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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 254

O DISPARO

Lá embaixo, o jogo também tinha começado.

O sargento deu o sinal com a mão — silêncio absoluto.

Quatro homens da equipe tática se abaixaram atrás do muro lateral.

Um salto rápido.

Corpos por cima do concreto.

Queda leve do outro lado.

Agora, eles estavam dentro.

O pátio interno era estreito, com três carros parados, mas estava longe. Tinha pilares de sustentação fazendo sombra.

Perfeito para emboscada.

O sargento ergueu o punho fechado:

Parar.

O primeiro homem armado apareceu, caminhando distraído pela lateral, arma baixa, achando que o mundo estava sob controle.

O sargento contou nos dedos:

3…

2…

1.

O policial mais próximo avançou.

Braço no pescoço.

Corpo no chão.

Mão na boca para sufocar o grito.

Rápido. Preciso. Sem barulho.

O segurança se debateu por três segundos — depois apagou.

O sargento fez um gesto:

Avançar.

Eles seguiam apoiados na parede, deslizando pela sombra, respiração controlada.

Mais adiante, outro segurança — andando, virando a cabeça de um lado para o outro.

O sargento moveu a mão de novo:

Agora.

O segundo policial veio por trás, mata-leão, joelho na lombar, corpo travado.

Queda limpa.

Sem tempo para comemorar.

— ALI! — o sargento avisou, apontando.

Um terceiro apareceu no corredor, arma já levantada.

Tiro.

O disparo ricocheteou no pilar — por centímetros não atingiu ninguém.

Antes que ele puxasse o gatilho de novo, um dos agentes o derrubou com um emburrão seco, ombro contra costelas, os dois indo ao chão.

O segurança tentou erguer a arma, mas o policial já estava por cima, joelho no braço, imobilizando.

Respirações curtas.

Voz baixa.

Adrenalina alta demais para caber no corpo.

Foi nesse momento que Thomas saltou o muro.

Um salto só.

Caiu ajoelhado, mão na arma.

Mas lá dentro não havia cobertura suficiente.

Pouco concreto.

Muito céu.

Troca de tiros significaria morte instantânea.

Então ele fez o que melhores fazem:

movimento rápido + silêncio absoluto.

Ele se abaixou ao lado dos carros, que estava mais perto dele e de sua pequena equipe, o metal frio tocou o colete.

Apontou para dois agentes:

— Você, pela direita. Eu vou pela esquerda. — disse, quase sem voz.

Eles se moveram ao mesmo tempo.

Surpresa perfeita.

Dois seguranças estavam perto dos carros, conversando baixo, sem imaginar que o cerco já estava dentro.

Thomas ergueu a arma e gritou:

— PERDEU! PERDEU! NO CHÃO! AGORA!

Os dois congelaram.

As armas caíram.

As algemas fecharam.

Som metálico.

Som final.

Foi rápido demais para reação.

Mas um segurança viu.

O que estava no portão.

Ele travou o corpo, arregalou os olhos —

— MERDA — e correu para dentro do prédio.

Thomas mirou.

Não atirou.

Se ele disparasse, Lucas ouviria.

E aí — o plano inteiro desmoronaria.

Em vez disso — ele assobiou.

Um som curto.

Agudo.

Capítulo 254 1

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