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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 332

POV / ISADORA

O Mathew desceu a mão direita direto para o centro das minhas pernas, enfiando os dedos por baixo da minha calcinha sem pedir licença. Senti o toque bruto dos dedos grossos dele contra a minha pele, deslizando de uma vez por causa da umidade abundante e espessa que já cobria tudo ali. Minha boceta estava completamente apertada e molhada, entregando o quanto o meu corpo implorava por ele durante todas aquelas semanas de distância, desmentindo qualquer pose de garota controlada. O calor que subia daquela região era um absurdo, uma queimação líquida que descia pelas minhas coxas e fazia meus dedos do pé se contraírem dentro dos saltos.

— Porra, Isa... Você está encharcada para mim — ele rosnou contra a minha boca, a voz completamente rouca de tanto tesão, enquanto enfiava dois dedos profundamente na minha entrada, ditando um ritmo rápido que me fez arquear as costas contra o banco do carro.

Passei as minhas mãos por dentro da camisa dele, sentindo os músculos do peito dele rígidos e quentes sob os meus dedos, enquanto ele me prejuizava e me puxava para ainda mais perto. O pau dele já estava completamente duro, um ferro rígido marcando o tecido da calça social e esmagando diretamente contra a minha coxa, me deixando sem fôlego. Eu não me importava se estávamos no estacionamento da faculdade, com o risco iminente de qualquer aluno ou professor passar ao lado dos vidros fumê. Eu só precisava daquele homem dentro de mim antes que eu enlouquecesse de vez. O coração batia na minha garganta, o suor frio da ansiedade do TCC se misturando com o calor doentio que ele provocava em mim.

Ele tirou a mão de dentro do meu vestido com um puxão rápido, deixando a minha intimidade vazia e latejando pelo resto do toque. Ligou o motor da SUV com um solavanco barulhento e tirou o carro do estacionamento da faculdade num rastro de pressa, os pneus cantando de leve no asfalto. Ele dirigiu por menos de cinco minutos, mantendo uma das mãos firme no volante com os nós dos dedos brancos de tanto apertar o couro, enquanto a outra mão esmagava a minha coxa esquerda com uma possessividade violenta.

Ele embicou o veículo numa rua totalmente escura e deserta ali perto, um ponto cego do bairro cercado por muros altos de galpões antigos e sem nenhum movimento de pedestres. Assim que puxou o freio de mão num estalo seco, ele travou as portas no painel, apagou os faróis e jogou o encosto do banco do carona totalmente para trás de uma vez só, criando um vão profundo no espaço apertado da cabine. O cheiro de couro do carro misturado com o perfume amadeirado dele e a minha baunilha natural criava uma atmosfera sufocante, densa, que tornava o ar pesado de respirar.

— Vem aqui — ele ordenou, a voz saindo grossa, áspera, carregada de todo o tesão acumulado daquelas semanas de distância.

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