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Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê romance Capítulo 760

A expressão de Carlos estava péssima.

Ele tinha ouvido.

E ouvido em alto e bom som.

Nesta vida, na próxima e na seguinte, seria impossível ela ficar com ele?

Mesmo se todos os homens do mundo morressem, ela não olharia para trás nem por um segundo?

Ele não era bom o suficiente para ela?

Ah.

Naiara, você consegue ser realmente cruel.

...

Na vinda, Naiara havia pedido a Quitéria que fosse comer algo primeiro e voltasse para buscá-la mais tarde.

Mas, naquele momento, Naiara não queria entrar em um carro. Ela queria caminhar.

Queria respirar um pouco de ar puro.

Seu peito parecia prestes a explodir e sua mente estava uma confusão. Tinha quase esquecido onde estava e o que acabara de viver.

Mas não conseguia esquecer a frase de Luciana: "Seu pai biológico já morreu."

O carro de Pedro mal entrou no condomínio quando ele bateu os olhos na figura desolada de Naiara.

Ele rapidamente freou o carro, desceu de um salto e correu atrás dela.

— Irmã! O que você está fazendo aqui?

Dizem que quem ama cuida de tudo ao redor da pessoa amada.

Talvez o ódio funcionasse da mesma forma.

Naquele instante, ao olhar para aquele rosto tão parecido com o de Luciana, a fúria reprimida de Naiara começou a transbordar.

— Caia fora.

Pedro continuou insistindo, como sempre fazia.

— Irmã, o que aconteceu? Por que você está tão pálida? Estava indo para casa? Você...

— Caia fora! — Naiara explodiu de vez. — Eu mandei você sumir! Some daqui!

Pedro nunca tinha visto Naiara em um estado tão histérico e paralisou na mesma hora, observando-a se afastar.

Quando finalmente reagiu e pensou em ir atrás dela, não teve coragem.

A expressão dela agora há pouco havia sido assustadora.

Não lembrava em nada a mulher submissa que costumava ser na família Jasmim.

Na rua movimentada, pessoas e carros iam e vinham sem parar.

Naiara estava parada em um cruzamento, com o olhar perdido, sem saber que direção tomar.

Ela queria muito encontrar alguém para desabafar.

Mas quem poderia ser?

Sua melhor amiga, Isadora Coelho, havia se tornado uma estranha.

Seu melhor amigo, Fábio, estava atolado nos próprios problemas.

Gualter, a quem sempre tratou como um irmão mais novo, estava a milhares de quilômetros de distância.

Quanto àquele homem...

Ela não podia mais incomodá-lo.

— Zuleica, é impressão minha ou aquela ali se parece com a ex-mulher do Carlos? — perguntou Dália, apontando para a pessoa sentada no banco do ponto de ônibus da Praça Celestial.

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