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Da Cama Para o Altar: Um contrato com o meu Chefe romance Capítulo 102

“Alguns limites não são cruzados… eles são destruídos.”

Ele poderia ter parado ali, mas parar nunca foi uma opção quando se tratava dela.

Edward grunhiu rouco ao sentir ela o apertar, mas conseguiu se segurar por pouco. Seus músculos estavam tensos, o maxilar travado, e ele resistia ao impulso de gozar junto com ela. Continuou a invadindo devagar durante o orgasmo dela, prolongando o prazer até o último espasmo, sentindo cada contração quente e molhada no seu membro.

Só quando os tremores de Dayse começaram a diminuir é que ele parou as estocadas, ainda dentro dela. Com um movimento rápido e forte, ele girou os corpos na cama, invertendo as posições. Agora ele estava na borda do colchão, com as pernas abertas, e Dayse sentada no colo dele, completamente empalada sobre o seu pau.

— Agora você vai cavalgar pra mim — murmurou contra a boca dela, com a voz grave e exigente, segurando firme a cintura dela com as duas mãos.

O novo ângulo a atingiu de forma diferente, mais profunda, mais sensível, arrancando dela uma reação imediata que se espalhou pelo corpo inteiro. Ele estava ainda mais fundo nessa posição, pressionando pontos que a deixavam sensível demais depois de três orgasmos seguidos. Suas mãos apoiaram nos ombros largos dele, cravando as unhas na sua pele enquanto tentava se acostumar com a nova posição.

— Edward… ah… … eu … — gemeu com a voz rouca e entrecortada.

— Eu sei — respondeu com um sorriso predatório, apertando a cintura dela. — Quica princesa. Quero ver você gozando no meu pau mais uma vez.

Dayse mordeu o lábio inferior, mantendo os olhos semicerrados de prazer e sensibilidade. Devagar, ela começou a se mover, subindo até quase tirar tudo e descendo novamente, sentindo cada centímetro dele abrindo-a. Os gemidos saíam altos e descontrolados a cada descida, e Dayse revirava os olhos ao sentir o clitóris roçar contra a pelve dele.

— Assim… que gostoso… — sussurrava acelerando aos poucos.

Edward soltou um gemido rouco, apertando a bunda dela, enquanto ajudava no ritmo. Ele erguia o quadril a cada descida, metendo para cima enquanto ela descia, fazendo o impacto ser ainda mais forte e profundo.

Dayse jogou a cabeça para trás, os cabelos molhados estavam colados no corpo suado. Seus seios balançavam na frente do rosto dele, e Edward não resistiu e capturou um mamilo com a boca, chupando com vontade enquanto ela cavalgava cada vez mais rápido.

O corpo dela já não respondia com a mesma precisão de antes, havia um atraso estranho entre o que ela sentia e o que conseguia controlar, como se a intensidade estivesse começando a ultrapassar o limite do que conseguia sustentar.

— Edward… eu vou… de novo… ah, merda… tô sensível demais… — gemeu com a voz falhando, e o corpo tremendo.

— Goza pra mim, princesa. Goza sentadinha no meu pau — ordenou com uma das mãos subindo para apertar o seio livre enquanto a outra guiava o quadril dela com força.

O quarto orgasmo a atingiu com tudo.

Dayse cravou as unhas nos ombros dele, sentindo novamente o corpo convulsionar enquanto ela gozava novamente. Seus gemidos viraram quase um grito, e o corpo inteiro tremeu incontrolavelmente no colo dele.

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