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O CEO de Gelo e a Mulher Que Ele Jurou Odiar romance Capítulo 120

Capítulo 120 — Queria fazer um pedido…

Emma Anderson

Aquelas palavras atingiram a minha alma com a força de um impacto. Nossos lábios se buscaram de novo, e o beijo que começou lento e cheio de promessas rapidamente ganhou uma força e uma urgência avassaladoras.

Em um movimento fluido e poderoso, o Damien me pegou no colo. Instintivamente, envolvi minhas pernas ao redor da sua cintura, me agarrando aos seus ombros. Ele caminhou comigo pelo corredor até o seu quarto, abriu espaço e fechou a porta com o pé, sem romper o contato faminto das nossas bocas em nenhum segundo.

Ele me levou até a cama grande e me jogou no centro do colchão. Agora que entendo essa natureza dominante do Damien, consigo perceber o quanto ele sempre foi extremamente controlado e cuidadoso comigo, respeitando os meus limites, mas hoje o clima parecia diferente.

Havia uma eletricidade nova no ar. Ele queria testar coisas novas, e eu estava completamente rendida, amando cada milésimo daquela urgência. Ele me despiu me deixando completamente nua.

Sem pressa, ele tirou o cinto e começou a tirar a camiseta. Em seguida, pegou uma de suas gravatas de seda escura sobre a poltrona. Ele me mudou de posição na cama, me colocando de quatro sobre os joelhos.

Com movimentos firmes e precisos, ele juntou os meus pulsos e os amarrou na estrutura de madeira da cabeceira da cama usando a gravata. Damien empinou a minha bunda na direção dele, ajeitando o meu corpo, e se inclinou até sussurrar bem perto do meu ouvido:

— Se algo doer, ou se te incomodar de alguma forma, é só dizer "para" e eu paro no mesmo instante, entendeu?

Assenti com a cabeça rapidamente, mas ele deu um tapa leve na minha coxa, me repreendendo.

— Usa as palavras, Emma.

Olhei para ele por cima do meu ombro, sentindo meu corpo queimar de expectativa. Me lembrei de uma breve conversa que tive com a Taylor sobre o comportamento desses caras e decidi jogar o jogo dele.

— Entendi… Senhor.

Ouvi o Damien soltar um rosnado baixo, puramente animal, e sorri satisfeita com o efeito da minha provocação. O que se seguiu depois foi uma tortura deliciosamente lenta. Ele desceu os lábios pelo meu quadril, e sua língua começou a trabalhar na minha intimidade por trás, me levando à loucura em poucos segundos.

Comecei a perder completamente o controle do meu corpo, sentindo as minhas pernas amolecerem sobre o colchão, ameaçando ceder.

— De quatro, Emma. Nem pense em abaixar o quadril — ele ordenou, a voz autoritária e firme.

Soltei um choramingo sôfrego, implorando em silêncio enquanto ele judiava do meu bom senso usando a língua e os dedos de forma implacável. Senti a carícia molhada da língua dele descer um pouco mais, explorando a minha parte de trás com uma lentidão torturante. Dei um gemido alto.

— Gosta disso, querida? — ele perguntou, a voz arrastada, antes de lamber o ponto novamente.

— Sim… — choraminguei, apertando os dedos contra a cabeceira onde meus pulsos estavam presos.

Damien pressionou a ponta do dedo ali, simulando uma entrada e ameaçando avançar, fazendo meu corpo dar um solavanco. Soltei um lamúrio mais alto, e ouvi o sorriso safado na voz dele ao perguntar:

— E disso aqui? Você também gosta?

— Também… — respondi, completamente ofegante, o prazer nublando a minha visão.

Ele subiu os lábios pelas minhas costas, distribuindo mordidas leves até alcançar a minha boca, me calando em um beijo selvagem e cheio de posse. Quando interrompeu a carícia, ouvi o som nítido dele se livrando do restante das roupas e se posicionando logo atrás de mim.

Sem qualquer aviso, a palma da mão dele estalou contra a minha bunda. O som do tapa e o meu grito de surpresa ecoaram pelo quarto.

No mesmo instante, o Damien envolveu os dedos no meu cabelo, puxando a minha cabeça para trás com uma firmeza que não machucava, mas que deixava claro quem estava no comando ali. Ele colou a boca no meu ouvido.

— Eu não deixei você gritar, querida. Mas lembra… Se te incomodar, basta dizer a palavra.

Balancei a cabeça positivamente, mas o aperto no meu cabelo se intensificou de leve.

— Usa as palavras, Emma — ele rosnou.

— Entendi, senhor — respondi imediatamente, a submissão voluntária fazendo meu corpo pulsar de desejo.

Assim que as palavras saíram da minha boca, senti outro tapa estalar na minha pele, seguido por uma sequência deliciosa de carícias brutas: ele alternava entre t***s, beijos famintos nas minhas costas e mordidas firmes no meu ombro.

Tudo era intenso, quente e delicioso demais. E então, sem qualquer aviso, ele segurou meu quadril com as duas mãos e entrou em mim de uma vez só, me preenchendo por completo.

Eu ia soltar outro grito, mas contive o som na garganta, transformando o impacto em choramingos e gemidos abafados contra o travesseiro. Cada estocada profunda dele parecia uma punição divina.

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