— Você está louco, Enzo? Eu não tenho nada com Michael.
— Eu vi a forma como o olhou no consultório. E doeu na minha alma. Você sabe que eu sou ciumento.
— Olhei para ele com carinho. Michael faz parte do meu passado. Ele sempre foi meu melhor amigo.
A essas alturas meu pau já estava mole. O garoto zumbi destruiu o melhor boquete da minha vida.
Maria Fernanda apoiou as mãos no colchão, deixando o rosto próximo do meu. Senti seus seios roçarem no meu pau e ele começou a ficar ereto novamente.
Eu não acreditei nela quando disse que não me dopou e que não fez nada contra Davi. Talvez fosse hora de confiar em Maçãzinha.
A puxei para mim e lambi seus lábios. Depois suguei o inferior e ela gemeu.
— Pedido aceito. — falei entre seus lábios.
Maria Fernanda vibrou e deu uma mordida no meu ombro, fazendo-me gemer. Doeu. Mas vindo dela, me excitava.
Quando ela voltava a posição inicial, fazendo menção de chupar o meu pau eu disse:
— Também tenho uma condição para deixar o garoto zumbi terminar a residência.
— Qual é?
— Ele precisa apagar a tatuagem do dedo.
— A... tatuagem de coração?
— Sim. Ele precisa cortar a ligação eterna que tem com você.
— É só a porra de um desenho, Enzo. Atualmente nem tem mais valor emocional.
— Se não tem valor emocional, mande-o apagar a porra da tatuagem.
— Eu mando apagar. Mas por favor, deixe eu terminar o que comecei aqui embaixo.
Senti meus músculos tensos. E o medo e a insegurança tomarem conta de mim. A chance de ela usar o telefone para ligar para o garoto zumbi eram grandes.
Mas... eu teria realizado o desejo de gozar na boca dela. E tido os melhores meses da minha vida ao seu lado. Sem contar que a acharia em qualquer lugar do mundo. Maçãzinha jamais poderia fugir de mim. E eu mataria o garoto zumbi.
Ela voltou a fazer o boquete. E tentei me concentrar no momento. Fechei os olhos e gemi. Cada toque da língua dela fazia meu pau queimar de tesão.
Não aguentei mais. E gozei em sua boca. Maçãzinha acolheu todo meu sêmen com a língua. Depois me mostrou o líquido levemente esbranquiçado tomando sua boca. E engoliu. Eu arriscava dizer que foi a coisa mais interessante que já vi na vida.
A puxei para mim e num gesto rápido girei seu corpo, ficando por cima. A barriga dela fazia com que mantivéssemos uma certa distância de corpos. Mas eu não me importava. Era o nosso bebê que estava ali.
Levantei seus braços e imobilizei-a na cama. E meus lábios repousaram sobre os dela, sentindo meu próprio gosto, implorando pela língua de Maçãzinha como se precisasse daquilo para viver. O beijo foi profundo, quase violento. Parei quando senti o gosto de sangue.
Levantei o rosto e a encarei:
— Se eu te perguntar uma coisa, você seria sincera comigo?
Ela sorriu:
— De que adianta, se você não acredita na minha sinceridade?
— Agora eu acredito.

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