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Leilão da Inocência: A Virgem Vendida Para o Bilionário romance Capítulo 192

“O poder é público. A entrega é privada.”

Há noites que começam com desejo… e terminam mudando destinos.

O carro parou suavemente na entrada da mansão, o motor silenciando como um sussurro final daquela noite intensa. Elena piscou, ainda tentando se recompor, ajustando o vestido com mãos trêmulas enquanto o rubor se espalhava por suas bochechas ao perceber que estavam em casa.

O movimento dele foi seguro, elegante, quase automático, mas havia algo contido em sua postura, como um predador que segura o próprio impulso apenas pelo prazer de prolongar a expectativa. Ele contornou o veículo e estendeu a mão para ajudá-la a descer, um gesto de gentileza, que contrastava perigosamente com o fogo que ardia em seus olhos.

O coração dela ainda ecoava o prazer recente, e o corpo ainda estava sensível e aquecido, pelo orgasmo recente, mas o ar fresco da noite que entrava pela porta aberta do carro a trouxe de volta à realidade.

Ele se virou para o motorista, que havia baixado discretamente a janela de privacidade ao chegarem, e acenou com um gesto breve, mantendo a voz firme e educada:

— Obrigado pela noite, Marco. Pode ir descansar.

O motorista respondeu com um sorriso profissional, daqueles treinados para não enxergar além do necessário. Fechou a porta atrás deles com cuidado e deu partida, afastando-se lentamente até desaparecer pelo caminho de acesso, deixando-os completamente sozinhos sob as luzes suaves da entrada da mansão.

Damian entrelaçou os dedos aos de Elena, guiando-a pela escada curta até a porta principal, que se abriu com um clique suave ao reconhecer a proximidade dele. Assim que cruzaram o limiar e a porta se fechou atrás deles, o silêncio da casa os envolveu como um abraço acolhedor, e o eco distante dos passos no piso de mármore amplificou a tensão que ainda pairava entre eles.

Sem dizer uma palavra, Damian a virou de frente para ele. O movimento foi rápido, decidido, e ao mesmo tempo carregado de cuidado. Ele a empurrou com delicadeza contra a parede do hall de entrada, e as costas de Elena encontraram o painel de madeira fria, que contrastou imediatamente arrepiando sua pele. Ele pressionou o seu corpo contra o dela, como se não houvesse mais espaço entre intenção e ação.

Seus lábios capturaram os dela em um beijo ardente, urgente, faminto.

Era um beijo que não pedia permissão, que não fazia promessas vazias. Era a quebra definitiva de toda a paciência acumulada durante a noite. A boca dele explorava a sua com uma fome controlada, experiente, como se soubesse exatamente até onde podia ir antes de fazê-la implorar por mais. As mãos subiram pelas laterais do vestido, encontrando a cintura dela e puxando-a ainda mais para perto, como se quisesse gravar aquele encaixe na memória.

— Da-Damian…

O som escapou involuntário, traindo o autocontrole que ela já não tinha mais, ao sentir a ereção dele pressionada contra seu ventre, uma evidência do desejo que Damian mal continha. O corpo dela reagiu instintivamente, arqueando-se para se moldar ao dele, como se reconhecesse aquele contato como algo inevitável. Suas mãos subiram em busca dos cabelos dele, os dedos se fechando nos fios enquanto o beijo se aprofundava, lento e intenso, em um ritmo que prometia muito mais do que ainda estavam dispostos a admitir.

Damian se afastou devagar, quase com relutância.

Os lábios ainda roçavam os dela quando ele respirou fundo, tentando recuperar o fôlego, mas sem jamais quebrar completamente o contato. Seus olhos, escuros e intensos, fixaram-se nos de Elena, carregados de uma paixão crua que fazia o ar ao redor parecer rarefeito.

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