“Alguns limites não são cruzados… eles são destruídos.”
Ele poderia ter parado ali, mas parar nunca foi uma opção quando se tratava dela.
Edward grunhiu rouco ao sentir ela o apertar, mas conseguiu se segurar por pouco. Seus músculos estavam tensos, o maxilar travado, e ele resistia ao impulso de gozar junto com ela. Continuou a invadindo devagar durante o orgasmo dela, prolongando o prazer até o último espasmo, sentindo cada contração quente e molhada no seu membro.
Só quando os tremores de Dayse começaram a diminuir é que ele parou as estocadas, ainda dentro dela. Com um movimento rápido e forte, ele girou os corpos na cama, invertendo as posições. Agora ele estava na borda do colchão, com as pernas abertas, e Dayse sentada no colo dele, completamente empalada sobre o seu pau.
— Agora você vai cavalgar pra mim — murmurou contra a boca dela, com a voz grave e exigente, segurando firme a cintura dela com as duas mãos.
O novo ângulo a atingiu de forma diferente, mais profunda, mais sensível, arrancando dela uma reação imediata que se espalhou pelo corpo inteiro. Ele estava ainda mais fundo nessa posição, pressionando pontos que a deixavam sensível demais depois de três orgasmos seguidos. Suas mãos apoiaram nos ombros largos dele, cravando as unhas na sua pele enquanto tentava se acostumar com a nova posição.
— Edward… ah… … eu … — gemeu com a voz rouca e entrecortada.
— Eu sei — respondeu com um sorriso predatório, apertando a cintura dela. — Quica princesa. Quero ver você gozando no meu pau mais uma vez.
Dayse mordeu o lábio inferior, mantendo os olhos semicerrados de prazer e sensibilidade. Devagar, ela começou a se mover, subindo até quase tirar tudo e descendo novamente, sentindo cada centímetro dele abrindo-a. Os gemidos saíam altos e descontrolados a cada descida, e Dayse revirava os olhos ao sentir o clitóris roçar contra a pelve dele.
— Assim… que gostoso… — sussurrava acelerando aos poucos.
Edward soltou um gemido rouco, apertando a bunda dela, enquanto ajudava no ritmo. Ele erguia o quadril a cada descida, metendo para cima enquanto ela descia, fazendo o impacto ser ainda mais forte e profundo.
Dayse jogou a cabeça para trás, os cabelos molhados estavam colados no corpo suado. Seus seios balançavam na frente do rosto dele, e Edward não resistiu e capturou um mamilo com a boca, chupando com vontade enquanto ela cavalgava cada vez mais rápido.
O corpo dela já não respondia com a mesma precisão de antes, havia um atraso estranho entre o que ela sentia e o que conseguia controlar, como se a intensidade estivesse começando a ultrapassar o limite do que conseguia sustentar.
— Edward… eu vou… de novo… ah, merda… tô sensível demais… — gemeu com a voz falhando, e o corpo tremendo.
— Goza pra mim, princesa. Goza sentadinha no meu pau — ordenou com uma das mãos subindo para apertar o seio livre enquanto a outra guiava o quadril dela com força.
O quarto orgasmo a atingiu com tudo.
Dayse cravou as unhas nos ombros dele, sentindo novamente o corpo convulsionar enquanto ela gozava novamente. Seus gemidos viraram quase um grito, e o corpo inteiro tremeu incontrolavelmente no colo dele.
Ele a deitou com delicadeza no centro da cama king size, arrumando sua cabeça no travesseiro. Dayse nem se mexeu. O rosto estava relaxado, os lábios ligeiramente entreabertos, e o rosto ainda corado pelo prazer intenso. Edward puxou o lençol leve sobre o corpo nu dela, cobrindo-a até a cintura.
Em seguida, se deitou, abraçando-a por trás, encaixando o corpo grande contra o dela. Uma de suas pernas, entralaçou a dela e seu braço forte, envolveu a cintura delicada com cuidado.
Com a outra mão, ele começou a passar os dedos devagar pelos cabelos molhados e bagunçados de Dayse, acariciando com carinho, tirando algumas mechas do rosto dela.
Edward sorriu, olhando para o rosto sereno dela na penumbra do quarto, iluminado pelo abajur.
— Dorme, princesa… — sussurrou contra o topo da cabeça dela, com a voz rouca e cheia de afeto. — Você merece. Amanhã a gente continua… porque eu ainda não me cansei de você.
Edward beijou os cabelos dela de leve antes de continuar acariciando lentamente os fios bagunçados, mantendo o corpo colado ao dela enquanto observava a respiração finalmente desacelerar até se tornar calma e profunda, e o sorriso satisfeito permaneceu nos lábios dele ao perceber que Dayse havia adormecido completamente em seus braços.
Ele a observou em silêncio, mantendo o corpo ainda colado ao dela, e foi naquele instante que percebeu o quanto tudo tinha se tornado perigoso, porque o problema já não era apenas o que havia acontecido naquela noite, mas o fato de que ele não queria que aquilo terminasse ali.
Edward queria repetir, queria tê-la daquele jeito de novo, quantas vezes pudesse, e talvez fosse exatamente isso que tornava tudo muito mais complicado do que deveria ser.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da Cama Para o Altar: Um contrato com o meu Chefe