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Da Cama Para o Altar: Um contrato com o meu Chefe romance Capítulo 256

"Algumas viagens servem para conhecer lugares. Outras servem para lembrar que a felicidade costuma estar exatamente ao lado de quem amamos."

O mar Egeu se estendia diante deles em um azul tão intenso que parecia impossível de reproduzir em fotografias, enquanto as construções brancas espalhadas pelos penhascos refletiam a luz dourada do fim da tarde e transformavam Santorini em algo muito próximo daquilo que as pessoas costumavam imaginar quando pensavam em paraíso.

Dayse permanecia parada próxima à varanda da suíte, observando a paisagem em silêncio.

Os cabelos se moviam pela brisa suave que vinha do mar. O vestido leve acompanhava o vento. E havia um sorriso tranquilo em seu rosto.

Um sorriso diferente, mais leve, mais sereno. Como se uma parte dela finalmente tivesse encontrado descanso depois de tantos meses vivendo entre dúvidas, medos e incertezas.

— Você sabe que as pessoas normalmente vêm para cá para olhar a vista.

A voz surgiu atrás dela.

Dayse não precisou se virar para saber quem era.

— É mesmo?

— Uhum.

Ela finalmente olhou por cima do ombro e Edward continuava parado perto da porta de vidro observando-a exatamente como fazia havia vários minutos, talvez mais.

Dayse cruzou os braços.

— E por que você não está olhando?

Edward arqueou uma sobrancelha.

— Porque encontrei uma vista melhor.

O sorriso dela surgiu imediatamente.

— Você ensaiou essa frase?

— Não.

— Mentira.

— Talvez um pouco.

Dayse começou a rir. E Edward decidiu que jamais se cansaria daquele som. Durante muito tempo existiram dias em que acreditou que nunca mais teria a oportunidade de vê-la sorrir daquela forma para ele, mas agora, ela era a sua esposa.

E, por mais que continuasse repetindo isso mentalmente desde o casamento, a realidade ainda parecia boa demais para ser verdade.

Dayse caminhou até ele e apoiou as duas mãos em seu peito.

— Você está fazendo aquilo de novo.

— O quê?

— Me olhando como se eu pudesse desaparecer.

Algo mudou na expressão dele.

Uma emoção silenciosa atravessou sua expressão, e Edward levou uma das mãos ao rosto dela, deslizando os dedos suavemente por sua bochecha.

— Você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Você e nossa filha. E eu….

O coração dela apertou imediatamente, mas ela se aproximou ainda mais dele e disse olhando em seus olhos.

— Estamos aqui com você e nunca…. vamos embora.

A resposta saiu simples, mas foi suficiente. Edward fechou os olhos por um instante e apoiou a testa na dela.

— Eu sei.

E talvez fosse exatamente por isso que ainda parecia incapaz de parar de tocá-la.

— Então deixe seu maridinho cuidar de você agora….

— Edward Fitzgerald o que….

Edward a envolveu pela cintura com um braço firme, puxando-a para si até não restar espaço entre eles.

O beijo que se seguiu não foi gentil, foi urgente, faminto, como se ele precisasse provar que ela era real, que aquele momento em Santorini não era um sonho prestes a se desfazer.

Dayse correspondeu com a mesma intensidade, subindo as mãos até o cabelo dele, puxando-o mais para perto.

Sem aviso, Edward a ergueu do chão fazendo Dayse soltar um gritinho surpreso, mas logo envolver as pernas ao redor da cintura dele, rindo contra sua boca.

Ele atravessou a suíte com passos decididos, carregando-a como se não pesasse nada, e a colocou sobre a cama king size com uma delicadeza que contrastava com o desejo bruto que queimava em seus olhos.

— Edward… — murmurou ela com a voz já rouca.

Ele subiu sobre ela devagar, afundando os joelhos no colchão. Começou pelos pés, beijando os tornozelos, subindo pelas panturrilhas, pelas coxas macias. As mãos dele deslizavam junto, levantando a barra do vestido devagar, numa tortura que fazia o corpo de Dayse arder.

— Ed… Edward…

Quando chegou à cintura, puxou o tecido para cima com lentidão torturante, expondo a pele dela ao ar fresco da varanda. Dayse arqueou o corpo, ajudando-o, e o vestido foi embora, jogado para o lado.

— Calma princesa… não seja apressada. — Disse sorrindo safado enquanto se inclinava novamente para beijá-la.

Os lábios dele encontraram o pescoço, mordiscando de leve, o colo, o vale entre os seios. Ele abriu o sutiã com um gesto habilidoso e o descartou. Quando tomou um mamilo entre os lábios, o sugou com força, a outra mão massageava o outro seio, fazendo Dayse gemer alto, enquanto cravava os dedos nos ombros dele.

— Ah, Deus…

Ele desceu mais, beijando a barriga, o umbigo, até chegar ao meio de suas pernas. Sem perder tempo, Edward agarrou as laterais da calcinha rendada e rasgou o tecido com um puxão seco, fazendo o som da peça rasgada ecoar no quarto.

— Tão molhadinha, princesa… — murmurou com a voz grave e carregada de desejo, enquanto mantinha os olhos escuros fixos na intimidade dela que brilhava com sua excitação. — Toda pronta pra mim.

— Edward… não me torture…

Ele sorriu e mergulhou de boca, a chupando com volúpia, fazendo sua língua trabalhar no clitóris inchado enquanto dois dedos a penetravam fundo, curvando-se exatamente onde sabia que a enlouquecia.

— Ann… Deus!

Dayse se contorcia, enquanto erguia os quadris contra o rosto dele em busca de mais. Os gemidos dela estavam cada vez mais altos e preenchiam todo o quarto.

Ele não parou um segundo.

Sugando, lambendo, devorando-a até que o orgasmo a atingiu como uma onda violenta. Ela gozou na boca dele, sentindo o corpo tremer, enquanto as coxas apertava os ombros dele gritando o seu nome.

— Edward… Annn…

Antes que ela pudesse recuperar o fôlego, Dayse o puxou para cima pela camisa, invertendo as posições com uma força surpreendente. Edward caiu de costas na cama, com um sorriso safado nos lábios.

— Minha vez!

Ela abriu a calça dele com pressa, libertando o pau duro e latejante. Sem hesitar, tomou-o na boca, chupando fundo, girando a língua ao redor da glande sensível enquanto a mão massageava a base.

— Porra, Dayse… — grunhiu enroscando os dedos nos cabelos dela.

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