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Apaixonada pelo Alfa Errado romance Capítulo 128

Riuk

O sangue escorre do meu ombro como um rio quente, a dor latejando em ondas que me cegam por segundos. Gregor ainda está sobre mim, presas cravadas, rosnando vitória. Mas o medo de Rubi pelo vínculo me atinge como um soco, o pânico dela, o bebê mexendo como se soubesse. Não. Não acaba assim.

Eu rosno baixo, reunindo forças. Meu lobo desperta de vez, não só como instinto, como parceiro da magia. Sinto ele se fundir à magia, os dois se entrelaçando dentro de mim como nunca antes. O pelo começa a crescer nos meus braços, garras saindo das unhas, olhos mudando pra âmbar puro. Mas não transformo completo. Fico no meio – homem e lobo, bruxo e fera. A magia, que fraquejava, explode de novo, agora tingida de selvageria lupina. Não mais contida, não mais calculada.

Eu a solto toda.

Um uivo primal escapa da minha garganta, ecoando pela clareira como trovão. Energia azul irrompe das minhas mãos, mas agora misturada com prata lupina, veias de luz selvagem que queimam Gregor como fogo divino misturado com veneno de alfa. Ele uiva de agonia, soltando minha carne rasgada, o corpo convulsionando enquanto a magia-lobo o corrói por dentro e por fora. Pele fumegando, músculos se rasgando como se garras invisíveis o atacassem.

Eu me levanto cambaleando, o corpo meio transformado, presas à mostra, garras estendidas, pelo cobrindo os braços feridos. O círculo se reforma ao nosso redor, mais forte, rachando a terra em sulcos profundos que brilham azul-prateado. A energia pulsa com o batimento do meu coração lupino, criando uma barreira que rosna como um animal vivo.

Gregor cai pra trás, tossindo sangue negro, olhos arregalados de terror pela primeira vez. “Monstro… o que você é?”

Eu sorrio, dentes afiados brilhando.

“Seu pior pesadelo. Lobo e bruxo. Juntos.”

O resto da batalha vira caos controlado pelo nosso lado.

Com o lobo guiando a magia, eu me torno letal. Lanço rajadas que não só queimam, elas rasgam como garras. O último beta vêm pra cima; eu salto parcial, garras cravando no peito de um enquanto a magia explode o outro de dentro pra fora. Sangue e vísceras voam, o cheiro de morte preenchendo o ar.

Eron, vendo isso, se solta também, velocidade pura, cravando presas em um alfa, rasgando tendões. Ragnar, inspirado pelos filhos, transforma completo e ataca Gregor de novo, garras lupinas gigantes rasgando o que sobrou do inimigo.

Os alfas percebem rápido: não estamos pra brincadeira. Gregor tenta se levantar, mas Ragnar o agarra pela cabeça, presas no pescoço, garras apertando o crânio. “Isso acaba agora,” meu pai rosna, voz gutural de Lycan pleno. “Ou eu ensino o que é desafiar o Supremo de verdade.”

Gregor gorgoleja, os olhos inchando. Os restantes hesitam, vendo o líder quebrado.

Eu avanço, lobo e magia fundidos, mandando uma onda que derruba os últimos alfas. “Rendam-se,” eu ordeno, voz dupla, humana e lupina ao mesmo tempo. “Ou morrem aqui.”

Não tem escolha. Eles baixam as cabeças, uivando rendição. Aliados chegam atrasados, prendendo os sobreviventes.

"Não era sem tempo." Eron reclama quando vê os aliados.

"Sabíamos que não seria fácil. Não tinha por que esperar socorro." resmungo.

"E você demorou muito para trazer seu lobo." ele rosna.

"Eu queria testar a magia que aprendi com Drevan." falo.

128. Muito sangue 1

128. Muito sangue 2

128. Muito sangue 3

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