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Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê romance Capítulo 765

Não era preciso pensar muito para saber que ele havia tido outro ataque de fúria.

Carlos tinha bebido, mas não estava bêbado; sua mente continuava perfeitamente lúcida.

As palavras que Naiara havia dito na Mansão Nº 1 ecoavam sem parar em sua cabeça, provocando e testando seus nervos.

A fúria que não pôde descarregar antes agora explodiu para cima de Zuleica.

— Agora até você me trata como um zé-ninguém?

Zuleica se agachou e começou a recolher a bagunça no chão, respondendo com calma:

— Assim que você me ligou, eu voltei o mais rápido possível. Só peguei um pouco de trânsito, por isso atrasei um pouco.

Carlos levantou-se bruscamente e puxou Zuleica com força.

O dedo dela esbarrou em um caco de vidro. A dor aguda a fez franzir a testa.

Carlos não deu a mínima para o corte no dedo dela; apenas encarou a expressão de dor em seu rosto.

— O quê? Você também odeia quando eu me aproximo agora?

Zuleica entendeu a situação.

Provavelmente ele havia sofrido mais uma rejeição de Naiara.

— Não — respondeu Zuleica, levantando o dedo. — Eu cortei o dedo, está doendo um pouco.

Carlos agarrou o dedo machucado dela e, de repente, o colocou na própria boca.

Mas não foi para estancar o sangue. Ele deu uma mordida cruel.

Zuleica cerrou os dentes e suportou a dor sem soltar um único gemido.

Depois de se satisfazer, Carlos agarrou a nuca dela, os olhos gélidos.

— Sabe o que ela me disse?

Zuleica tentou conter a dor no coração. — Não sei.

— Ela me disse que nesta vida, na próxima e na seguinte nunca ficará comigo! E que mesmo se todos os homens do mundo morressem, ela não olharia para trás nem por um segundo! — rosnou Carlos entre os dentes. — Ela também disse que eu não sou digno dela!

— Há! Teve a audácia de dizer que eu não sou bom o suficiente para ela!

— Quem eu sou? Eu sou Carlos Lucca! Um dos homens mais poderosos e ricos de Rio Belo! E ela ousa dizer que não estou à altura dela!

— Você não acha isso ridículo?!

Zuleica ergueu a mão e puxou com força a mão dele, que apertava sua nuca.

— Não acho ridículo.

Carlos não esperava aquela resposta e travou por um instante.

— O que você disse?

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