Damian Cavallari sempre acreditou que controlar era manter distância.
Mas naquela noite, ao encará-la em silêncio, ele entendeu a verdade que nunca ousou admitir: às vezes, a forma mais sofisticada de domínio não está em tomar, está em permanecer.
Elena ainda não sabia, mas aquela seria a noite em que Damian Cavallari provaria que desejo e cuidado não precisavam ser opostos.
Com um movimento lento, quase cerimonioso, Damian desfez o nó do robe que a envolvia, abrindo-o o suficiente para revelar a camisola fina que mal escondia a pele por baixo. Não havia pressa no gesto. Era como se ele estivesse pedindo permissão ao corpo dela em vez de tomá-la.
Os dedos dele começaram a percorrer sua cintura em toques leves, ritmados, subindo devagar pelas laterais do corpo, explorando cada curva com uma concentração silenciosa que fez Elena fechar os olhos e inspirar fundo. A seda da camisola escorria sob as mãos dele, e o corpo dela respondeu de imediato, arrepiando-se inteiro ao menor contato.
Damian a puxou para mais perto e, num movimento firme e cuidadoso ao mesmo tempo, a ergueu com facilidade, acomodando-a em seu colo. Elena apoiou as mãos nos ombros dele, sentindo o contraste entre a solidez do corpo masculino e a delicadeza do toque que ele insistia em manter.
Os olhares se encontraram.
O azul intenso dos olhos dele mergulhou no verde dos dela sem disfarces, sem defesas, e por um instante o mundo pareceu pequeno para conter o que se acumulava entre os dois. Damian levou uma das mãos ao rosto dela, segurando-a com cuidado, como se ela fosse algo raro.
Então ele a beijou.
Não foi um beijo apressado. Foi profundo, envolvente, carregado de urgência, como se tivesse sido adiado tempo demais. Elena correspondeu sem hesitar, inclinando o corpo naturalmente para o dele, apertando os dedos contra o tecido da calça como se precisasse de algo para se segurar.
Sem quebrar o contato por completo, Damian a tomou nos braços com firmeza, num gesto ao mesmo tempo protetor e inevitável. Elena reagiu por instinto, envolvendo a cintura dele com as pernas, colando o corpo ao dele como se aquele encaixe já estivesse decidido antes mesmo do movimento.
Ele a segurou com segurança, uma mão sustentando-lhe o peso, a outra firme em suas costas, e então se levantou do sofá. Subiu as escadas com passos calmos e determinados, como se aquele trajeto tivesse sido traçado no exato instante em que ela cruzou a sala.
No quarto, ele a deitou na cama com cuidado quase reverente, como se cada gesto carregasse a consciência de que aquilo importava. Damian se inclinou sobre ela e começou a beijar sua pele com uma atenção lenta, deliberada, percorrendo o caminho das pernas, subindo devagar sob a camisola, revelando centímetro a centímetro a pele macia, como se estivesse descobrindo algo que sempre soube estar ali, mas só agora pudesse tocar.
Elena arqueou levemente o corpo, enquanto sentia a respiração acelerar, e fechava os olhos se entregando àquele ritmo que não pedia pressa, apenas presença.
Já despida, com a camisola jogada de lado, Damian voltou aos lábios dela em um beijo ardente, antes de descer os beijos pelo vão dos seios, traçando uma trilha de fogo. Seus lábios capturaram os mamilos, sugando e mordiscando com delicadeza, fazendo-a gemer baixinho. Ele continuou pela barriga, beijando cada curva com adoração, até chegar à intimidade dela. Ali, ele parou, erguendo o olhar para o dela, como se pedisse permissão para continuar.
Elena assentiu, com os olhos verdes brilhando de desejo, e ele mergulhou com devoção na intimidade de Elena, sua língua explorando cada dobra com uma lentidão deliberada, traçando círculos suaves ao redor do clitóris sensível dela. Ele alternava entre lambidas leves e sucções mais firmes, sentindo o corpo dela tremer sob seu toque. As mãos dele seguravam as coxas de Elena, abrindo-as com gentileza, enquanto ele inalava o aroma doce e inebriante dela, e se perdia no momento.


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