápido demais.

Mas dessa vez…

era Enzo.

Apenas uma mensagem simples:

-> “Já está em casa? Já jantou?

E aquilo bagunçou ela ainda mais.

Porque enquanto Eduarda tentava destruir sua paz psicológica…

Enzo estava perguntando se ela tinha jantando, mostrando preocupação.

Alana ficou olhando para a conversa por longos segundos.

Então respondeu apenas:

> “Sim.”

A resposta veio quase imediata:

> “Tá acordada ainda?”

Ela olhou automaticamente para a taça de vinho.

Depois para a cidade iluminada diante da sacada.

E por um segundo quase contou tudo.

Quase perguntou.

Quase perdeu completamente a dignidade emocional.

Mas não podia.

Por causa da aposta.

Da regra idiota.

Da própria insegurança.

Então apenas respondeu:

> “Sem sono.”

Do outro lado da cidade, Enzo sentado sozinho no sofá encarava a conversa enquanto passava a mão no rosto lentamente.

Porque mesmo depois de expulsar Eduarda…

a sensação ruim continuava ali.

Pesada.

Irritante.

E inexplicavelmente, a única pessoa que vinha na cabeça dele era Alana.

O sorriso dela.

As mensagens dela.

O jeito que ela ria.

O jeito que ficava nervosa perto dele.

Enzo fechou os olhos por alguns segundos antes de apoiar a cabeça no sofá.

Então percebeu uma coisa séria:

Ele queria ligar pra ela.

Agora.

Naquele instante.

Só pra ouvir sua voz antes de dormir.

E aquilo definitivamente não parecia algo casual.

A semana passou voando.

Pelo menos aparentemente.

Porque emocionalmente?

Os dois continuavam presos naquele caos estranho de quase relacionamento.

Na terça-feira à noite, toda a raiva acumulada de Alana evaporou parcialmente quando Enzo apareceu no apartamento dela sem avisar.

Só por cinco minutos.

Cinco.

Ele surgiu na porta segurando uma embalagem pequena enquanto dizia:

— Não posso ficar. Só trouxe isso.

E dentro estava a sobremesa favorita dela.

Petit gâteau.

Com sorvete de chocolate branco.

Alana ficou parada segurando a embalagem enquanto observava ele ir embora logo depois de um beijo rápido na testa.

E sinceramente?

Aquilo não ajudava em absolutamente nada.

Porque as palavras de Eduarda continuavam ecoando na cabeça dele desde aquela noite:

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