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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 20

Capítulo 20

Augusto a segurou com firmeza e, num movimento fluido, ergueu Eloise e a colocou sobre a bancada fria da cozinha. Os lábios nunca se afastaram, os corpos já sabiam o caminho. O contraste do mármore gelado contra sua pele nua arrancou um suspiro dela — um que foi rapidamente silenciado pela boca dele, faminta.

As mãos de Augusto desceram com precisão. Apertavam sua cintura, exploravam suas coxas, e então pararam... ali.

Ele soltou o ar, ofegante, os olhos cravados nos dela como se acabasse de descobrir algo que o deixava completamente fora de si.

— Sem calcinha, Eloise... — murmurou entre os beijos, a voz rouca, carregada de um desejo que já não cabia mais dentro dele.

Ela estremeceu, o corpo inteiro pulsando sob o toque dele. Augusto roçava os dedos sobre sua pele com calma enlouquecedora, como se soubesse exatamente o efeito que causava. Os gemidos baixos dela eram música — e gasolina.

Ele inclinou o rosto para o pescoço dela, beijando devagar, mordiscando o lóbulo da orelha com crueldade deliciosa. Ela se arqueou, e ele aproveitou. As mãos firmes a seguraram como se ela fosse dele, como se o mundo pudesse esperar enquanto ele a descobria por inteiro.

Olores, sons, toques. Tudo parecia em câmera lenta. Ele brincava com sua pele como quem conhecia cada centímetro antes mesmo de tocá-la.

Desceu os lábios, agora no colo, nos seios, saboreando cada suspiro que escapava da boca dela. Seus movimentos tinham fome e controle. Luxúria com método. Prazer com comando.

Seus lábios buscaram o ponto mais sensível entre as pernas dela, explorando sem pressa, como se quisesse decorar cada reação.

Eloise agarrava os ombros dele, tentando conter o próprio corpo, que tremia por dentro. Augusto estava entregue. Não havia mais silêncio, nem espaço entre os dois. Apenas o som da respiração ofegante, da boca encontrando pele, e do desejo — cru, quente e prestes a incendiar tudo.

Depois de se deliciar com o gosto dela, Augusto subiu lentamente, os lábios ainda úmidos do desejo que acabara de provocar. Eloise respirava com dificuldade, os olhos semicerrados, o corpo entregue — e as pernas ainda trêmulas.

Ele a agarrou pela cintura com firmeza, e ela, sem pensar, entrelaçou as pernas ao redor do corpo dele. Seus corpos se encaixaram como peças que sempre se pertenceram. Ela sentia o calor dele contra sua pele, a firmeza de cada músculo, o cheiro amadeirado misturado ao dela.

Augusto a levou nos braços até o quarto. O caminho parecia lento demais para os dois.

Ao chegar, a colocou no chão com delicadeza, mas os olhos diziam outra coisa. Desejo. Intenso, sem freio, sem mais barreiras.

— Augusto... por favor — sussurrou, com um gemido rouco. — Me faz sua.

Ele soltou um riso baixo, carregado de prazer, e finalmente a penetrou com um movimento lento e profundo, fazendo o corpo dela estremecer sob o dele.

Naquele instante, o mundo inteiro pareceu desaparecer. Tudo o que restava era o som dos corpos se encontrando, os suspiros abafados, a entrega sem medida.

Foi desejo.

Foi fogo.

Foi tudo o que eles estavam tentando negar até então.

E agora... não havia mais volta.

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