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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 19

Eu estava finalmente começando a esquecer a cor daqueles olhos castanhos esverdeados que me assombraram o dia todo. Me posicionei atrás de Caqui; a visão da sua vulnerabilidade era o combustível que eu precisava. Desferi alguns t***s em suas nádegas com a palma da mão aberta e apertei a carne com força, sentindo a elasticidade da sua pele sob meus dedos.

— Gostosa — sussurrei perto do ouvido dela, vendo os pelos do seu pescoço se arrepiarem instantaneamente.

Peguei o bastão de eletroestimulação sobre a mesa. O estalido elétrico era baixo, quase um zumbido de inseto, mas o efeito visual era imediato. Comecei a passar o eletrodo pelo seu pescoço, descendo pelas clavículas. O formigamento era superficial, mas eu via seus músculos se contraírem em pequenos espasmos involuntários.

Eu gostava desse poder. Gostava de saber que cada centímetro daquele corpo reagia ao meu comando, fosse pela dor do bambu ou pelo choque da eletricidade. Meu coração batia em um ritmo denso, uma pulsação que eu sentia na ponta dos dedos.

Calcei as luvas de látex preto. O som seco do material ajustando-se aos meus pulsos pareceu despertar algo ainda mais sombrio em mim. Desci a mão para a bunda dela, apertando e apalpando enquanto ela soltava gemidos curtos. Deslizei os dedos por entre suas pernas, por cima da renda da calcinha. Ela estava encharcada. Pressionei o clitóris por cima do tecido e ela arqueou as costas, buscando o toque. O calor que emanava dela era um convite, mas eu não estava ali para ser convidado; eu estava ali para invadir.

Desferi um tapa violento na nádega direita, deixando a marca rubra dos meus dedos sobre a pele branca.

— Você gosta disso, não gosta? — perguntei, minha voz saindo rouca, quase um rosnado perto do ouvido dela.

— Sim... por favor, meu senhor.

— Vou fazer você gozar, mas vai ser do meu jeito.

Acionei o ajuste da cadeira. A estrutura baixou o torso de Caqui até que sua cabeça quase tocasse o chão, forçando suas coxas a se abrirem mais e deixando sua bunda empinada em um ângulo impossível de ignorar. Era a geometria perfeita da entrega.

Dei outro tapa na carne exposta e ela gemeu alto. Enquanto minha mão esquerda mantinha o bastão de choque pressionado contra a parte interna da coxa dela, criando um contraste insuportável entre o ardor do tapa e o formigamento elétrico, enfiei dois dedos de uma vez em sua intimidade.

Comecei a masturbá-la com movimentos rítmicos, agressivos, um vai e vem impiedoso. O corpo de Caqui começou a se contorcer, a b***** contraindo ao redor dos meus dedos em um ritmo frenético, tentando desesperadamente acompanhar a minha cadência. Eu sentia as paredes internas dela me apertando, quentes e pulsantes, como se estivessem famintas por aquele controle.

Desci o bastão de choque, fazendo-o percorrer a virilha, a barriga e o umbigo, voltando para o clitóris no exato momento em que ela atingiu o ápice. Caqui gritou, as pernas tremeram violentamente e ela gozou contra a minha mão. O corpo dela estremeceu tanto que a cadeira de aço chegou a vibrar sob o peso da sua reação. Meus dedos foram esmagados pelas contrações dela; era um aperto tão intenso que eu podia sentir o vácuo se formando ao redor das minhas luvas.

Dei um leve tapa em sua intimidade, ainda úmida, e ela arqueou as costas, respirando de forma densa e ruidosa, tentando recuperar o fôlego que eu havia roubado.

CAP. 22- — Ainda não acabou. Você vai me aguentar até que eu esteja satisfeito. 1

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