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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 568

Alana passou rapidamente no próprio apartamento antes de seguir para o de Enzo.

Tomou um banho rápido.

Trocou de roupa.

Pegou uma mochila pequena que já estava praticamente escondida no armário há dias.

E então mandou mensagem:

-> “Em 30 minutos estou passando aí.”

A resposta veio pouco depois:

-> “Ok.”

->“Você me deixou curioso.”

Alana sorriu automaticamente ao ler aquilo.

Porque conhecia Enzo o suficiente naquele ponto para saber:

ele odiava não ter controle das situações.

E ela estava adorando causar exatamente isso nele.

Não demorou muito até estacionar em frente ao prédio dele.

Enzo já esperava na portaria usando camiseta escura, óculos escuros e uma expressão claramente desconfiada.

Assim que avistou o carro dela, aproximou-se sorrindo antes de entrar no banco do passageiro.

— Posso saber pra onde estamos indo?

Alana colocou os óculos de sol lentamente antes de ligar o carro.

— Segredo de estado.

Enzo soltou uma risada nasal.

— Isso definitivamente parece começo de sequestro.

— Relaxa. Ainda não decidi se vou devolver você inteiro.

Ele virou o rosto observando ela dirigir enquanto o pequeno sorriso continuava ali.

Porque sinceramente?

Gostava daquele lado dela.

Mais leve.

Mais espontâneo.

Mais provocador.

A estrada seguiu tranquila.

Em algum momento, a música começou a tocar mais alto.

E sem perceber, os dois já estavam cantando completamente errado no carro.

Alana batucava no volante.

Enzo desafinava propositalmente só pra irritar ela.

E quando percebeu, estava rindo de verdade pela primeira vez em dias.

O estresse do restaurante parecia absurdamente distante perto dela.

— Estou começando a me sentir uma moça inocente sendo sequestrada — Enzo comentou dramaticamente enquanto observava a estrada.

Alana gargalhou imediatamente.

— Nossa. Que exagero.

— Você literalmente se recusa a dizer pra onde estamos indo.

— Porque estraga a surpresa.

Enzo apoiou o braço na janela enquanto observava a paisagem mudar aos poucos.

Cidade Norte tinha ficado para trás havia tempo.

Agora existiam campos abertos, pequenas estradas e um céu absurdamente bonito acima deles.

Em determinado momento, ele pegou o celular e começou a tirar fotos.

Do horizonte.

Da estrada.

Do painel do carro.

Até virar discretamente a câmera para Alana.

— Ei!

O clique aconteceu antes dela reclamar.

— Ficou bonita.

— Você acabou de me fotografar dirigindo igual paparazzi criminoso.

— Ficou bonita mesmo assim.

E então, antes que ela respondesse, ele puxou ela discretamente para perto e tirou uma selfie dos dois.

Quem visse de fora teria absoluta certeza de que eram um casal feliz.

Daqueles leves.

Naturais.

Que já tinham aprendido a existir juntos sem esforço.

Depois de aproximadamente duas horas de estrada, Alana finalmente diminuiu a velocidade.

Enzo franziu levemente a testa ao perceber o lugar.

Uma pista de pouso.

Pequena.

Privada.

E então entendeu.

Virou o rosto lentamente para ela.

— Eu não acredito nisso.

Alana começou a rir imediatamente enquanto estacionava.

— Pois acredita.

Enzo saiu do carro olhando ao redor ainda incrédulo.

Então voltou os olhos lentamente para ela.

— Alana Duarte…

Ele passou a mão no rosto enquanto ria sozinho.

— Você tá me levando pra pular de paraquedas?

O sorriso dela aumentou imediatamente.

— Surpresa.

Enzo soltou uma risada nervosa antes de olhar novamente para o pequeno avião parado mais à frente.

— Eu não posso amarelar na sua frente…

Fez uma pausa dramática.

— Mas Jesus Cristo, eu já tô sentindo frio na barriga.

Alana gargalhou enquanto pegava a mochila no banco traseiro.

— Vai ser legal. Vem.

Enzo observava ela caminhar completamente confortável naquele ambiente.

Natural.

Segura.

Como se já conhecesse tudo ali.

Então estreitou os olhos desconfiado.

— Espera… você já fez isso antes?

Ela virou o rosto sorrindo.

— Algumas vezes.

— Quantas exatamente?

Alana fingiu pensar.

— Ah… acho que há uns três anos no mínimo.

Enzo parou andando imediatamente.

— Você tá brincando comigo.

Ela começou a rir da cara dele.

E Deus…

ele amava ouvir aquela risada.

Enzo aproximou-se lentamente antes de pegar a mão dela.

Os dedos entrelaçaram naturalmente.

Sem esforço.

Sem pensar.

Então ele respirou fundo olhando o avião outra vez antes de concluir:

— Tá bom.

Voltou os olhos para ela.

— Então vamos.

E mesmo nervoso…

ele sorriu.

Porque se existia alguém capaz de convencer Enzo Rocha a pular de um avião…

essa pessoa definitivamente era Alana Duarte.

Os preparativos começaram imediatamente.

E sinceramente?

Ver Enzo Rocha nervoso era uma experiência extremamente divertida para Alana.

Muito.

Capítulo 25 — Uma Alana Diferente 1

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