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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 242

POV/ CLARA

Se o Natal foi sobre o aconchego do lar, a Virada de Ano foi a celebração do império. O jardim da mansão foi transformado em um cenário de sonhos, com luzes de fada penduradas nas árvores e um buffet que exalava luxo. Eu usava um vestido branco de seda pura, longo e fluido, que me fazia sentir como uma rainha.

Adrian não poupou nada. Ele contratou um espetáculo de fogos de artifício que faria o Rio de Janeiro parecer tímido. Ele se lembrou de um comentário meu sobre querer ver um céu iluminado e resolveu que o céu de Porto Alegre rugiria apenas para mim.

Enquanto as meninas corriam pelo gramado e Isadora ria com Mathew perto da mesa de bebidas, eu observava Adrian. Ele estava impecável em um terno claro, a postura de quem domina tudo o que vê. Aproximei-me dele enquanto olhávamos o reflexo das luzes na piscina.

— Adrian... — chamei baixinho. — Você já pensou em ter mais filhos?

Ele desviou o olhar do céu para mim, seus olhos escuros brilhando com uma intensidade que sempre me despia. Ele me puxou pela cintura, colando nossos corpos.

— Sim. Eu quero ver você carregando um herdeiro meu, pequena. Quero um casal, ou quem sabe dois meninos, gêmeos... para garantir que esse império nunca caia.

Eu ri, surpresa com a clareza da resposta dele.

— Gêmeos? Você não perde tempo, não é?

— Temos o resto da vida para pensar nisso — ele sorriu, beijando minha testa. — Mas agora, as meninas estão esperando o sinal para pular na piscina.

Ele foi brincar com elas, e eu fiquei ali, sentindo um frio na barriga que não era apenas fome. Eu tomava meu anticoncepcional todos os dias, ou pelo menos tentava. Mas com o ritmo frenético desde de outubro Balneário até a Itália e o Adrian me possuindo em todos os horários possíveis, eu já não tinha certeza se tinha mantido o horário certo. Ele nunca usou preservativo; ele sempre se instalou em mim e se despejou lá dentro com a confiança de quem é dono de tudo. A sorte estava lançada.

Ele me prensou contra o mármore frio da bancada, mas seu corpo era puro fogo. Antes de qualquer coisa, ele me tomou em um beijo devastador — um daqueles beijos que parecem querer arrancar a alma, onde as línguas se batalham e o gosto do champanhe se mistura ao desejo bruto. Suas mãos grandes e possessivas subiram pelas minhas coxas, levantando a seda branca do meu vestido.

— Eu vou rasgar isso, Clara... eu preciso de você agora — ele rosnou contra meus lábios, a mão já tateando a costura.

— O vestido não, Adrian! — implorei, arqueando o corpo quando senti seus dedos apertarem minhas coxas. — Por favor...

Ele soltou um rosnado impaciente, mas cedeu. Em vez de destruir a seda, ele apenas a amontoou na minha cintura e, com um movimento brusco, rasgou a renda da minha calcinha lateralmente, expondo-me completamente. Ele se ajoelhou no chão de mármore, ignorando o terno caro, e enterrou o rosto entre minhas pernas.

— Você é o meu paraíso, pequena... — ele sussurrou contra minha pele, antes de me devorar com a língua.

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