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A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 218

POV Enzo

— Onde ela foi parar? — perguntei para Aayush.

— Usei o rastreador, senhor Enzo. E... ela está no apartamento... do garoto zumbi.

Levantei-me da cadeira, atordoado. Passei o braço sobre a mesa, jogando tudo no chão.

Aayush arregalou os olhos:

— Senhor... pelo menos... ela está abrigada.

— Abrigada? — eu ri, sem humor — Acha mesmo que eu a deixaria desabrigada?

— Mas... o senhor não ofereceu à ela um abrigo.

— E você acha que ela deixou? Will não atendeu as minhas ligações. Me ignorou por completo. Eu não posso aceitar que minha mulher fique morando com o garoto zumbi.

— Ela... certamente pedirá o divórcio.

— Temos um contrato de casamento em que Maria Fernanda precisa ser minha esposa até Davi completar 18 anos.

— E... o senhor acha justo, depois de tudo que fez com ela?

— “Eu” fiz com ela? Caralho, estou destruído por causa dessa mulher. Ela mentiu par mim, Aayush! Mandou falsificar um exame. E não tem explicação lógica para isso. Maria Fernanda quis se fazer de vítima.

Aayush abaixou a cabeça.

— Você esteve ou não envolvido com isso, Aayush?

Ele demorou para responder:

— Eu não estive envolvido diretamente, senhor.

— Então por que foi falar com a doutora? O que Maçãzinha usou para te convencer, porra?

— Ela... implorou. E eu... achei realmente que talvez... fosse a solução para que vocês dois se resolvessem de vez, ficando juntos.

Quem era Aayush para decidir sobre a minha vida? Por que aquele filho da puta era tão incompetente?

Peguei-o pela gola, furioso. Então a porta do escritório se abriu e Davi entrou, feito um vendaval.

Soltei Aayush imediatamente. Davi nunca presenciaria qualquer ato de violência meu para com uma pessoa.

— Eu quero a minha mãe. — ele disse, me encarando.

Engoli em seco e pensei rápido no que responder. Eu não sabia exatamente o que dizer ao meu filho. Como explicar que eu mandei embora a pessoa mais importante das nossas vidas?

— A sua mãe... foi viajar. Mas em breve ela irá voltar.

— Então ligue para minha mamãe e peça que ela volte. Eu estou com saudade.

— Mas faz bem pouco tempo que ela se foi. Espere que ela... pelo menos aproveite... alguns dias.

— Eu não quero ficar sem a minha mãe — ele gritou — Traga ela agora.

— Davi, eu sou seu pai e posso fazer tudo que você quiser.

— Eu a quero. Estou com saudade. Chego a ouvir a voz dela me chamando. E quando entrei no seu quarto, ela não estava na cama. Mesmo dormindo, a mamãe falava comigo.

Senti um nó na garganta:

— Filho... eu vou trazê-la de volta. Eu juro. Só preciso... de um tempo.

Realmente eu traria minha esposa de volta, nem que tivesse que implorar de joelhos. Ela mentiu. Mas eu a amava do mesmo jeito. E achava justo ela me punir por tê-la mandado embora.

Eu estava entre a cruz e a espada. Entre a tomada correta de decisão e a pior escolha que já fiz na vida. Entre o fato de tentar machucá-la e descobrir que feri-la me autodestruía.

— Hospital? — minhas pernas fraquejaram e meu corpo desabou.

— Preciso de todos os exames que ela fez dentro da prisão a qual você a colocou.

— Onde ela está?

— Só vou te dizer quando você reunir todos os exames.

— Eu... dispensei as médicas. Não tenho a mínima ideia de onde estão os exames. E... nem tenho como garantir se são verdadeiros ou falsos.

Realmente eu já não tinha certeza de mais nada.

— Qual hospital? — minha voz mal saiu.

— Depois que você tiver todos os exames que ela fez enquanto estava na sua casa, eu te dou a localização dela. Só precisamos dos malditos exames. Depois que eu os tiver em mãos, você não presta para mais nada.

— Seu filho da puta...

— Will nunca vai te perdoar. E se acontecer algo com a minha amiga, juro que você se arrependerá eternamente, Enzo Asheton. Você pode ser bilionário, mas eu sei como te atingir. Irei na mídia e revelarei o quão vil você é. E revelarei ao mundo que você foi o responsável pela morte de Maria Fernanda.

O telefone caiu da minha mão. “Morte”? O garoto zumbi falou “morte”? se acontecesse algo com Maçãzinha eu seria o homem zumbi, pois meu corpo estaria vivo, mas morrer era só uma questão de tempo. E a morte não seria porque eu tinha um alvo nas costas. Aliás, eu vivi com um alvo imaginário nas costas desde que nasci. A morte viria porque meu coração não suportaria ficar sem ela.

QUEM ESTÁ COM ATAQUE DE ANSIEDADE, LEVANTA A MÃO!

O LIVRO ESTÁ SE ENCAMINHANDO PARA O FINAL. E ESPERO QUE VOCÊS ME ENCONTREM NO PRÓXIMO, QUE JÁ ESTÁ SAINDO DO FORNO.

POR HORA, COMENTEM O QUE ESTÃO ACHANDO. A OPINIÃO DE VOCÊS É MUITO IMPORTANTE.

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OBRIGADA. E CURTAM OS ÚLTIMOS CAPÍTULOS DE ENZO E MAÇÃZINHA.

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