Entrar Via

A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 59

— Você me dopou... com o seu cheiro... com a sua pele...

Desci os lábios pelo ombro dela, chegando no colo. Parei um segundo, deitando a cabeça em seu peito e sentindo o coração batendo acelerado, assim como o meu.

Quando escorreguei a cabeça entre seus seios, ela gemeu:

— Enzo... sobre aquela noite...

— Eu também não esqueci, Maçãzinha... — confessei — meu pau ainda lembra da sua boceta apertada. E minha língua ainda implora pela sua boceta.

— Ok... eu entendi. — ela relaxou o corpo — Tudo não passa de uma brincadeira. E sua real intenção era... me testar e me seduzir.

— Ah, Maçãzinha... — desci o biquíni dela com os dentes, deixando o seio à mostra — Não sou o tipo de homem que se relaciona com alguém... no entanto... estou no rolo mais complexo da minha vida.

— Então é isso — ela suspirou — é só um sonho. E como é um sonho, a gente pode continuar de onde parou... e paramos em qualquer parte, porque nos meus sonhos... você me toca o tempo inteiro... em todos os lugares.

— Vou fazer você gritar o meu nome.

— Me chama de Maçãzinha... — arfou, quando peguei um dos seios entre meus lábios, chupando.

— Minha Maçãzinha... só minha e de mais ninguém.

Suguei os mamilos e fiz questão de deixar marcas em cada centímetro de pele que toquei. Desci meus beijos pela sua barriga até encontrar o shorts. Foi quando me ajoelhei.

Sonhei tanto com aquele momento. Em todas as noites eu a sentia. E me tocava pensando nela. Quantas punhetas toquei imaginando que me enfiava naquela mulher.

O famoso chá de boceta. Sim, eu tomei. E acho que todos os homens ganhariam um na vida, mais cedo ou mais tarde. Até que fui forte demais, já que levei 39 anos para experimentar o meu.

Puxei o short dela junto da calcinha. E então encontrei a boceta que embalou minhas noites mal dormidas.

Maçãzinha fechou os olhos e eu a lambi, por toda extensão, sentindo-a molhada, o líquido pegajoso se espalhando por toda minha língua. Eu era dela, de corpo e alma. E nada mudaria aquilo. Nem se ela me matasse. Aliás, se era para morrer, eu preferia que fosse pelas mãos daquela mulher.

Quando ela puxou meus cabelos, gemi de prazer. Afastei os grandes lábios com meus dedos e suguei seu clitóris gentilmente, fazendo-a soltar um gritinho. Abri mais suas pernas e então comecei a meter minha língua com força na sua boceta, enquanto meu dedo fazia círculos firmes em volta do seu clitóris. Senti quando ela gozou, inundando minha língua. Foi quando percebi que eu tinha gozado. Nas calças.

— Me chama de Maçãzinha de novo. — Ela pediu, com a voz trêmula.

— Você é incrível... MAÇÃZINHA.

Ela sorriu e me empurrou, fazendo-me desequilibrar e cair no chão.

— Obrigada pelo orgasmo, senhor “ilusão de ótica”. Mas agora eu vou embora, achar outra pessoa para dopar enquanto brinco de Natasha Romanoff. A propósito: eu me demito!

POV Aayush

A cafeteria parecia pequena demais para o que precisávamos falar. Mas não tinha o que fazer. Foi escolha dela. Ela sempre fazia questão de manter o anonimato na maioria dos lugares que frequentava. Questão de segurança, algo que eles realmente tinham motivos para se importar.

Olhei no relógio, ansioso. Eu odiava esperar. Esperas me faziam pensar demais. E meus pensamentos nem sempre eram bons. Às vezes eles me denunciavam e me pregavam peças. Como aquele, onde eu via a Maçãzinha do senhor Enzo nitidamente na minha cabeça.

Respirei fundo e meneei a cabeça, atordoado. Eu só tinha sentido aquilo antes por uma mulher. E ela estava presa, depois de ter desprezado todo o sentimento que tive por ela.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A babá é a mais nova obsessão do CEO