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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 324

POV/ MATHEW

Girei o corpo da Isadora rápido, sem tirar o meu pau de dentro dela, prensando as costas dela de volta contra a parede de azulejos frios para nos esconder na penumbra entre a porta do banheiro feminino e a pilastra. A Isadora soltou um suspiro sufocado contra a minha boca, as mãos cravadas nos meus ombros, enterrando as unhas na minha carne enquanto tentava prender a respiração para não fazer nenhum barulho.

Dois caras passaram conversando alto, rindo da bebedeira, a poucos metros de onde a gente estava enfiado. Dava para ouvir o som da tranca do reservado masculino batendo. O perigo real de ser pego ali, naquele espaço público e apertado, fez o meu sangue ferver e o meu membro pulsar com uma força desgraçada dentro dela. Olhei para o rosto da Isadora sob a luz fraca do corredor. Os olhos verdes dela estavam arregalados, vidrados nos meus, a boca entreaberta tentando puxar o ar que eu estava tirando dela. O cheiro de baunilha da pele dela estava impregnado no meu nariz, misturado ao suor que escorria pelo meu peito.

Esperei os caras entrarem e fecharem a porta do reservado. Assim que o silêncio voltou para o corredor, eu não dei trégua. Segurei o pescoço dela de novo com uma das mãos, apertando com firmeza, limitando o ar dela, e voltei a foder com uma fúria ainda maior. Eram estocadas brutas, secas, que faziam o corpo esguio dela bater contra o azulejo a cada impacto do meu quadril.

— EU DISSE QUE VOCÊ ERA MINHA, INFERNO — sussurrei com a voz totalmente rasgada, colado no ouvido dela, sentindo o meu pau queimar lá dentro enquanto ela se contorcia inteira, entregue ao meu domínio.

O aperto daquela boceta lisa estava me esmagando, uma umidade quente que lubrificava cada golpe agressivo que eu dava. Eu descontava a raiva, o ciúme e as duas semanas de frustração naquele corpo macio. Ela soltou um gemido agudo, longo, que morreu quando eu cansei de ouvir e enfiei os meus dedos na boca dela, forçando-a a morder a minha mão enquanto eu chegava ao meu limite. O prazer subiu de forma violenta, inevitável, e eu descarreguei tudo dentro dela com um urro contido, sentindo o corpo da Isadora ter espasmos fortes ao mesmo tempo, completamente destruída sob o meu comando.

O meu peito subia e descia contra as costas dela, pesado. Ficamos abraçados por alguns minutos naquele corredor abafado dos fundos do bar, apenas ouvindo o som da nossa respiração descompassada ecoando nos azulejos. O calor entre os nossos corpos começou a diminuir aos poucos, e eu sentia o suor secando na minha nuca.

Me retirei de dentro dela devagar. Não disse nenhuma palavra. A minha mente era um borrão completo, e eu sentia um semblante travado no meu rosto, uma expressão fria que eu mesmo não sabia o que era. A Isadora não se virou para me olhar. Ela se abaixou, arrancou o resto da calcinha vermelha que estava rasgada de lado e usou o próprio tecido para se limpar, esfregando com força a umidade abundante que escorria pelas coxas magras.

Eu dei um passo à frente, a minha mão se estendendo de forma automática para puxar o braço dela. Eu queria falar, queria exigir alguma explicação para aquele caos, mas ela foi mais rápida. O tapa estalou com força contra a minha bochecha esquerda, um golpe ardido que fez o meu rosto virar para o lado.

— NUNCA MAIS FAÇA ISSO DE NOVO.

A voz dela saiu trêmula, carregada de uma fúria real. Eu apenas encarei os olhos verdes dela, sentindo a minha pele queimar onde os dedos dela bateram. Fazer o que, né? O estrago já tinha sido feito pelo meu próprio impulso.

Ela deu as costas, puxou o vestido preto de lantejoulas para baixo, alisando o tecido pelas coxas, e ajeitou os cachos do babyliss com os dedos na frente do espelho da pia. Antes de sair, jogou a calcinha usada direto dentro da lixeira de plástico do banheiro. Caminhou pelo corredor e sumiu de volta para o salão sem me dar a dignidade de um segundo olhar.

Arrumei a minha roupa, fechei o zíper da calça e voltou para a área principal do bar. Sentei-me novamente no meu canto isolado perto do balcão. A Isadora já estava sentada na mesa com o pessoal do escritório, conversando e rindo como se nada tivesse acontecido nos fundos daquele lugar.

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