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Leilão da Inocência: A Virgem Vendida Para o Bilionário romance Capítulo 136

“Amar é o único risco que eu nunca aprendi a calcular.”

Damian Cavallari

O mundo podia continuar me chamando de poderoso.

Mas ali, com Elena sobre mim, eu era apenas um homem rendido.

Segurei o seu corpo, virando-a devagar, guiando-a para que se posicionasse de frente para mim. Segurei sua cintura com firmeza, ajudando-a a se encaixar sobre mim. Segurei meu membro com firmeza, e rocei a glande contra sua intimidade molhada, me encaixando devagar.

— Devagar, princesa… — murmurei contra seus lábios, com a voz rouca e baixa, abaixando o corpo de Elena sobre o meu. — Quero sentir cada centímetro de você me envolvendo… assim, bem devagar.

— Ann…

Elena gemeu alto ao sentar sobre mim, enquanto eu a preenchia completamente. Ela jogou a cabeça para trás, os cabelos molhados caíram como uma cascata pelas costas, enquanto fechava os olhos em puro êxtase, e um suspiro trêmulo escapou de sua boca entreaberta. Seu corpo tremeu ligeiramente ao me sentir pulsar no seu interior, e ela apertou as mãos contra meus ombros, para se apoiar enquanto se acostumava com a nova posição.

— Calma meu amor… — disse trincando o maxilar e controlando o desejo insano que me consumia e pedia por mais.

Ela começou a se mover lentamente, subindo e descendo com movimentos ritmados e suaves, e completamente tomada pelo prazer, começou a ondular os quadris em um vaivém que me enlouquecia.

— Isso, amor… me aperta enquanto você cavalga gostoso.

Observei cada expressão no rosto dela: as sobrancelhas franzidas, os lábios mordidos para abafar os gemidos que escapavam, as bochechas coradas pelo calor da água e o desejo. Seus seios balançavam levemente a cada descida, os mamilos endurecidos roçavam no meu peito, e eu não conseguia tirar os olhos dela, fascinado pela forma como o prazer se estampava em cada traço. Um sorriso sutil surgiu no canto da sua boca, e seus olhos se abriram por um instante apenas para me fitar com intensidade antes de se fecharem novamente.

Cada movimento dela me levava mais fundo, e eu segurava sua cintura para guiá-la, sentindo o corpo dela se contrair ao meu redor, tornando o momento ainda mais irresistível.

— Gostosa…

Não demorou muito para que o clímax nos atingisse como uma onda avassaladora. Elena chegou primeiro, arqueando as costas e jogando a cabeça para trás enquanto seu corpo convulsionou sobre o meu, e eu gozei logo em seguida.

Ficamos assim por um momento, ofegantes e conectados, e o vapor da banheira nos envolvia como um véu.

Depois, Elena se aninhou nos meus braços, com o corpo mole e satisfeito pressionando contra o meu, e a cabeça apoiada no meu peito enquanto a água ainda nos cobria. Acariciei suas costas devagar, sentindo os resquícios de tremores ainda presentes em seu corpo. Me inclinei para beijar sua boca com ternura, um beijo lento e profundo que misturava o gosto salgado da pele com o doce do prazer compartilhado.

— Adorei voce cavalgando sobre mim, princesa… — murmurei contra seus lábios, e percebi suas bochechas ganharem um rubor profundo mesmo sob o calor da água.

Gargalhei baixo, o som vibrando no meu peito, divertindo-me com a reação dela, e então saí devagar de dentro dela, sentindo o deslize lento e escorregadio que a fez gemer mais uma vez, como se não quisesse me deixar ir.

O corpo dela contraiu levemente com a ausência, e eu sorri ao ver a expressão de saudade no rosto dela. Me aproximei mais, colando meu corpo ao dela, e sussurrei no ouvido:

— Da próxima vez, vou te amar tão devagar que você vai pedir por mais, princesa… até não aguentar e se entregar só com minha voz te dizendo o quanto você é perfeita pra mim.

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