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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 47

PV Clara

A sexta-feira já tinha começado carregada. Briga das meninas, projetos da faculdade e a apresentação da minha Atividade Extensionista na faculdade. Eu já estava

Victor me deixou na porta.

Ele parou o carro, sorriu daquele jeito tranquilo… Precisava aliviar então o beijei e eu simplesmente o beijei. Nem pensei. Só fiz.

E, claro, o destino só podia estar de sacanagem comigo, porque quando eu levantei o rosto…

Adrian estava lá.

Na porta da faculdade. Depois de duas semanas viajando. Parado. Olhando para mim com um olhar que eu não consegui decifrar só sentir o impacto. Um golpe frio e silencioso.

Meu coração sumiu. Minha espinha gelou. Eu desviei o olhar como uma covarde e entrei fingindo que nada tinha acontecido.

Durante a apresentação, forcei a postura profissional respondi perguntas, e obtive nota 9, apenas porque esqueci uma fala importante.

Saí mais cedo. O celular vibrou.

Eleonora: "Você tem dois encontros com o Imperador. Amanhã e domingo. Se prepare.”

Meu estômago virou. Pensei no Victor. Pensei em mim. Mas a verdade é que a gente não tinha nada oficial. E, se um dia tivéssemos… eu largaria o clube, más até lá precisava aprender algumas coisa, e nada melhor do eu aprender com o melhor.

E então veio o sábado.

Me arrumei devagar, tentando não parecer nervosa. Vestido preto de lantejoulas, maquiagem simples. O suficiente para eu me sentir bonita.

O clube estava lotado. Gente que eu nunca tinha visto falando inglês, espanhol, chinês. O couvert artístico estava cheio. As luzes vermelhas, a música baixa, mulheres caminhando entre os convidados como se fossem peças de um catálogo humano. Eu estava ali no meio, respirando fundo, tentando me convencer de que era só mais uma noite e esperando pelo grande imperador.

Quando o vi entrando, meu coração deu um salto idiota que eu detestava admitir, uma sensação estranha de… falta misturada com saudade, e soltei um sorriso involuntário.

Um sorriso pequeno. Tímido. Mas sincero.

Ele me viu. Eu juro que ele sorriu.

Mas, no segundo seguinte, a expressão dele passou por mim como se eu fosse invisível. O olhar simplesmente escorregou pelo meu corpo, frio, sem me dar o tempo de um segundo pensamento.

E então ele fez pior.

Chamou outra. Kiwi

Ela assentiu imediatamente, quase tropeçando de tão ansiosa, e ele a guiou para o corte exatamente o lugar onde eu achei que ele me chamaria.

A sensação bateu do jeito mais feio.

Como se alguém tivesse estourado uma bexiga de gelo dentro do meu peito. Eu me senti… Eu me senti… nada. Inútil. Idiota por ter acreditado que a ausência dele tinha significado alguma coisa.

Dei as costas antes que alguém percebesse meu rosto quebrando.

CAP. 47- Meu chefe não sabe o que quer. 1

CAP. 47- Meu chefe não sabe o que quer. 2

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