POV: MASSIMO
As palavras saíram da minha garganta antes mesmo que eu pudesse processar a magnitude do que estava admitindo em voz alta. O som da minha própria confissão pareceu ecoar pelas paredes do quarto, misturando-se com a respiração arfada que compartilhávamos.
— O seu corpo é uma verdadeira obra de arte, Chiara... porra, eu te amo — eu rosnei do fundo da garganta, mantendo as minhas mãos cravadas na sua cintura, sentindo a pele quente sob as minhas palmas.
Ela abriu os olhos devagar, as pupilas dilatadas pelo prazer e os cílios úmidos. Havia um brilho de surpresa misturado à entrega total naquelas órbitas verdes. Chiara pareceu paralisar por um breve milésimo de segundo, ainda processando e sem acreditar totalmente no que tinha acabado de ouvir de um homem que, até pouco tempo atrás, era considerado uma rocha de gelo incapaz de sentir qualquer afeição legítima.
O impacto da minha declaração agiu como um estopim definitivo no corpo da minha esposa. Sem dizer nada de imediato, ela apoiou as duas mãos espalmadas contra o meu peito musculoso, buscando sustentação, e começou a trabalhar ainda mais rápido sobre o meu pau. Chiara jogou o quadril para a frente e iniciou uma cavalgada frenética, batendo aquela boceta molhada contra a base do meu membro com uma urgência selvagem. O ritmo tornou-se implacável, e os sons úmidos, intensos e estalados da nossa foda preencheram cada canto do quarto silencioso, abafando qualquer outro pensamento que eu pudesse ter.
Eu observava a sua movimentação de baixo, hipnotizado pelo vaivém dos seus quadris e pela forma como o véu de noiva ainda balançava pelos seus ombros nus. Quando senti a vibração interna começar a tomar conta das paredes da sua boceta e o aperto involuntário e esmagador dos seus músculos ao redor de todo o meu comprimento, eu soube que ela estava muito perto do limite. A proximidade do ápice dela me puxou junto para o abismo. Senti o meu próprio orgasmo responder imediatamente ao chamado do corpo dela; minhas bolas apertaram e o meu pau endureceu ainda mais dentro do seu canal, latejando na iminência da explosão.
— Eu também te amo! — Chiara gritou, a voz saindo em um tom agudo e rasgado enquanto ela jogava a cabeça para trás.
O corpo dela travou por completo e ela gozou com força, a sua boceta apertando ritmicamente em volta do meu pau em espasmos deliciosos e violentos enquanto ela encontrava o seu prazer mais profundo. Aquela contração foi o golpe de misericórdia na minha sanidade. Eu fui até o limite com ela. Soltei um rugido e empurrei o meu quadril para cima uma última vez, enchendo-a com ainda mais do meu esperma, despejando jorros quentes no fundo do seu útero. Eu a preenchi completamente, fazendo-a tomar tudo o que eu tinha, com a intenção possessiva de que o meu gozo vazasse de sua boceta quando eu finalmente me retirasse dali.
Aos poucos, a tempestade de movimentos cessou, deixando apenas os batimentos cardíacos acelerados e a respiração pesada de ambos. Chiara desabou exausta contra o meu peito, escondendo o rosto na curvatura do meu pescoço. Eu a abracei imediatamente com força, envolvendo o seu corpo trêmulo com os meus braços compridos, mantendo-a o mais perto possível, como se quisesse fundi-la à minha própria pele.
Ficamos assim por longos momentos, deitados na vastidão daquela cama de casal, permitindo que a adrenalina baixasse gradativamente. O silêncio do quarto era acolhedor, quebrado apenas pelo som sutil do vento do lado de fora da mansão. Enquanto ela descansava sobre mim, comecei a passar a minha palma de forma suave, subindo e descendo pelas suas costas nuas, traçando a linha da sua coluna com um cuidado que contrastava com a intensidade de minutos atrás.
— Eu sei que você vai me proteger — ela sussurrou de repente, a voz abafada contra o meu peito, mas perfeitamente audível. — Eu sei que você vai me fazer feliz, Massimo.

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