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Massimo - A Obsessão do Don romance Capítulo 48

POV: Massimo

Ao entrar no quarto, cada centímetro de Chiara monopoliza meus olhos. Eu não tinha calculado o quanto uma semana de distância seria suficiente para fazê-la sentir minha falta; foi mais rápido do que eu previa. Só agora percebo que, no meio do caos que resolvi nos últimos dias — torturas, mortes, contratos e a busca incessante por Adrian —, meus pensamentos pertenciam a ela. Mas ela não precisa saber disso. O que importa é que ela sinta minha falta; ela precisa depender totalmente de mim.

Reparo em sua postura. Embora pareça tão sedenta quanto eu, seu rosto logo demonstra irritação. Ela me questiona sobre o sumiço, reclama de estar presa e pergunta se a vida de casada será esse isolamento. Confesso que minha paciência está no limite hoje. Acabei de trucidar mais um rato que ajudou no ataque ao avião, e a bebida que tomei para espairecer não foi suficiente. Eu não queria ninguém reclamando no meu ouvido, muito menos ela.

Mas eu precisava ser paciente. Quando ela tocou no ponto de eu nunca ter dormido no quarto desde que ela chegou, percebi a verdadeira natureza da sua reclamação: carência. Para calar a boca dela, eu a beijei. Coloquei-a no meu colo. O baby doll com aquele shortinho curto favorecia cada curva da sua bunda.

— Chiara, não fale meu nome desse jeito... — avisei, sentindo o atrito dela contra meu pau duro. — Se não quiser que eu te foda aqui agora como se fosse uma puta.

Pensei que ela recuaria. Mas sua resposta foi um desafio direto:

— E se eu disser que é exatamente isso que eu quero de você?

— Então é o que quer. Sentiu saudade.

Ela engoliu em seco, os olhos verdes brilhando. Ela abriu a boca para negar, mas desistiu, agarrando meu terno com as mãos e rebolando no meu colo. Naquele instante, o controle que prometi à minha mãe foi para casa do caralho.

— Foda-se.

O beijo foi uma descarga elétrica. Chiara se derreteu, devolvendo a carícia com uma fome primitiva. Eu a peguei no colo e a deitei na cama, o som do seu gemido disparando um tiro direto para o meu pau. O beijo tornou-se feroz, possessivo. Deslizei os lábios pelo seu pescoço, sentindo a pulsação acelerada sob minha língua.

Ergui a blusa do baby doll. A lascívia impedia qualquer autocontrole. Retirei a peça completamente enquanto ela levantava os braços, rendida. Afastei-me por um segundo para olhá-la. É a primeira vez que a vejo nua da cintura para cima.

— Caralho, você é linda.

Ela corou, o que me excitou ainda mais. Suguei um dos mamilos, ouvindo-a murmurar meu nome. Juntei seus seios fartos com as mãos e os saboreei com vontade. Voltei a beijá-la e ordenei que tirasse o short. Ela obedeceu, deslizando a peça enquanto nossas línguas se entrelaçavam. Com um puxão, destruí sua calcinha minúscula. O contato da minha mão com sua intimidade molhada me deixou fora de mim.

— Puta que pariu! Eu preciso sentir seu gosto.

Puxei uma de suas pernas para o meu ombro e iniciei uma trilha de beijos do tornozelo até a sua bochecha de baixo.

— O cheiro do seu tesão se tornou meu perfume favorito, Chiara.

Com os polegares, afastei os lábios de sua vulva e lambi seu mel. Chiara soltou um gemido de pura luxúria. Quando suguei seu clitóris, ela arranhou minhas costas com as unhas. Minha língua invadiu seu interior quente e aveludado enquanto meu polegar massageava seu ponto de prazer.

— Você vai gozar na minha boca.

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