Antes que eu pudesse processar, Massimo levantou-se da cadeira, me segurou pela cintura e me virou de costas para ele. Em um único movimento firme, ele colocou as mãos na minha nuca e me empurrou para a frente, forçando-me a deitar o tronco sobre a mesa de mogno, bem em cima dos papéis da Tríade. Ele puxou a camisola branca até as minhas costas, deixando a minha bunda redonda e empinada completamente à mostra, totalmente exposta para ele.
— Isso, garota... Que delícia de mulher — ele rosnou atrás de mim.
Massimo usou as mãos para afastar as minhas pernas, me deixando bem aberta. Quando achei que ele iria me possuir daquela forma, fui completamente surpreendida pelo toque molhado da sua língua. Ele começou a me chupar, passando a língua na minha boceta e subindo até o meu cuzinho com uma lentidão torturante. Senti os dedos dele me abrindo um pouco mais, enquanto a língua subia e descia, de baixo para cima, saboreando cada gota do meu mel.
— O meu novo vício é o sabor da sua boceta, Chiara — ele murmurou contra a minha pele.
Ele enfiou dois dedos longos de uma vez dentro de mim, bombeando rápido, enquanto continuava a chupar o meu cuzinho com força. O choque de prazer me arrancou gemidos altos que eu mal conseguia abafar contra a madeira da mesa. Eu estava imersa em um tesão absurdo, uma intensidade que nunca havia sentido em toda a minha vida. Sentir a boca de Massimo ali, combinada com a foda rápida dos seus dedos na minha boceta, me levou direto ao limite da sanidade.
— Massimo... eu vou gozar! Não aguento! — gritei, apertando os punhos contra a mesa.
— Você vai gozar no meu pau, Chiara — ele rebateu, a voz rouca de desejo.
Ele retirou os dedos e, sem nenhum aviso, empurrou o pau todo para dentro da minha boceta em uma única estocada violenta. O impacto foi tão forte que o meu corpo estremeceu inteiro. Com o ápice já na garganta e o preenchimento brutal dele, eu desabei, gozando intensamente ao redor do seu membro enquanto ele ainda entrava. Massimo percebeu a contração das minhas paredes e a onda de calor. Ele desferiu um tapa forte e estalado na minha bunda, fazendo a minha pele arder de prazer, e segurou os meus cabelos com força na nuca, me mantendo firme e colada contra a mesa.
Ele começou a meter com uma força implacável, indo fundo, cada estocada batendo contra o meu quadril de forma firme e sem dó. Ele soltava gemidos abafados e grossos a cada movimento, bombando dentro de mim com a energia de um homem possuído. Quando ele percebeu que estava prestes a atingir o próprio limite, ele puxou o pau para fora de uma vez.
Ele deu mais um tapa firme na minha nádega e deu a ordem final.
— Abre bem essa bunda para mim, agora.
Mesmo com as pernas trêmulas e o corpo mole pelo orgasmo, joguei as minhas mãos para trás, segurei cada lado das minhas nádegas e as afastei bem, deixando a minha intimidade e o meu cuzinho completamente expostos e abertos para o olhar dele.

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