CAPÍTULO 65
Laura Strondda
Alex se afastou para beijar os meus seios. A água do chuveiro também estava ligada, caindo sobre nós, devagar... um fluxo leve e notório.
Era impossível não sentir o seu pênis na minha barriga, encostado no meu umbigo e me fazendo ficar curiosa. Então levei a mão até lá, apertei com gosto, e olhei pra ele quando parou de passar a língua nos meus mamilos para me olhar. A sua boca estava aberta, seu olhar ficou mais escuro.
— Gosta disso? — perguntei. Subi e desci a mão, então ele gemeu.
— Hum... — fiz mais algumas vezes, ele encostou a cabeça na parede e fechou os olhos.
— É tão grande, grosso! — comentei, mas ele pareceu enlouquecer. Apertou a minha bunda um pouco mais forte.
— Puta que pariu, não vou aguentar! Vem querida... — ele me induziu a levantar, então passou pelo chuveiro, me enxagoou da espuma, e estendeu a mão.
Saímos do banheiro molhando tudo, ele nem se importou. Tentei pegar uma toalha, mas ele negou com um sorriso no rosto, e se apressou a me dar um leve empurrão, me fazendo cair na cama.
— O que está fazendo? — perguntei quando ele me puxou pelas pernas para a beira da cama.
— No momento, vou te comer com a boca..., mas depois, voltaremos a nos encaixar e vou te mostrar como não menti e você pode sentir muito prazer comigo dentro de você!
— Tá... — ele veio beijando o meu pé, depois as pernas, e quando menos esperei, estava com a língua lá em baixo, no meio das minhas pernas e uma das mãos alcançou um dos meus seios, cheguei a gemer assim como ele.
— Hum... Alex! — ele começou a chupar naquele lugar sensível, e o meu corpo inteiro ficou como em alerta, cheguei a fechar os olhos, ele sabia como me enlouquecer.
Seu toque suave no meu seio me fazia suspirar, e a sua língua dura, estava me levando a ficar mais quente, mais desejosa.
Alex soltou o meu seio e do nada colocou o dedo na parte de trás, no meu ânus. No começo levantei parcialmente o corpo, iria protestar, então ele ergueu o meu quadril e passou a língua lá também, e foi muito bom.
— Se quiser tentar aqui atrás a gente tenta, talvez goste mais... — ele falou, mas não consegui responder, ele enfiou a ponta do dedo no meu rabo e lambeu o meu ponto sensível, e fui à loucura.
— Nossa, Alex! — senti que ele tirou o dedo lá de trás, e buscou lubrificação, então voltou a chupar e do nada voltou a colocar o dedo lá, enfiando mais pra dentro.
— Onde quer que eu coloque, Laura? Gosta da pressão aqui de trás? — ele mexeu mais o dedo e quando percebi, ele estava tirando e colocando o dedo lá dentro, e chegou o momento que eu não consegui mais resistir, agarrei os braços do Alex e apertei com força.
Então sem aguentar a pressão, voltei a jogar o meu corpo sobre a cama e aguentar aquela onda de loucura, de prazer e de êxtase. Eu nunca senti algo como aquilo na vida, e ao mesmo tempo percebi que estava sentindo prazer dobrado em ambos os lugares, estava muito sensível e fazendo gemer como louca.
— Ai, vão me ouvir... que droga! — reclamei enquanto gozava, me contorcia e tentava levantar da cama, pressionando o Alex para sair, porém ele continuou até que boa parte daquilo que eu estava sentindo passasse.
— Que se foda! Não tem crianças em casa!
Fiquei mole sobre o colchão e ele me colocou no meio da cama, ficou de joelhos na minha frente e enquanto acariciava a minha barriga e os meus seios, começou a falar palavras obscenas que me deixaram sem ar e sem saber o que responder.
— Onde quer que eu te coma, hein? Aqui na bocetinha? — tocou com os dedos no meu ponto sensível. — Ou quer me deixar tentar no cuzinho? — seu olhar era malicioso, cheio de malicias e de desejo.
— Eu não sei... confio em você, Alex! — o olhei quase sem ar, tive medo da minha resposta, mas também estava ansiosa demais.
— Ótimo! — ele se posicionou em cima de mim, e abri a boca quando senti que ele encaixou aquele pênis enorme na minha boceta. Carinhosamente ele se aproximou e me beijou.
Senti a mão dele tocando a área sensível. Então puxou um travesseiro e me ergueu, colocando de baixo da barriga. Continuou me tocando, até que eu senti ele levar algo molhado no outro buraco e então levei um leve tapinha na bunda e ele se posicionou em cima de mim.
Senti a ponta do seu pau encostando devagar, depois entrou um pouquinho e tive uma pequena compressão, foi quando ele começou a tirar e colocar só a ponta, cheguei a revirar os olhos de prazer.
Alex continuou colocando e tirando enquanto arrumava os meus cabelos nas costas, e então senti um pouco de dor quando ele entrou com uma parte bem maior em mim.
— Está tudo bem?
— Sim, doeu um pouco, mas está passando. — ele ficou parado, então depois voltou a entrar e sair, agora já não doía até onde ele havia colocado, e aos poucos ele entrou inteiro dentro de mim.
Ele mexia devagar, dava uma boa empurrada até o final e eu não conseguia fazer mais nada além de gemer, me perdi completamente de mim, fechei os olhos e aproveitei o meu momento.
Alex continuou falando coisas obscenas, eu confirmava tudo, só não queria que ele parasse.
Mas ele estava muito excitado, e chegou um momento que não resistiu, e jorrou dentro de mim.
Ele repousou seu corpo sobre o meu, foi se aproximando, procurando o meu rosto e estranhei quando olhei pra ele, que segurou com as duas mãos na minha face.
— O que foi?
— Me diz que não vai embora! Diz Laura, diz que não te machuquei e não vou levar outro tiro! — ele realmente não estava brincando, seu olhar estava me dizendo que estava com medo.
— Calma! Eu não vou embora, vou ficar bem aqui! Aliás pode me beijar mais, adoro seus beijos...

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A prometida do Capo italiano