Entrar Via

Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 571

O sábado amanheceu tranquilo. Pela primeira vez em muito tempo, Alana acordou sem despertador, sem compromissos e sem aquela sensação constante de estar correndo contra o relógio. Quando abriu os olhos, encontrou Enzo já acordado. Ele estava sentado na varanda do chalé com uma caneca de café nas mãos, observando as montanhas ao longe enquanto o sol começava a iluminar a paisagem. A cena era tão bonita que ela permaneceu alguns segundos apenas olhando. Talvez porque ainda parecesse estranho vê-lo daquele jeito. Calmo. Leve. Feliz.

Depois do café da manhã, Alana encontrou um folheto turístico esquecido sobre a mesa e o ergueu no ar.

— Eu vi uns passeios de trilha por essa região. O que acha?

Enzo nem precisou pensar.

— Super topo.

E foi exatamente isso que fizeram.

O restante do dia passou entre caminhadas, paisagens bonitas, risadas e fotos tiradas sem muito critério. Em algum momento, Enzo tropeçou em uma raiz e quase levou os dois para o chão. Alana riu tanto que precisou sentar em uma pedra para recuperar o fôlego. Mais tarde, dividiram um sorvete em uma praça da cidade e depois caminharam sem destino pelas ruas pequenas, observando vitrines, comentando sobre pessoas aleatórias e aproveitando a companhia um do outro.

Os beijos aconteciam naturalmente. Sem ansiedade. Sem pressão. Como se ambos já soubessem exatamente onde pertenciam. As mãos também se procuravam o tempo todo e, quando não estavam dadas, parecia que alguma coisa estava faltando.

Quem visse Enzo Rocha naquele fim de semana dificilmente acreditaria nas histórias que ouviam sobre ele. O chef reservado. O homem que evitava relacionamentos. O sujeito que fugia de qualquer coisa parecida com compromisso. Nada disso aparecia quando estava perto de Alana. Porque, de alguma forma, ela tinha transformado seus dias sem nem perceber.

Naquela noite, os dois estavam sentados na varanda do chalé. Uma garrafa de vinho descansava sobre a pequena mesa entre eles e Alana já tinha tomado três taças. O suficiente para ficar mais falante, mais corajosa e um pouco curiosa demais.

Foi então que apoiou o queixo na mão e perguntou:

— Você chegou a se apaixonar pela Sofia?

A pergunta pegou Enzo completamente desprevenido. Ele demorou alguns segundos para responder, não porque estivesse escondendo alguma coisa, mas porque nunca tinha parado para pensar naquilo.

— Não.

Alana arqueou uma sobrancelha.

— Tão rápido assim?

— Não estou sendo rápido. Estou sendo sincero.

Ele girou a taça entre os dedos antes de continuar.

— Acho que gostei dela em algum momento.

— Gostou?

— Sim. Mas nada sério.

Alana permaneceu em silêncio, esperando ele continuar.

— Como você sabe?

Enzo pensou por alguns segundos antes de responder.

— Porque nunca imaginei um futuro com ela. E porque sempre soube que ela era completamente apaixonada pelo policial lá.

A frase saiu simples. Natural. Mas fez alguma coisa dentro de Alana se mover.

Porque ela não teve coragem de perguntar a continuação. Não teve coragem de perguntar se ele conseguia imaginar um futuro com outra pessoa. Ou pior. Com ela.

Por isso apenas levou a taça aos lábios, fingindo tranquilidade enquanto o coração começava a bater um pouco mais rápido.

A viagem de volta no dia seguinte foi tranquila. Talvez porque os dois estivessem cansados. Ou talvez porque simplesmente gostassem da companhia um do outro. Em alguns momentos a música preenchia o silêncio. Em outros, conversavam sobre coisas completamente aleatórias. Nada importante. Nada profundo. Mas estranhamente agradável.

Quando chegaram à Cidade Norte, Enzo insistiu em deixá-la em casa. O plano era simples: ela precisava terminar algumas coisas do trabalho e ele precisava resolver algumas pendências do restaurante. Mas nenhum dos dois parecia muito disposto a encerrar aquele fim de semana.

Por isso, quando Alana abriu a porta do apartamento, Enzo entrou logo atrás.

— Achei que você tinha trabalho.

— E tenho.

— Então por que entrou?

Enzo deu de ombros.

— Porque você vai trabalhar.

— E daí?

— E alguém precisa garantir que você vai comer.

Alana começou a rir.

— Nossa. Que preocupação.

— Sofia me mata se você desmaiar.

— Claro. A preocupação é com a Sofia.

— Exatamente.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário