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Apaixonada pelo Alfa Errado romance Capítulo 186

Laura

Eu não sei o momento exato em que decidi me render.

Talvez tenha sido quando ele me puxou pra mais perto, e seu calor fez meu corpo responder antes da cabeça. Ou talvez quando ele sussurrou “minha humana” de novo, e eu senti que não queria ser nada além disso.

O sol entrava pelas cortinas da sala, se movimentando lentamente, mas eu não conseguia tirar os olhos dele, do jeito que ele me beijava, do jeito que ele se movimentava. Enoch me olhava como se eu fosse a única coisa no mundo. E eu... eu parei de lutar.

“Laura...” ele murmurou, voz rouca, mão subindo devagar pela minha cintura. “Você tem certeza? Preciso que você tenha certeza de que quer tentar algo comigo. Se não tiver, eu vou entender... é tudo muito louco e...”

Eu assenti, mordendo o lábio.

“Tenho, Enoch. Eu tenho certeza do que eu quero.”

Ele sorriu, aquele sorriso perigoso que sempre me desmontava, e me beijou devagar. Não foi como os beijos apressados do acidente. Foi lento, dedicado, como se ele quisesse saborear cada segundo. A boca dele quente, macia, explorando a minha com carinho. A língua roçando de leve, convidando, e eu respondendo, me abrindo pra ele.

As mãos dele subiram pelas minhas costas, dedos traçando a linha da coluna por cima da blusa. Eu suspirei contra a boca dele, sentindo o calor dele se espalhar pelo meu corpo inteiro.

Lentamente ele me encostou na parede, dando suporte a nós dois. Nossos beijos estavam cada vez mais intensos, mais apaixonados. Ele ergueu minha coxa na lateral de seu quadril e com um comando eu sabia que ele queria me pegar no colo.

"Onde fica seu quarto?" questionou ofegante, e quanto me afastei, os olhos dourados estavam ali de novo, e dessa vez eu não senti medo, apenas uma excitação maior do que qualquer uma antes.

"No final do corredor." ele voltou a me beijar e me carregou até lá, me colocando com cuidado sobre a cama. Um carinho que eu nunca tinha sentido antes.

Nossos beijos se tornaram mais urgentes. Eu dedilhava sua pele por baixo da camiseta e sua pele... parecia mais quente do que o normal, como se tivesse febre, só que era algo diferente. Algo vivo. Algo que pulsava.

Ele se deitou sobre mim, o corpo grande envolvendo o meu como um abrigo quente, sem nenhum peso que me esmagasse. Sua boca encontrou meu pescoço num toque lento, quase estudado, e os lábios deslizaram pela minha pele até que os dentes, um pouco mais afiados do que antes, roçaram de leve. Não machucou. Foi só um aviso, um sussurro selvagem que me atravessou inteiro e arrancou de mim um gemido baixo, involuntário, impossível de conter.

“Você é tão macia...”, ele sussurrou contra minha pele, voz grave, quase um ronronar. Sim, ronronar. Baixo, vibrante, saindo do peito dele e ecoando no meu.

Eu ri de nervoso, mãos nos cabelos dele.

“Você ronrona?”

Ele ergueu o rosto, olhos brilhando, dourado, intenso, lindo.

“Quando tô feliz... sim.”

Eu não perguntei mais. Só puxei ele pra mim, beijando ele com tudo que eu tinha. As mãos dele desceram pelas minhas coxas, puxando a saia devagar, dedos quentes na pele. Eu arqueei contra ele, sentindo o corpo dele responder, duro, quente, vivo.

Ele tirou minha blusa com cuidado, como se eu fosse algo precioso. Beijou meu colo, devagar, língua traçando a curva dos seios, dentes roçando de leve os mamilos. Eu gemi alto, mãos apertando os ombros dele.

“Enoch...”

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