“Há desejos que não pedem permissão. Eles apenas escolhem o momento certo para desobedecer.”
Elena Rossi
Algumas decisões não são pensadas. São tomadas no exato instante em que o desejo deixa de aceitar limites.
Damian não esperou mais. Seus olhos, agora completamente escurecidos pelo desejo, fixaram-se nos meus com uma intensidade que me fez prender a respiração. Ele avançou, as mãos firmes e possessivas enlaçando minha cintura, erguendo-me com facilidade como se eu não pesasse nada. Meu corpo obedeceu instintivamente, e em um movimento fluido, ele me colocou sobre a mesa dele, enquanto os papéis e objetos se espalhavam levemente ao redor, mas nada importava além do calor que nos consumia.
Ele encaixou o corpo alto e imponente no meio das minhas pernas, enquanto seus lábios capturaram os meus em um beijo ardente, profundo, daqueles que roubam o ar e fazem o mundo girar. A língua dele invadiu minha boca com fome, explorando, dominando, enquanto suas mãos deslizavam pelas minhas coxas, subindo devagar, deliberadamente, fazendo o vestido se erguer junto com o toque. O tecido fino cedeu, expondo a calcinha pequena, delicada, que mal cobria o que já ardia de expectativa.
Seus olhos se escureceram ainda mais ao pousarem ali, um brilho predatório tomou conta do azul intenso. Ele se inclinou, aproximando o rosto do meu, e sussurrou rouco contra meus lábios:
— Vou te fazer gozar na minha boca, princesa.
Meu corpo inteiro se arrepiou com aquelas palavras, um calafrio subiu pela espinha, fazendo meus músculos se contraírem involuntariamente. O ar pareceu faltar e eu senti o calor se acumulando no ventre, enquanto uma umidade traiçoeira surgia no meio das minhas pernas, já indicando o quanto eu o queria.
Damian não perdeu tempo, ele deitou meu corpo sobre a mesa, fazendo minhas costas tocarem a superfície fria, contrastando com o fogo que queimava dentro de mim. Suas mãos grandes e quentes afastaram a calcinha para o lado, expondo-me completamente a ele.
Seus dedos tocaram o local molhado, deslizando devagar, explorando a umidade que se espalhava, e um gemido escapou dos meus lábios antes que eu pudesse contê-lo.
— Molhada Elena… que delicia.
Sem demora, ele abaixou a cabeça, e os seus lábios roçaram a pele sensível da minha coxa interna antes de chegarem ao centro. Ele depositou um beijo lento ali, como se estivesse saboreando cada segundo.
—Damian… — gemi implorando pelo toque dele.
Então, sua boca se fechou sobre mim, e sua língua quente e hábil traçou círculos lentos ao redor do meu clitóris, pressionando com a pressão perfeita, alternando entre lambidas e sucções firmes. O prazer veio em ondas intensas, fazendo minhas pernas tremerem ao redor da cabeça dele. Eu tentava conter os gemidos, mordendo o lábio inferior com força, apertando as mãos na borda da mesa até os nós dos dedos ficarem brancos.
“Não posso… gemer alto” — pensei.
Um som abafado escapou, baixo e rouco, enquanto ele mergulhava mais fundo, a língua penetrando-me devagar, saboreando o gosto que eu derramava para ele.
Damian gemeu contra mim, a vibração da sua voz, enviou choques diretos pelo meu corpo, e suas mãos seguraram minhas coxas com mais força, mantendo-me aberta para ele. Ele acelerou o ritmo, enquanto sua boca me devorava com uma urgência que me levava ao limite. Eu me contorcia, tentando me manter quieta, mas os gemidos vinham em sussurros entrecortados:
— Damian… por favor… — Minha voz era um fio, sufocada pelo esforço de não gritar.
Ele não parou.
Em vez disso, intensificou, um dedo se juntando à boca, deslizando para dentro de mim enquanto a língua dançava no ponto mais sensível. O prazer construía-se como uma tempestade, apertando no ventre, fazendo minhas pernas se contraírem ao redor dele. Meu corpo arqueou violentamente, enquanto minhas mãos agarravam os seus cabelos, tentando me ancorar em algo enquanto eu gozava na sua boca.



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