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A Babá Proibida do CEO romance Capítulo 183

Minha respiração falha quando ele me gira, pressionando minhas costas contra a porta recém-fechada.

O corpo dele cola no meu enquanto sua boca desce pelo meu pescoço. Suas mãos deslizam por baixo da minha blusa, puxando o tecido para cima com impaciência.

— Lucas… — consigo dizer, já sem fôlego.

— Shh — ele responde, com a voz rouca e baixa. — Hoje eu não quero ouvir nada além de você gemendo meu nome.

A blusa sai pela minha cabeça e cai no chão. As mãos dele cobrem meus seios por cima do sutiã, apertando com força suficiente para eu arquear as costas contra a porta.

Ele abre o fecho com um movimento rápido, quase bruto, e j**a a peça longe. Quando a boca dele desce e captura um mamilo, chupando com fome, seguro seus cabelos, puxando sem controle.

Ele geme contra a minha pele.

— Porra, como eu senti falta de te tocar sem pressa.

Lucas me levanta do chão como se eu não pesasse nada, fazendo minhas pernas se enroscarem automaticamente na cintura dele. Então, caminha comigo pelo quarto, mas não vai até a cama.

Em vez disso, me senta na borda da cômoda de madeira escura, afastando minhas coxas para se encaixar entre elas.

Depois, tira a própria camisa com um único movimento, revelando o peito largo e os músculos que ainda me deixam sem ar.

As mãos voltam a tocar meu corpo, descendo pela minha barriga até o short. Ele o puxa junto com a calcinha, me deixando completamente nua sobre a madeira fria, e volta a chupar meu seio.

Ele morde de leve, depois lambe para aliviar, repetindo até minhas pernas tremerem ao redor dele.

— Lucas… por favor…

— Por favor, o quê?

Meu namorado levanta o rosto, me encarando com os olhos escuros de prazer, enquanto seus dedos deslizam entre minhas pernas até chegar à minha intimidade já molhada. Meu corpo inteiro treme.

— Isso? — continua, me penetrando com um dedo. — Quer que eu te foda com os dedos primeiro?

Minha resposta sai em um gemido quando ele enfia mais um dedo, curvando-os exatamente onde eu preciso. O polegar pressiona meu clitóris em círculos rápidos e firmes.

Meu quadril se move sozinho contra a mão dele, buscando mais.

— Tão apertada… — ele geme contra meu pescoço. — Dois meses me segurando para não te foder do jeito que eu quero. Hoje eu vou te comer até você esquecer o próprio nome.

Lucas tira os dedos, e eu reclamo, mas o som morre quando ele abre o zíper da calça e libera o membro grosso, duro e latejante. Depois, segura minhas coxas, me abrindo mais para ele, e se encaixa na minha entrada.

Não tem preliminar lenta. Ele empurra tudo de uma vez, fundo, até o fim. Solto um gemido alto, cravando as unhas nos ombros dele.

— Isso… — ele murmura, começando a se mover com estocadas fortes, ritmadas. — Grita para mim, Ivy. Ninguém vai interromper hoje. Ninguém vai nos parar.

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