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Apaixonada pelo Alfa Errado romance Capítulo 119

Eron

Nós mal chegamos ao quarto e eu já tranco a porta com um chute, o som ecoando como um rosnado baixo.

Libby está nos meus braços, as pernas enlaçadas na minha cintura, o vestido subindo pelas coxas enquanto eu a carrego até a cama. O cheiro dela, misturado com desejo puro, me invade inteiro, fazendo meu lobo uivar dentro do peito.

Eu a deito no colchão macio, coberto de pétalas de flores que a alcateia espalhou mais cedo. Mas nada disso importa agora. Só ela. Só nós.

Meus lábios encontram os dela num beijo desesperado, como se o mundo lá fora estivesse pegando fogo e só esse toque nos salvasse. Ela geme baixinho contra minha boca, as mãos cravando nas minhas costas, puxando minha camisa pra fora da calça.

“Eron…” ela suspira, o nome saindo como uma súplica.

Eu mordo o lábio inferior dela, devagar, sentindo o gosto doce e salgado. Minha língua invade a boca dela, dançando com a dela num ritmo febril, apaixonado. Cada movimento é uma declaração: você é minha. Sempre foi. Sempre será.

Minhas mãos descem pelo corpo dela, traçando as curvas que eu conheço de cor. Deslizo os dedos pela fenda do vestido, subindo pela coxa nua, sentindo a pele arrepiar sob meu toque. Ela arqueia as costas, pressionando os seios contra meu peito, e eu sinto os mamilos endurecidos através do tecido fino.

“Deusa, Libby… você me mata assim,” eu rosno, quebrando o beijo só pra morder o pescoço dela, logo acima da marca que eu já deixei ali.

Ela ri baixo, ofegante, mas o riso vira um gemido quando eu aperto a coxa dela, abrindo mais as pernas. “Então morra comigo,” ela sussurra, as unhas arranhando minha nuca.

O desejo escala rápido, como uma fogueira alimentada por vento. Eu arranco a gravata, desabotoo a camisa com pressa, jogando tudo no chão. Libby senta na cama, os olhos escuros fixos em mim, e começa a desamarrar o vestido pelas costas. O marfim cai devagar, revelando a pele nua, os seios livres, rosados e convidativos.

Eu caio de joelhos na beira da cama, puxando ela pra mim. Beijo o vale entre os seios, lambendo a pele suada, descendo até o umbigo. Minhas mãos sobem pelas costelas dela, apertando os seios com reverência, os polegares circulando os mamilos até ela gemer alto, se contorcendo.

“Por favor… Eron… mais,” ela implora, as mãos no meu cabelo, guiando minha boca.

Eu obedeço. Chupo um mamilo devagar, mordiscando de leve, enquanto a outra mão desce entre as pernas dela, encontrando a calcinha já úmida. Deslizo os dedos por cima do tecido, sentindo o calor pulsando ali, e ela arqueia mais, roçando contra minha mão.

“Você tá tão molhada pra mim,” eu murmuro contra a pele dela, a voz rouca de desejo. Meu pau dói dentro da calça, pressionando contra o zíper, mas eu me controlo. Quero ela implorando primeiro.

Libby puxa meu rosto pra cima, me beijando de novo, desesperada. “Minha vez,” ela diz, os olhos brilhando com malícia lupina. “Quero marcar você.”

Meu coração para por um segundo. Meu lobo uiva em aprovação, ansioso.

Eu me levanto, tiro a calça e a cueca num movimento só, ficando nu diante dela. Meu pau ereto, latejando, apontando pra ela como se soubesse exatamente onde quer ir.

Libby morde o lábio, olhando meu corpo inteiro. “Onde eu quiser, né?”

119. A marca dela 1

119. A marca dela 2

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