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A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 35

— Eu vou ter que... ler aqui e agora?

— Sim. Precisa ler, assinar e depois eu assino, como o contratante dos seus serviços.

— E enquanto eu leio o livro... vocês três me observarão?

— Não se preocupe que eu não estou aqui para contemplá-la a ler, Maria Fernanda. Mas — olhei no relógio — tem a outra contratada que também tem horário marcado para assinar um contrato.

— Outra contratada? — perguntou, com a voz mais alta — De... babá?

— Sim. Você e Shirley irão se revezar com os cuidados com o Davi. Acho que comentei aquele dia, na piscina.

— Sim, eu ouvi. Mas... isso é bem... estranho.

— Eu estou contratando e faço como achar melhor.

Ela demorou a processar, parecendo querer entender. Mas não conseguiu. Então perguntou:

— E como funcionará este revezamento?

— Você trabalhará durante o dia. Ela à noite.

— Mas... e o vínculo com a criança?

— Acha que não consegue criar vínculos com o meu filho trabalhando somente durante o dia?

— Eu... não sei. Não conheço o Davi. Mas para conseguir a confiança dele, eu precisaria de... mais tempo.

— Pelo que sei, a senhorita só trabalhava à noite como babá e nem sempre nas mesmas casas, com as mesmas crianças. Ou seja, criava vínculos?

— De certa forma, sim. E... eu trabalhava como freelancer. É diferente. Agora... eu acreditei que teria uma criança só para mim...

— Só para você? — eu ri, sem humor — Ele é o meu filho, caso não lembre.

Ela abaixou a cabeça e olhou para o contrato. Senti um maldito frio na barriga, temendo que Maria Fernanda não assinasse e saísse dali, abdicando da vaga que eu lhe oferecia.

Parece que o que disse a afetou mais do que eu imaginava. Afinal, por que ela queria ficar tanto tempo com o meu filho? Por que se preocupava que outra pessoa ficasse com ele?

Claro! Os malditos plano dela, que certamente envolviam o meu filho.

Eu ri internamente. Maria Fernanda não me conhecia. E pelo visto estava pagando para ver. Ela se arrependeria de ter cruzado o meu caminho. E de ter deixado eu comê-la naquele banheiro. Na maldita hora que eu senti o gosto sua boceta, o destino dela estava traçado. Jamais outro homem a provaria. Ninguém, a não seria eu.

— Eu... sei que ele é seu filho, senhor Asheton. Mas eu gostaria muito que Davi e eu tivéssemos uma boa relação. Afinal, eu vou cuidar dele. Pelo desculpas se não me fiz entender direito. Sei que o carinho materno e paterno é insubstituível. — aquilo pareceu afetá-la. Mas logo ela recobrou a postura — isso quer dizer que trabalho durante o dia. Me agrada — sorriu — Oito horas diárias?

— Doze.

— Perfeito. — Pôs o contrato sobre a mesa e pegou a caneta.

— Mas dorme na minha casa.

Ela levantou os olhos na minha direção e depois olhou para o advogado.

— Por quê?

O doutor olhou para mim, dizendo através daquele gesto que eu respondia as perguntas.

— Sou uma pessoa com muitos... desafetos, digamos. E preciso preservar o meu filho. Evitar o vai e vem de pessoas na minha casa é questão de segurança. Mas... você deve saber bem sobre isso. — ironizei.

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Cláusulas ocultas 2

Cláusulas ocultas 3

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