Amor nas Alturas
O avião particular de Augusto deslizava suavemente pelos céus noturnos. Dentro da cabine, o ambiente era de luxo discreto e promessa.
Augusto, com um sorriso de canto, pegou a garrafa de champagne que repousava em um balde de gelo, o líquido borbulhante e frio prometendo celebração. O pop suave da rolha ecoou no silêncio luxuoso. Ele serviu duas taças de cristal e entregou uma a Eloise antes de pegar a sua.
Depois de um gole lento, saboreando o sabor complexo e a efervescência, Augusto depositou a taça sobre uma mesinha auxiliar. Voltou-se para Eloise, sentado, e com um movimento decidido, puxou-a para o seu colo, aninhando-a confortavelmente. Ela soltou uma risada baixa, contente com a possessividade dele.
O perfume suave dela misturava-se ao aroma da bebida e ao toque inebriante da presença dele.
— Eu te amo — ele sussurrou, a voz rouca. — E não pretendo deixar de amar.
Eloise mal teve tempo de responder. A atração entre eles era um ímã irresistível. O beijo começou lento, uma carícia labial que buscava e reconhecia, mas rapidamente ganhou uma intensidade faminta.
Suas línguas se encontraram em uma dança urgente, trocando sabores de champagne e desejo reprimido. O mundo exterior desapareceu.
Naquele abraço íntimo, sentada sobre as pernas fortes de Augusto, Eloise sentia inconfundivelmente o volume firme e tenso dele, roçando sua bunda. A fricção sutil era uma tortura doce, um lembrete do que estava por vir. Ela gemeu no beijo; as mãos subiram para enroscar-se nos cabelos dele.
Augusto se levantou sem quebrar o beijo, os braços fortes a sustentando com facilidade. Ela era leve em seus braços, uma carga preciosa. Com passos firmes, ele atravessou o pequeno espaço, o beijo terminando apenas para que ele pudesse guiá-los para o quarto privativo do jato.
O quarto era pequeno, mas elegantemente mobiliado. Augusto a colocou suavemente na cama macia, seus olhos fixos nos dela. Fechou a porta com um puxão silencioso e voltou para ela.
Primeiro, tirou as sandálias de seus pés, deslizando os calçados para o chão, um ato sútil que a fez sorrir. Então, retomou sua boca, o beijo agora mais profundo e demorado. Ele desceu, distribuindo beijos úmidos e leves pelo queixo, descendo pelo pescoço sensível de Eloise até o colo.
Sua mão grande deslizou pelas pernas dela, subindo por debaixo da barra do vestido. Em um movimento fluido e surpreendentemente rápido, Augusto puxou a seda fina para cima, revelando um conjunto de lingerie preto que abraçava suas curvas com uma audácia tentadora. A renda e as alças finas eram um contraste perfeito com a pele de Eloise.
Ele a admirou por um momento, a respiração presa na garganta. Os olhos dele eram um incêndio.
— Você é maravilhosa, Eloise — ele murmurou, a admiração genuína.
Ele desceu a boca, rasgando o sutiã com um movimento rápido dos dentes e da mão, libertando os seios cheios. Brincou com um dos mamilos, alternando entre mordidas suaves e sucções demoradas. Ela arqueou as costas, um gemido rouco escapando.
Enquanto a boca de Augusto a levava ao delírio, sua mão percorria seu corpo. Os dedos quentes encontraram o ponto de fervura, parando na intimidade de Eloise, que já estava quente e úmida em antecipação. O tecido da calcinha era uma barreira mínima e bem-vinda.
Augusto afastou a renda com um dedo, expondo a pele macia. Sua atenção se concentrou ali. Ele brincou com a ponta do dedo, explorando o ponto que a fazia ela tremer, uma carícia precisa e avassaladora que fez Eloise se contorcer e gemer alto, o som abafado pelo estofamento do avião. A jornada estava apenas começando.
Os gemidos de Eloise eram a melodia mais deliciosa que Augusto já tinha ouvido, a prova sonora de que ela estava à beira. Ele continuou a tortura doce com os dedos, mergulhado na umidade crescente dela, sentindo a pele sensível inchar sob seu toque. Ela estava pronta, implorando silenciosamente por mais.
— Vai, meu amor. Goza para mim! — ele ordenou, a voz quase um rosnado, o ritmo se tornando frenético.
Eloise mal conseguia respirar. A sensação era demais, a pressão intensa, a fricção rápida. Ela se agarrou aos ombros dele, as unhas cravando levemente em sua pele.
— Augusto! Sim! Sim! — Ela gritou, e o ápice a atingiu como uma onda de choque quente. Seu corpo se contorceu em um espasmo profundo, os músculos internos se contraindo ao redor dele.
O som do orgasmo dela foi o catalisador final. Augusto gemeu, fechando os olhos enquanto sentia o próprio ápice explodir dentro dela, quente e potente, caindo sobre ela em uma rendição total. O impacto final os deixou tremendo, e ele desabou sobre o corpo macio e molhado de Eloise, tentando recuperar o fôlego.
Ficaram ali por longos minutos, o peso dele sobre o dela, os corações batendo descompassados e acelerados em uníssono. O cheiro de suor, champagne e desejo preenchia o ar confinado.
Quando a respiração finalmente começou a normalizar, Augusto se virou, aninhando-a de lado em seus braços, os corpos ainda conectados na pele úmida. O silêncio que se seguiu foi interrompido apenas pelo zumbido distante dos motores.
De repente, a voz do piloto soou, clara e profissional, nos alto-falantes da cabine, quebrando a bolha de intimidade.
— Senhor e Senhora Monteiro, informo que iniciaremos os procedimentos de descida em breve. Por favor, preparem-se para o pouso. Estamos a dez minutos de aterrissar em nosso destino.
Augusto sorriu para Eloise, beijando-lhe a testa. O jogo tinha acabado, por enquanto. O paraíso estava mais perto do que eles imaginavam.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário
Quando vai liberar os próximos capítulos, please??????...
Libera mais capítulos pff...