“Algumas noites não terminam quando o corpo para… mas quando algo muda.”
O silêncio depois do prazer dizia mais do que qualquer palavra que eles evitavam.
Edward ainda estava dentro dela, pulsando, quando Dayse o empurrou suavemente pelos ombros. Ele entendeu o recado e se sentou na borda interna da jacuzzi, deixando a água na altura da cintura.
Seus olhos escuros brilhavam de desejo enquanto ele a observava.
Dayse subiu em seu colo, com as pernas abertas sobre as coxas dele. Com as mãos apoiadas nos ombros largos de Edward, ela desceu devagar, engolindo-o até senti-lo completamente dentro dela.
A lua cheia iluminava seu corpo nu de forma quase irreal.
A pele molhada brilhava prateada, os seios fartos subiam e desciam com a respiração acelerada, os mamilos duros arrepiados pelo ar fresco da noite e pelo desejo. O cabelo úmido caía sobre os ombros, e a luz lunar desenhava cada curva do seu corpo como se fosse uma escultura viva.
Edward a encarava maravilhado, enquanto as mãos grandes apertavam a cintura dela com força.
— Porra, Dayse… — murmurou rouco, sem conseguir tirar os olhos dela. — Olha só pra você… tão linda, tão entregue, tão minha…
Dayse começou a se mover devagar. Rebolava os quadris em círculos, sentindo cada centímetro dele dentro dela. Depois ganhou ritmo, subindo e descendo com mais força, enquanto cravava mãos nos ombros dele para se apoiar.
Edward não conseguia parar de olhar.
Seus olhos percorriam o corpo dela com fome: os seios balançando a cada movimento, a cintura fina, a expressões de prazer no seu rosto.
— Isso, princesa… cavalga gostoso — gemeu apertando a bunda dela e ajudando no movimento. — Olha como você me toma todo. Tá vendo como essa boceta gostosa me engole todo?
Dayse corou gemendo alto e jogando a cabeça para trás.
A lua iluminava seu rosto. Edward subiu uma das mãos e apertou um seio, beliscando o mamilo enquanto a outra mão guiava os movimentos dela com mais rapidez.
— Olha pra mim — ordenou, com a voz rouca. — Quero ver você gozando gostoso.
Dayse acelerou, se movendo com mais força, deixando a água espirrar ao redor deles. Cada descida era profunda, e fazia o clitóris roçar contra o corpo dele. Edward não parava de falar safadezas, no seu ouvido a deixando ainda mais excitada.
— Isso… assim… rebola no meu pau, princesa. Quero sentir você me ordenhando. Goza pra mim, vai… deixa eu sentir essa boceta me apertando quando você gozar.
O orgasmo de Dayse veio forte, fazendo ela cravar as unhas nos ombros dele, e o corpo inteiro tremer enquanto gozava, gemendo o nome dele alto.
Ele não aguentou. Segurou a cintura dela com as duas mãos e a puxou para baixo com força, a invadindo fundo enquanto gozava dentro dela.
— O que foi? — perguntou baixinho, ainda com as mãos nas costas dela.
Dayse desviou o olhar, sentindo o coração martelar.
— Na-nada… — murmurou, com a voz um pouco trêmula. — Melhor entrarmos.
Edward concordou com a cabeça, mas não se moveu imediatamente. Ele segurou o queixo dela com delicadeza, obrigando-a a encará-lo por mais um segundo. Seus olhos se encontraram, e por um instante pareceu que ele ia dizer algo. Em vez disso, apenas beijou sua testa com uma ternura que contrastava com toda a intensidade de antes.
— Vamos — disse por fim, com a voz suave.
Ele saiu da jacuzzi primeiro, ajudou Dayse a sair e enrolou uma toalha grande ao redor dela com cuidado. Dayse pegou o vestido que estava no chão enquanto ele também se trocava. Os dois caminharam de volta para a casa, e Edward mantinha a mão na cintura dela, possessivo como sempre.
Mas algo havia mudado.
Ele sentiu no peito, no jeito como ela o olhou, no silêncio carregado entre eles.
E, pela primeira vez, Edward Fitzgerald se perguntou se aquela farsa ainda era só uma farsa.

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