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A prometida do Capo italiano romance Capítulo 110

CAPÍTULO 128

Katy Caruso

Fiz a merda e agora travei. Tenho por baixo de mim um homem enorme, com a minha intimidade sentindo suas partes duras como pedra, e olhos matadores, furiosos me fuzilando.

“Não posso demonstrar que estou com medo, eu preciso acabar com isso, ele precisa de mim!“

— Você merecia ser fodida com força, Katy! É... você me desafiou, agora vai ouvir quem é o seu marido. Tem sorte de eu estar preso, porque os meus demônios já apareceram! — Misericórdia, Peter estava diferente, não brincou quando disse que mudaria.

Comecei pelo que eu sabia, beijar...

Estiquei os braços por cima de cada braço dele, massagendo a sua pele e sentindo a sua musculatura firme. Com a boca o beijei, mas hoje ele estava impossível, seu beijo muito avassalador, parecia querer me morder, e precisei parar algumas vezes.

— Tira a roupa, Katy! Quero te ver nua! — ele estava com a voz diferente, olhar diferente, era como se agora preso, tivesse mais poder do que solto, embora eu ache que se tivesse solto, teria rasgado tudo.

Fiquei em pé em cima da cama, e o olhando fixamente desci a primeira alça da parte de cima, seus olhos arregalaram quando eu tirei e os meus seios ficaram expostos, nunca vi um olhar como aquele, parecia querer me devorar, e eu senti um frio na espinha, misturado com a excitação de saber como seria cada passo que daríamos.

Virei de costas para tirar a parte de baixo.

— Caralho! Que bunda da porra! Me solta daqui, Katy! — fiquei de frente e vi que ele estava agitado, tentando se soltar.

— Combinado é combinado, Peter! Você aceitou continuar, eu aceitei ir até o fim... terá que suportar, não desisto fácil de nada.

— Che cazzo?! (Que porra é essa?)

Desci novamente, ficando sobre ele e encostei um dos seios na sua boca, vi que ele se controlou.

Peter começou a lamber e a chupar forte, nunca senti algo como aquilo.

— Isso é bom, Peter... pode fazer no outro? — ele sorriu, então eu entendi que podia, e enfiei o outro seio na boca dele.

Peter se esforçou para tentar levantar, então facilitei, deixando entre um seio e outro perto da boca dele, e confesso que fiquei louca por mais, só que depois de um tempo, me senti perdida, eu não sabia conduzir.

— Eu não sei o que fazer, Peter...

— Você é gostosa demais, Katy! Estou louco para arrancar a minha mão daqui com ferro e tudo é afundar em você!

— Demônia do diavolo!

Eu não fazia ideia por onde começar, mas subi de costas pra ele e encostei os lábios no seu pau, então seu corpo contorceu mais.

— ME DEIXA FODER A SUA GARGANTA, PORRA! ENFIA ESSA BOCA AÍ, CARALHO! — comecei a entender o que ele queria, então me ajeitei melhor e foi simplesmente maravilhoso colocar ele na boca.

Era louco, maluco, mas me deixou muito excitada. A sua textura, seu gosto, eram perfeitos demais. Nunca imaginei que seria assim, tive vontade de tocar, apertei com gosto, e distraída caí ao lado do pênis dele, quando percebi que Peter se virou todo e conseguiu lamber a minha bunda toda.

— Meu Deus, Peter! — aquilo estava tão bom, que ergui mais a cintura, fui mais perto da boca dele e deitei sobre ele, segurando seu pau, e sentindo seu toque com a língua, gostoso o suficiente, leve o suficiente, eu fiquei extasiada, fechei os olhos e comecei a gemer, massageando levemente aquele pênis gostoso. — Peter... você é tão bom nisso! Eu estou ficando louca igual você!

Simplesmente esqueci de fazer o que ele pediu com a boca, fiquei esticada com a minha intimidade na cara dele, a minha boca aberta nos pelos que ele tem ao lado do pau, mas Peter não reclamou. Pelo contrário, o tempo foi passando e ele continuou agitado do mesmo jeito, passando a língua num lugar de outro mundo, que me fez ficar ali até estremecer de corpo inteiro, apertar seu corpo e erguer a cabeça.

— Ahhhh, Peter! — aquele homem não parava, olhei para o seu pau e então enfiei novamente na boca e ele começou a mover o quadril com força, fazendo com que eu o chupasse diferente, num ritmo mais rápido, e suas mãos cravaram na polpa da minha bunda.

— Senta no meu pau, Katy! — meu coração acelerou, eu não sabia como fazer. — Você prometeu, demônia! Se não me der, vai me matar! — chupei mais um pouco, fui percebendo algumas coisas, e melhorando. — AHHHHHH PORAAAA! EU NÃO VOU AGUENTAR SUA DEMONÍACA!

“E, agora?“

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