“Nem todo recuo é prudência. Às vezes, é apenas medo disfarçado de controle.”
Havia decisões que não eram feitas com palavras.
Eram feitas com passos lentos, portas entreabertas e a coragem silenciosa de atravessar um limite sabendo exatamente o que se poderia encontrar do outro lado.
Elena abriu a porta do banheiro devagar, o vapor quente e denso envolvendo-a imediatamente como um abraço úmido. O som da água caindo preenchia o espaço, constante e hipnótico. E então ela o viu.
Damian estava dentro do box de vidro embaçado, completamente nu, os olhos fechados, a cabeça ligeiramente inclinada para trás enquanto a água escorria pelos cabelos castanhos escurecidos, descendo pelos ombros largos, pelo peito definido e pela linha marcada dos abdominais até chegar ao membro semi-ereto que pendia pesado entre suas coxas. O vapor dançava ao redor dele, tornando a cena quase irreal — uma visão de força bruta e beleza masculina que a deixou paralisada.
Elena sentiu o coração disparar. Maravilhada pela visão crua e íntima dele, mas também assustada pela intensidade do desejo que subiu como uma chama em seu ventre. Suas pernas tremeram levemente. Ela estava nua, exposta, e não conseguia desviar o olhar.
De repente, Damian abriu os olhos azuis escurecidos pela água e pelo desejo. Seu olhar encontrou o dela através do vidro embaçado. Um sorriso lento e predatório se formou em seus lábios. Sem dizer nada, ele estendeu a mão para ela, palma aberta, dedos longos convidando-a em silêncio.
Elena hesitou por um segundo, mas o desejo venceu. Ela abriu a porta do box e entrou. A água quente a atingiu como uma carícia, colando os cabelos ao seu rosto e escorrendo pelo corpo nu.
Damian a puxou imediatamente para si. Sua boca encontrou a dela num beijo faminto, profundo, cheio de desejo acumulado. A língua dele invadiu a dela com urgência, enquanto ele encostava o corpo molhado de Elena contra a parede fria do box. Ela gemeu alto contra os lábios dele ao sentir o membro rígido e quente dele pressionando seu abdômen, pulsando contra sua pele macia.
— Damian… — sussurrou ela, ofegante, quando ele se afastou apenas o suficiente para respirar.
— Eu sei, princesa… mas ainda não — respondeu ele com voz rouca, grave, carregada de controle.
Damian segurou suas coxas com firmeza e a ergueu do chão sem esforço. Elena envolveu as pernas ao redor do quadril dele instintivamente, os tornozelos se cruzando nas costas dele. Um gemido longo e trêmulo escapou dela ao sentir a glande grossa e quente pulsando diretamente contra sua intimidade molhada e inchada, roçando a entrada sensível.
Ele segurou a cintura dela com uma mão, mantendo-a no ar, e começou a mover o quadril devagar. A glande deslizava para cima e para baixo sobre sua fenda escorregadia, num atrito lento, delicioso, torturante. O prazer se espalhava como fogo líquido por todo o corpo de Elena.
— De-deus, Damian… — gaguejou ela, com a voz falhando no meio do nome dele.
Elena fechou os olhos e se entregou completamente, a cabeça tombando para trás contra a parede molhada, os lábios entreabertos em suspiros e gemidos contínuos.
Damian desceu os lábios pelo pescoço dela, traçando um caminho de beijos quentes até alcançar um seio. Ele capturou o mamilo endurecido entre os dentes, mordiscando suavemente, puxando com a pressão exata que a fazia arquejar. A tortura deliciosa arrancou gemidos ainda mais altos dela, o corpo tremendo contra o dele.


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