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Comprei um Gigolô e ele era um Bilionário (Kayla Sango ) romance Capítulo 671

~ BIANCA ~

A gente saiu de fininho.

Só... desaparecemos no meio de uma música alta, com Christian fazendo aquela cara de "eu sei exatamente o que vocês vão fazer" e Zoey gritando "divirtam-se!" de um jeito que fez meu rosto esquentar instantaneamente.

O trajeto até o apartamento foi tortura pura.

Nico dirigindo com uma mão no volante e a outra firmemente plantada na minha coxa, dedos desenhando círculos preguiçosos por cima do tecido do vestido, subindo centímetro por centímetro, testando cada limite do meu autocontrole.

— Você tá fazendo de propósito — acusei, voz saindo embaraçosamente rouca.

Ele sorriu sem tirar os olhos da estrada, mas a mão subiu mais.

— Fazendo o quê exatamente?

— Me provocando.

— Eu? — Os dedos roçaram perigosamente alto, fazendo minha respiração falhar. — Jamais faria isso.

Mordi o lábio com força, deslizando minha própria mão pela coxa dele em retaliação, sentindo o músculo tenso debaixo da calça social.

Senti ele endurecer completamente quando meus dedos roçaram exatamente onde eu sabia que ia destruí-lo.

O maxilar dele travou e eu sorri, satisfeita.

Dois podem jogar esse jogo.

Quando finalmente estacionamos, praticamente corremos até o elevador como adolescentes. Nico me prensou contra a parede espelhada no segundo exato em que as portas se fecharam, boca quente e urgente no meu pescoço, mãos grandes apertando minha cintura, me puxando contra o corpo dele de um jeito que não deixava dúvida nenhuma do quanto ele me queria.

Senti a ereção dele pressionando contra minha barriga e gemi baixinho.

— Tem câmera — consegui dizer entre respirações cada vez mais irregulares.

— Foda-se a câmera — ele murmurou contra minha pele, mordendo aquele ponto sensível logo abaixo da minha orelha que me fazia perder completamente o juízo.

As portas abriram no nosso andar antes que a situação ficasse ainda mais indecente, e nos separamos apenas o suficiente para caminhar — mas mal conseguíamos manter as mãos longe um do outro.

O apartamento estava mergulhado em silêncio acolhedor e cúmplice.

E sobre a mesa da cozinha, um bilhete na letra caprichada de Martina:

"Saí para ver um filme com a Bella e depois vamos dormir na Paola. Aproveitem a noite."

Senti meu rosto esquentando violentamente.

Minha sogra tinha literalmente preparado o terreno livre para a gente poder...

Mal tive tempo de completar o pensamento.

Pois Nico me girou e me beijou com uma intensidade que tirou todo o ar dos meus pulmões, língua invadindo minha boca, mãos já procurando o zíper do vestido nas minhas costas.

Tropecei para trás, puxando ele comigo pelo colarinho, e de alguma forma atravessamos a sala sem separar as bocas por mais que meio segundo.

Chegamos cambaleando até o quarto. Nico chutou a porta fechando atrás de nós e me prensou contra a madeira, corpo pressionado completamente contra o meu, deixando eu sentir exatamente o efeito que tinha nele.

— Chuveiro — consegui ofegar entre beijos famintos. — Ainda tô com cheiro de festa... perfume de outras pessoas...

Ele parou por fração de segundo, olhando nos meus olhos com intensidade que me derreteu.

— Então vem — disse simplesmente, pegando minha mão e praticamente me arrastando para o banheiro.

Liguei o chuveiro enquanto ele tirava a camisa, dedos lutando com botões até desistir e simplesmente arrancar, os botões voando e eu nem me importei.

Observei hipnotizada enquanto ele tirava o cinto, depois a calça, ficando só de cueca preta que não escondia absolutamente nada.

Tirei meu vestido devagar, deixando cair em volta dos meus pés, e vi o momento exato em que o autocontrole dele estremeceu.

— Madonna... — ele sussurrou, olhos escurecendo enquanto me devorava visualmente.

O vapor já estava enchendo o banheiro quando tirei o sutiã, depois a calcinha, completamente nua na frente dele.

Nico tirou a cueca e meu estômago apertou vendo ele completamente duro, pronto.

Ele me puxou para debaixo da água quente e o primeiro contato de pele molhada contra pele molhada arrancou gemido dos dois.

As mãos dele estavam em todo lugar simultaneamente — cintura, costas, quadris, nádegas — me tocando com urgência desesperada de quem esperou tempo demais.

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