“Alguns homens comandam o mundo. Outros se rendem à mulher que escolhem.”
Damian Cavalari
Eu soube que perderia o controle no instante em que vi o vapor escapar por baixo da porta.
Me aproximei devagar. O tapete abafou o som dos meus passos, mas não o suficiente para denunciá-los. Elena se virou, e seus olhos encontraram os meus no espelho embaçado pelo vapor que já começava a subir da banheira. Um sorriso iluminou seu rosto, daqueles que pareciam capazes de dissipar qualquer sombra que ainda restasse no meu dia.
Ela se levantou, ajustando o robe de seda que mal continha as curvas do seu corpo, e caminhou até mim. Os pés descalços tocaram o piso frio, enquanto o ar quente e úmido parecia se fechar ao nosso redor.
Parei a poucos centímetros e senti o calor dela antes mesmo de tocá-la.
Envolvi sua cintura com os braços, a puxando para perto, sentindo o tecido macio contra minha camisa aberta. Inclinei a cabeça, mantendo os olhos presos aos dela, e murmurei, com a voz mais baixa:
— Quer companhia no banho?
Elena mordeu o lábio inferior. O gesto era tímido, mas o brilho nos olhos estava longe de ser inocente. Havia surpresa ali, sim, mas também desejo.
— Eu adoraria — respondeu, num sussurro rouco que soava como um convite.
Isso foi tudo de que precisei.
Meus lábios capturaram os dela em um beijo profundo, enquanto minhas mãos deslizavam para o laço do robe, abrindo-o devagar, deixando o tecido escorregar pelos ombros dela, expondo seu corpo nu à luz suave do banheiro. Elena gemeu baixinho ao sentir o toque das minhas mãos na sua pele nua, um som que fez o meu corpo despertar.
Me afastei apenas o suficiente para admirá-la, o vapor da água quente tornava o ar ainda mais carregado.
— Entra. — disse com a voz grave, quase como uma ordem.
Elena soltou o laço de uma vez e deixou o robe escorregar pelo corpo até cair aos pés dela. Sem pressa, entrou na banheira com movimentos suaves, a água se abriu para recebê-la num splash baixo, quase delicado.
Fiquei observando por um instante.
Então comecei a me despir. Tirei a camisa, deixei que ela caísse sobre o mármore, abri o cinto, deslizei as calças pelas pernas até não restar mais nenhuma barreira entre o meu corpo e o dela.
Comecei a masturbá-la devagar, com movimentos circulares suaves no clitóris, aplicando pressão ritmada que a fazia se contorcer e apertar as coxas ao redor da minha mão.
Elena inclinou a cabeça para trás, apoiando no meu ombro, com os olhos semicerrados e os lábios entreabertos em um gemido rouco.
— Damian… — murmurou com a voz baixa e entrecortada pelo desejo, enquanto suas mãos apertavam minhas coxas com força, e suas unhas cravavam levemente na pele, como se precisasse se segurar para não se desfazer.
Seus quadris se moviam sutilmente contra minha mão, implorando por mais, continuei beijando o pescoço dela, mordiscando o lóbulo da sua orelha, enquanto deslizava de cima e para baixo, e a invadia com um dedo apenas para sentir ela se contrair.
— Da-Damian ann….
— Tá gostoso princesa?
— Si-sim.
— Vou deixar ainda mais…

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