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Senhor CEO, sua esposa gorda virou uma DEUSA! romance Capítulo 113

ARES BECKETT

A nossa pequena e perfeita recepção na estufa de vidro chegou ao fim algumas horas depois. Eu não queria dividir Rubi com mais ninguém, nem mesmo com nossos poucos convidados. Eu queria a minha esposa só para mim.

Caminhamos de mãos dadas até a saída para nos despedirmos. Mary foi a primeira. Ela abraçou Rubi com força, chorando de alegria, e depois me deu um abraço apertado e maternal, desejando toda a felicidade do mundo para nós dois.

Quando chegou a vez de Valentina, minha esposa a abraçou com carinho, agradecendo por toda a ajuda com o casamento surpresa. Assim que as duas se separaram, fixei o meu olhar na melhor amiga de Rubi. Dei a ela um olhar mortal.

— Eu já sei de tudo. Aproveite a sua vitória por enquanto, Valentina — murmurei, me inclinando na direção dela. — Mas saiba que o trote da "rival lésbica" terá volta. Eu não costumo perder.

Valentina deu uma gargalhada alta, sem se deixar intimidar pela minha ameaça.

— Estarei esperando, Beckett. Cuidem-se. E boa lua de mel! — ela piscou para nós.

Entrelacei meus dedos nos de Rubi e a guiei até o carro preto que nos aguardava na saída. Assim que o motorista deu a partida, Rubi encostou a cabeça no meu ombro, suspirando de cansaço e pura felicidade.

— Para onde vamos, Ares? — ela perguntou, brincando com a lapela do meu paletó. — Por favor, me diga que não vamos passar doze horas em um avião para a Europa agora. Eu estou exausta de tantas emoções.

Beijei o topo da cabeça dela, sentindo o cheiro doce do seu perfume.

— A nossa lua de mel começa agora, querida. Mas não se preocupe, não vamos perder horas em um avião. Eu tenho planos muito melhores para esta noite do que ficar preso em uma cabine pressurizada.

O carro não foi em direção ao aeroporto, mas sim para um heliporto particular ali perto. Quando chegamos, o meu helicóptero já estava com as hélices girando, pronto para decolar. Ajudei Rubi a subir e coloquei os fones de proteção nos ouvidos dela.

— Ares... isso é... é lindo demais — ela sussurrou, com a voz trêmula de emoção.

Fechei a porta atrás de nós com o pé, garantindo a nossa total privacidade. Caminhei a passos lentos até a minha esposa, apreciando a forma como a luz brincava na pele macia dela. Envolvi a cintura de Rubi em um abraço por trás, puxando as costas dela contra o meu peito.

Abaixei o rosto, enterrando o nariz na curva do pescoço dela. Deixei um beijo demorado na sua pele, sentindo-a estremecer nos meus braços e soltar um suspiro baixo.

— A noite inteira é sua, minha rainha — sussurrei contra a pele do pescoço dela. — Mas nós temos a vida toda pela frente. Se você estiver nervosa, se não estiver pronta para isso agora, é só me dizer. Eu não vou te pressionar a nada. O meu único objetivo hoje é amar você do jeito que você merece.

Rubi cobriu as minhas mãos, que ainda estavam em sua cintura, com as dela.

— Se você acha que eu vou desperdiçar toda essa decoração simplesmente dormindo, você definitivamente subestima a mulher com quem acabou de casar, Sr. Beckett.

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